Análise de mercado do feijão

Publicado em 26/04/2010 16:19 e atualizado em 27/04/2010 14:14 668 exibições

FEIJÃO CARIOCA – Esta segunda-feira tende a ser de muita pesquisa por parte dos empacotadores de feijão. Esperava-se que com início do período de colheita da segunda safra houvesse um forte recuo nas cotações, mas coincidentemente muita chuva na semana passada pode ter atrapalhado esta tendência. Ainda nesta semana as chuvas tendem a continuar em menor intensidade, mas certamente atrapalhando os trabalhos de colheita. Permanece o sério problema de falta de qualidade, agora agravado pelas chuvas. Durante o fim de semana muitos produtores, em contato com a Correpar, relataram preocupação com o clima e também com a baixa produtividade de suas lavouras. O referencial de preço para este início de semana, em Minas Gerais para Pérola nota  9,0 é até R$ 135/140,  já em Santa Catarina nota 8 por R$ 115/120 . Em São Paulo, nesta madrugada, no atacado o nota 9 teve como referencia  R$162,00, nota 8,5  R$ 150,00 e nota 8 ao preço de R$ 138,00.             


FEIJÃO PRETO  - Ocorre o mesmo fenômeno climático na região de colheita da segunda safra de feijão preto no Paraná e em Santa Catarina, ou seja, chuvas impediram os trabalhos de colheita no final de semana. Na Argentina já se trabalha com a expectativa de quebra de safra em função da estiagem longa a que foram submetidas as lavouras de Salta, Tucumã e Jujuy e Catamarca. Porém, é muito cedo para se esperar reação nos preços por conta disso. Espera-se que a necessidade de vender os produtores menores force o mercado em breve. Porém, obviamente tudo dependerá agora do clima também além do comportamento de outros países que por ventura tenham necessidade de abastecimento daquela origem. Previsões indicam novamente chuvas para este inicio de semana no Paraná. No campo as referencias do final da semana passada eram de R$ 85 FOB. Hoje pela manhã em São Paulo foram reportados negócios por  R$  108,00 CIF São Paulo.  Este nível provavelmente será parecido para o dia de hoje nos  negócios a serem realizados com o  Rio e Belo Horizonte - a capital com maior consumo per capta no Brasil.

 

mercado atacadista do bras

 

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preco pago ao produtor nas fontes

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Fonte:
Correpar

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