Em Lucas do Rio Verde (MT), chuvas contribuem e lavouras de soja apresentam boas condições

Publicado em 29/11/2016 10:53 e atualizado em 29/11/2016 16:36
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Produtores ainda estão atentos ao aparecimento da mosca branca nas plantações. Perspectiva é de recuperação na produtividade das lavouras depois das perdas da temporada anterior. Com recente alta na Bolsa de Chicago e no dólar, preços da saca da soja subiram na região e produtores retornaram aos negócios. Saca foi cotada entre R$ 65,00 a R$ 67,00.
Confira a entrevista de Carlos Simon - Pres. Sind. Rural Lucas do Rio Verde/M

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Em Lucas do Rio Verde (MT), chuvas contribuem e lavouras de soja apresentam boas condições

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Com as chuvas recentes, as lavouras de soja cultivadas na região de Lucas do Rio Verde (MT) apresentam boas condições. Nos últimos dias, grande parte da localidade foi beneficiada com precipitações entre 30 mm a 40 mm. Nesta temporada, cerca de 95% do plantio do grão foi finalizado dentro do mês de outubro.

“As plantações registram bom desenvolvimento vegetativo e a perspectiva é de uma boa produtividade na soja nesta safra”, destaca o presidente do Sindicato Rural do município, Carlos Simon.

Em relação à sanidade das lavouras, a liderança reforça que, por enquanto, as lagartas têm sido controladas e a preocupação maior ocorre ao longo do mês de janeiro. Porém, os agricultores já realizaram aplicação de fisiológico para o controle da mosca branca nas plantações.

Comercialização

Em meio à recente valorização cambial e os ganhos registrados na Bolsa de Chicago, os preços da soja reagiram e os produtores retornaram aos negócios. A saca foi negociada com valores entre R$ 65,00 a R$ 67,00. “São valores razoáveis e que começam a remunerar os produtores. Claro que precisamos de uma produtividade boa, entre 54 a 55 sacas do grão por hectare”, destaca Simon.

Além disso, o presidente do sindicato ainda sinaliza que, muitas dívidas da safra passada, que foi severamente afetada pelo clima irregular, ainda precisam ser quitadas. “Os produtores estão carregados de empréstimos, se não colher bem e vender razoavelmente, a situação ficará ainda mais difícil”, alerta.

Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas

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