Scot Consultoria: Mercado estável em São Paulo

Publicado em 13/12/2023 15:07

Com a escala de boiadas feita com certa facilidade, os preços ficaram estáveis na comparação feita dia a dia. Apesar disso, negócios pontuais acima da referência foram reportados para bovinos com bom acabamento.

A cotação do “boi comum” está em R$242,00/@, a da vaca em R$220,00/@ e a da novilha em R$237,00/@, preços brutos e a prazo.

O “boi China” está sendo negociado em R$248,00/@, preço bruto e a prazo. Ágio de R$6,00/@.

Região de Dourados em Mato Grosso do Sul

A cotação do boi subiu R$1,00/@ na comparação diária. Para as demais categorias, os preços estão estáveis.

O boi comum está sendo negociado em R$235,00/@, a vaca em R$217,00/@ e a novilha em R$223,00/@, preços brutos e a prazo.

O “boi China” está sendo negociado em R$240,00/@, preço bruto e a prazo. Ágio de R$5,00/@.

Região de Paragominas no Pará

As cotações estão estáveis.

O boi comum está sendo negociado em R$228,00/@, a vaca e a novilha em R$220,00/@, preços brutos e a prazo.

O “boi China” está sendo negociado em R$228,00/@, preço bruto e a prazo. Sem ágio.

Região Sul de Minas Gerais

Com maior dificuldade de compra de vacas, a cotação subiu R$2,00/@. Preços estáveis para as demais categorias.

O boi está sendo negociado em R$220,00/@, a vaca em R$205,00/@ e a novilha em R$210,00/@, preços brutos e a prazo. Não há referência para o “boi China” na região.

Fonte: Scot Consultoria

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Carne bovina do Brasil tem outros destinos para driblar cota da China, diz Abrafrigo
Novos recursos para o programa de recuperação sustentável das pastagens com o Renova Pasto do Rabobank
Fluxo firme de exportações, carne valorizada no mercado interno e redução na oferta de animais motivam alta da arroba do boi
Capim híbrido mais eficiente nas áreas de semiárido do Brasil, com resistência ao clima e alto valor nutricional
Cenário positivo para arroba do boi conta com demanda exportadora forte, mercado interno com carne valorizada e redução gradativa dos abates
Países mais exigentes em qualidade da carne estimulam frigoríficos a usar tecnologia para medir teor de gordura