Confira o debate sobre o Código Florestal com a participação de Sérgio Leitão, do Greenpeace, e Cesário Ramalho, da SRB, realizado nesta quinta-feira, no Mercado,Arte&Cia, do Canal Rural
O presidente da Sociedade Rural Brasileira, Cesário Ramalho da Silva, e o
diretor do Greenpeace, Sérgio Leitão, debateram nesta quinta-feira (03)
no programa "Mercado, Arte & Cia" do "Canal Rural" as propostas de
mudança do Código Florestal.
Ramalho lembrou que a Rural tem um Departamento de Meio Ambiente desde
1927 e que busca sempre o equilíbrio e o diálogo em questões
controversas. Ele ponderou que o Brasil tem atualmente 63% de seu
território coberto com florestas e que o reflorestamento em áreas que
estão produzindo alimentos - cultivadas de modo sustentado há muitos
anos - é inviável de acordo com a lei atual.
"Em um momento de forte demanda por alimentos e preços subindo, adotar
tais medidas aumentaria a inflação e desestabilizaria a economia",
afirmou. Leitão defendeu a manutenção da legislação atual e das medidas
provisórias editadas durante os anos.
Outro assunto debatido foi a questão das APPs - Áreas de Preservação
Permanente. Leitão atribuiu a tragédia no Rio de Janeiro à ocupação de
APPS. Ramalho ponderou que naquele caso as áreas que escorregaram eram
áreas de floresta e lamentou que a tragédia fosse usada para fins
políticos por alguns ambientalistas.
Ainda com relação às APPs, Leitão discordou da proposta de redução 30
para 15 metros das APPs em rios com menos de 5 metros de largura. De
fato, o deputado Aldo Rebelo manteve em seu relatório as definições de
APPS atuais, apenas com a alteração mencionada. É verdade também que a
APP era de 5 metros na lei original e foi modificada para 30 metros por
Medida Provisória.
Para o presidente da Rural, o melhor seria fazer como em outros países,
onde a ocupação dessas áreas é feita de modo racional, com análise de
técnico habilitado.
"Ficou claro pela experiência de décadas de tentativas de aplicação do
Código Florestal que as definições de APPs tal como estão na legislação
atual são muito simplistas, inaplicáveis na maior parte dos casos."
Ramalho ressaltou que todas as questões serão discutidas amplamente, de
forma democrática, no projeto no Congresso Nacional e isso contribuirá
para que sejam tomadas as melhores soluções para a sociedade brasileira.
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COMENTÁRIOS
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DODSON MARTINS DE LIMA | RONDONÓPOLIS - MT
Não tive a aportunidade de assistir ontem a esse debate, e estou agora assistindo e vejo q o Sr: Sergio Leitão esta completamente por fora das questões ambientais, principalmente da lei atual( quanta inquinorãncia) de uma pessoa que se diz entendido....Engraçado que so ele fala quando o Cesario Ramalho vai falar ou ate o Apresentador João Batista ele não deixa será porque heim? Ele não deixa a outra parte falar a verdade!! Assino embaixo de tudo que o Sr: Almir José Rebelo diz!!! Na outra entrevista que teve na terça, com o representante do SOS mata Atlântica o mesmo questiona porque agora os produtores querem mudar a lei pois bem eu digo meu Sr pelo simples fato de que agora estamos sento perseguidos, presos e com processos na justiça! por que infelizmente so assim o produtor acorda para a realidade!!! abraço a todos produtores!!
Estão vendo? A estratégia deles continua a mesma! Se deixar só eles falam. E já começou mentindo"mata ciliar" cilios -olho, teria que perguntar se o tamanho dos cilios é de acordo com o tamanho do olho? Brincou que era careca devido a ser igual o Brasil: sem "reserva legal" Ele propositadamente não leu que segundo a Embrapa, o Brasil tem 26% de UCs + terras Indígens; 16,9% APPs e 31,5% de Reserva legal totalizando de reserva legal 268 milhões de hectares. E estupido o erro para dizer que não tem nada. Dos 851 milhões de hectares do Brasil 70% e coberta com esse itens: mais de 600 milhões de hectares. É muita cara de pau! Mas não nos assustemos, eu já conheço esse filme. Duvido que em 1930 o Código tenha sido elaborado por Agrônomos e também em 1965. Como Agrônomo apoio e exijo a reforma do Código florestal, pois em 1930 e 1965 eramos importadores de alimentos, e para sermos celeiro do mundo, e seremos, Vamos mudar o Código Florestal. Dizer qua o relatório do Dep. Aldo é "nocivo" é uma afronta a inteliência humana. Relacionar o Código com os desastres do Rio de Janeiro chega a ser criminoso e é questão de segurança nacional.Esse sujeito pratica o terrorismo e atribui a nós isso. Pessoal: Vamos nos unir e fazer eles respeitar o Brasil e seus produtores. Dizer que sanga não é rio nem cursos de agua, é não ler a lei que define como cursos de agua até 10 metros de largura, pode ter o,1 m está enquadrado sim. Isso é nos jogar contra a opinião pública. Isso é terrorismo, é issitação, deveria ser processado. Mas o problema é que eles mandam no Ministério do Meio Ambiente. Daí a petulante certeza que a "Dilma veta"! Foi assim nos transgênicos! A saída é nossa união e ir a Brasília! Dia 14 de fevereiro de 2011 as 9 horas receberebos com muita honra em Tupanciretã o Deputado Aldo Rebelo e Outros a quem daremos o Troféu: AMBIENTALISTA DE OURO! estejam todos convidados. O que eles realmente querem é que protocolemos ou assinamos o TAC, aliás o TAC dos transgênicos foi a coisa mais ridicula do mundo. Não podemos assinar coisa nenhuma. Temos que mudar o Código. Somos contra a Averbação porque esse é o golpe que eles querem dar. Pergunto: qual é a finalidade de averbar Reserva Legal? Ambientalmente, economicamente e socialmente falando? Não tem fundamento. Vamos produzir de forma sustentável e não averbar coisa nenhuma. Essa é nossa posição. Averbar interessa a quem? Ao Brasil e aos produtores que não é! Vamos em frente e confiar que com o Dep. Aldo rebelo o assunto será diferente hoje.
Abraços.
Almir Rebelo