Feijão: As referências do nota 9 R$ 144, nota 8,5 R$ 130, nota 8 R$ 110 e nota 7 R$ 90,00

Publicado em 29/04/2014 16:00 619 exibições

Feijão Carioca: Qual a situação das vendas no varejo? O mês de abril foi normal? Na avaliação das vendas de abril aparece um dado curioso. Além da percebida redução do consumo de feijões comerciais os empacotadores registram queda no volume vendido do mês. Tanto no mês de março quanto abril a grande maioria registrou menor volume vendido. Empacotadores de Goiânia, Brasília, Recife, Curitiba, Salvador assinalam queda nas vendas nestes dois meses. Alguns teriam registrado 20/25% a menor no volume vendido quando comparado ao ano passado. Assinalam que a inflação e a conseqüente perda de poder aquisitivo pode ter sido a razão disso. Como o volume de feijões nota 8,5 acima foi muito baixo, hoje é complicado estimar o volume de feijões entre nota 7 e 8 disponível no mercado. Assim sendo, a referência para estes feijões passa a ser virtual, pois são escassos os negócios. Temos visto negócios entre R$ 65/75 no Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás. Contudo, ainda existe bom volume no interior de São Paulo e Minas Gerais. Já para os feijões de melhor cor, 8,5 acima, observam-se negócios entre R$ 120/130 e com tendência de queda. As lavouras no Paraná da segunda safra começam a ser colhidas agora. Existem áreas plantadas com atraso que serão colhidas até o fim do mês de maio. As noites frias, próprias desta época do ano, deverão resultar em feijões mais miúdos. Em São Paulo na bolsinha houve entrada de cerca de 28.000 sacos com sobras de 23.000 sacos as 07h30min. As referências foram para o nota 9 R$ 144,00; nota 8,5 R$ 130,00; 8 R$ 110,00 e nota 7 R$ 90,00. 

Feijão Preto: O volume de feijão preto ofertado continua baixo na região Sul. Há lotes de feijões colhidos da primeira safra, entretanto muitos estão com sua qualidade afetada pois os melhores lotes foram vendidos. A Argentina registra o início da colheita. É provável que tenhamos os primeiros lotes atravessando para o Brasil após dia 15/20 de maio. A qualidade ao que tudo indica será muito boa. Os campos estão ótimos na região norte da Argentina. Os preços a princípio poderão variar entre US$ 900/950 com tendência de queda, no que depender do Brasil. No entanto não estaremos sozinhos como compradores. Como os preços da China estão elevados e a próxima safra do hemisfério norte será apenas em outubro a perspectiva é que outros países do Caribe a Venezuela e Cuba poderão influenciar nos preços. Ontem no mercado interno registramos negócios no Paraná por R$ 145/150  ao produtor FOB fazenda e R$ 160/170 posto nas capitas da região sudeste, mas com tendência de baixa nos preços.

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Correpar

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