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A bioenergia e o Renova Bio: renovação da boa esperança

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Fato positivo no agro brasileiro

 

O Brasil é tido como um dos países mais avançados no biocombustível. Substituímos 36% da gasolina pelo álcool e 8% do diesel fóssil por biodiesel.

 

Somos ainda, mesmo com trancos e barrancos e superando desmandos e desgovernos, o segundo maior produtor mundial de etanol e biodiesel.

 

Sem contar o potencial para biogás, com biometano, bioquerosene, bioeletricidade, e mesmo produção de emergia elétrica a partir das usinas de açúcar e álcool.

O que tem faltado? Estabilidade, regulação e a necessidade de um acordo institucional e político para olharmos o futuro numa perspectiva de longo prazo e podermos obter um planejamento para investimentos de ciclos longos, como o setor exige.

 

A tendência planetária, com Trump ou sem Trump, será curtir um bom rock da banda “Super Tramp” numa energia, ou melhor num planeta de Bioenergia… cada vez mais.

 

O mundo se moverá, e será movido por uma biossociedade.

 

O ‘Renova Bio’, como afirma o especialista Plinio Nastari, “É uma proposta  de regulação que visa a induzir ganhos de eficiência energética na produção e no uso de biocombustíveis e reconhecer a capacidade de cada energético contribuir para o atingimento de metas de redução de emissões de carbono”.

 

Inteligente no ‘Renova bio’ é não tratar os fosseis como inimigos, aliás o maniqueísmo do bem versus o mal, representa uma ignorância e não cabe mais na inteligência das novas lideranças que nos levem ao futuro.

 

Da mesma forma, o ‘Renova Bio’ traz aspectos importantes de meritocracia, e dentro disso, o programa Rota 2030, administrado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior objetiva ampliar uma frota de híbridos flex para etanol e células de combustível movidas a etanol.

 

As diretrizes do ‘Renova Bio’ foram aprovadas pelo Conselho Nacional de Política Energética.

 

E se forem seguidas e cumpridas essas orientações o Brasil será campeão mundial na redução de emissão de gases de efeito estufa por veículos flex brasileiros rodando a etanol, Comparados aos veículos elétricos na união europeia, em 2040.

Quem diria que o agronegócio derrubaria o sistema

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A empresa JBS foi transformada na maior empresa de carnes do planeta e na 4° maior de alimentos do mundo.

Os irmãos Joesley e Wesley, donos da JBS, combinaram uma delação premiadíssima, com direito a gravações, áudios e vídeos, e explodiram tudo.

Será que explodiram a JBS também, num faturamento anual de cerca de 50 bilhões de dólares, antes da desvalorização do mesmo depois do impacto dos últimos dias?

 

Uma brincadeira que rola pelas redes sociais é que o Brasil é o único país do mundo que tem um frigorífico que “abate’ presidentes.

Agora o que interessa e nas consequências da cadeia produtiva inteira que envolve a JBS como a locomotiva, a campeã das carnes no país e no mundo, o choque de credibilidade dos seus fundadores; donos e controladores são difíceis de se separarem.

A tal da confiança fica abalada, e temo sim pelos produtores rurais alinhados a empresa e os efeitos críticos dentro do agronegócio.

Além disso, as entidades do setor pedem a continuidade das reformas, como a trabalhista no campo; e que o legislativo não pare nesse momento de inoperância do Executivo.

Dentre todos os setores brasileiros, o agro continua sendo o mais independente; o dólar valorizou, e para uma boa parte do agro, com uma Super Safra de mais de 230 milhões de toneladas, a notícia agrada, pois com a queda do preço das commodities, o câmbio compensa. E a soja mantém um preço atraente em real.

Daqui pra frente, está na hora do agro criar uma voz única. De haver uma integração das milhares de entidades espalhadas pelo país.

E faço aqui uma sugestão: que as cooperativas brasileiras representem o setor, por três razões:

1 – Tem legitimidade representativa, mais de um milhão de produtores rurais.

2 – Significam a metade de todo agro do país.

3 – São exemplos de progresso, não apenas dos cooperados, mas da sustentabilidade e das comunidades onde estão instaladas.

Um agro, uma voz, uma representação capilar e legítima. Por quê não o cooperativismo brasileiro?

Informação, a saúde do capital da produtora e produtor rural

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No Congresso Brasileiro do Agronegócio da Abag, realizado ontem em São Paulo, os principais temas debatidos envolveram a liderança, o protagonismo e a ética no futuro do agronegócio nacional.

Luiz Carlos Corrêa Carvalho, o presidente da Abag, afirmou que precisamos unificar e termos uma voz mais unida e uníssona, sobre os pontos estratégicos do agronegócio do país. Existem muitas associações, e muitas vezes não nos comunicamos bem entre nos mesmos, afirma o presidente da Abag.

Precisamos de protagonismo no agronegócio, isso significa termos um projeto vital e fundamental para cumprirmos o que o mundo espera do Brasil, crescer em 40 % a produção brasileira nos próximos 10 anos.

Nesse Congresso, da mesma forma, o tema da ética deve prevalecer no comando do Agronegócio Brasileiro. E ética estará associado com qualidade de produção, sustentabilidade e confiança ao longo de toda a a cadeia produtiva.

O Brasil possui conhecimento, informação e tem gente muito bem preparada. Precisamos de um plano do agronegócio brasileiro, integrando as principais cadeias produtivas nacionais, e nesse sentido, está na hora da iniciativa privada tomar para si o rumo da história, o tão desejado protagonismo, e espantar a vitimização.

 

Congresso Brasileiro de Agronegócio

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Na próxima segunda feira, dia 8 de agosto, teremos em São Paulo um dos maiores congressos de agronegócio do mundo, o Congresso Brasileiro de Agronegócio da Associação Brasileira de Agronegócio – ABAG.

O tema desse ano é Liderança e Protagonismo, assuntos sagrados. O setor tem milhares de entidades e associações, não permitindo uma voz única e uníssona para os pontos nevrálgicos e fundamentais do setor, como seguro rural, investimentos para o novo salto de produtividade dos próximos anos, agricultura digital, a planificada agropecuária do país, tributos, logística e mesmo aproximação e estímulo para a agroindústria local geradora de valor agregado na produção brasileira.

Na segunda feira, o Congresso tratará do setor não como vítima, mas como protagonista da história brasileira. O velho conceito de agropecuária como o setor atrasado já era, já ficou no passado e, se antes dizí­amos “filhos, estudem para não ficar na roça”, agora falamos “filhos, estudem para atuar no setor da roça tecnológica e digital”.

Além dos temas centrais, outro pé deste Congresso da Abag é a ética. Sem  a ética pode se ter estética, mas não tem futuro.

Dia 8 de agosto, próxima segunda feira, acompanhem o Congresso da Abag em São Paulo, também pelo site www.abag.com.br.

 

5 de agosto de 2016 as 8:00