Fala Produtor

  • Fabio Giocondo Arapongas - PR 26/10/2006 00:00

    “Até o faxineiro vai aplicar dinheiro no mercado financeiro...”. “Desafio alguém do ministério ou qualquer economista a vir aqui debater e explicar que o que dissemos está errado!”. “O povo vai votar com a barriga!”. O produtor rural é % pequeno na capacidade de influir e eleger candidatos. Isso muda quando nossa atividade decide não plantar, os reflexos são sentidos na sociedade. A crise não passou, o produtor vai plantar mal! Neste caso, e somente por isso, a crise do agronegócio está chamando atenção dos candidatos, que passada a fase eleitoral, continuarão na mesma onda. Vide bula: "A persistirem os atuais resultados, um médico deveria ser consultado!"

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  • Elizeu Afonso Cremonese Palotina - PR 26/10/2006 00:00

    Jamais nos meus anos de agricultor imaginei presenciar tamanho desleixo com os produtores rurais, e com a política onde somos dominados por um grupo arcaico, que dá o suor da nação para quem simplesmete não quer trabalhar, e quem trabalha é roubado literalmente. Primeiro vemos figuras interessantes como o governador Blairo ser comprado e prejudicar a classe, depois vemos os institutos ambientais através de leis porcas, votadas por deputados que não tem compromisso com a nação, quererem 20% das terras dos brasileiros para fins ambientais, nada injusto desde que em todos os contracheques dos Brasileiros fosse descontado a mesma quantia para o mesmo fim. Ainda vemos sindicatos rurais centralizados, colocar seus filiados na justiça por falta de pagamento mesmo esse indivíduo nunca ter passado nem perto do mesmo ou precisado de algo. Por isso que digo: brazil,brazil,brazil com letra ninúscola e Z de de dominado por outras nações.

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  • Fabio Giocondo Arapongas - PR 25/10/2006 00:00

    É preciso encarar os fatos com realidade e acatamento. O povo brasileiro votará e expressará sua intenção de voto. Isso é democracia. Em um país pobre, a maioria tem interesse maior em alimentar-se com comida barata, transporte e moradia a preços baixos. Pois bem, quanto ao futuro, nosso segmento deverá oferecer quantidade a quem do potencial brasileiro, não por ira, mas por incapacidade de produção. O país terá que exportar dólares da reserva do tesouro para "adquirir" alimentos como arroz, fato contrastante com o país que cantava em verso e prosa no início do governo lula o sucesso do agronegócio. Todos devemos reavaliar o que e quanto plantar, uma vez que o país dá resposta clara ao agricultor, quer alimentos baratos, ainda que às custas da quebra do setor! Agricultor, "caia na real"!

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  • ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 25/10/2006 00:00

    A Ratoeira...<br /> Antes de relatar-lhes esta met&aacute;fora ou verdadeira f&aacute;bula, nossos agradecimentos &agrave; Ro&ccedil;adeiras Dalle Vedove, Paulo E. Paglioli, Jordani R. Ferrari e &agrave; Val&eacute;ria C. P. Vasques que no dia passado subscreveram a inten&ccedil;&atilde;o de se tornarem subscritores deste site.<br /> A pequena hist&oacute;ria reflete exatamente o esp&iacute;rito solid&aacute;rio que &eacute; necess&aacute;rio hoje em dia para vencer as adversidades. Quem pensa que o problema dos outros n&atilde;o lhe afeta, pode estar totalmente enganado... Veja:<br /> A ratoeira:<br /> O Fazendeiro e a sua esposa foram para a cidade. Depois da volta, um rato que estava olhando pelo buraco da parede, v&ecirc; o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado.<br /> Correu ao p&aacute;tio da fazenda advertindo a todos os bichos: H&aacute; uma ratoeira na Fazenda... H&aacute; uma ratoeira na Fazenda!<br /> A galinha respondeu:<br /> - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas n&atilde;o me prejudica em nada, n&atilde;o me incomoda.<br /> O rato foi at&eacute; a pocilga e disse ao porco:<br /> - H&aacute; uma ratoeira em casa, h&aacute; uma ratoeira na Fazenda!!!<br /> O porco respondeu:<br /> - Desculpe-me Sr. Rato, mas n&atilde;o h&aacute; nada que eu possa fazer, a n&atilde;o ser rezar. Fique tranq&uuml;ilo que o senhor ser&aacute; lembrado nas minhas preces.<br /> O rato dirigiu-se ent&atilde;o a vaca. E ela lhe disse:<br /> - O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que n&atilde;o!!!<br /> Ent&atilde;o o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para encarar sozinho a ratoeira da Fazenda.<br /> Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua v&iacute;tima.<br /> A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela n&atilde;o viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...<br /> O fazendeiro a levou imediatamente ao Hospital. Ela voltou com febre. <br /> E todo mundo sabe que para alimentar algu&eacute;m com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.<br /> Como a doen&ccedil;a da mulher continuava, os amigos, parentes e vizinhos vieram visit&aacute;-la. Para aliment&aacute;-los, o fazendeiro matou o porco.<br /> A mulher n&atilde;o melhorou e acabou morrendo.<br /> Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro ent&atilde;o sacrificou a vaca, para alimentar aquele povo todo.<br /> Conclus&atilde;o: &quot;Na pr&oacute;xima vez em que voc&ecirc; ouvir dizer que algu&eacute;m est&aacute; diante de um problema e acreditar que o problema n&atilde;o lhe diz respeito, lembre-se que, quando h&aacute; uma ratoeira na casa, a fazenda est&aacute; correndo risco.&quot;

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  • Luciano Pompilio Brescansin Anaurilandia - MS 25/10/2006 00:00

    Depois não choremos o leite derramado.Vamos nos associar produtores desunidos.

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  • Paulo José Iuhniseki São Gabriel do Oeste - MS 25/10/2006 00:00

    Ana Amelia Lemos e Desabastecimento. Ana, Favor perguntar ao candidato LULA, se come&ccedil;ar a faltar comida e o pre&ccedil;o subir exageradamente, de quem ser&aacute; a culpa e, se realmente vai importar para prejudicar o emprego dos trabalhadores rurais e urbanos.<br /> SUGIRO AQUI que os produtores reflitam sobre a GREVE DA AGRICULTURA em 2007, ou seja, n&atilde;o plantar a safrinha com o objetivo do desabastecimento, talvez assim, seremos valorizados.

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  • Marcio Anildo Molinet Campo Erê - SC 24/10/2006 00:00

    PRESIDENTE QUE ROUBA DA POPULA&Ccedil;&Atilde;O TEM 1 DEDO A MENOS NA M&Atilde;O. Essa &uacute;ltima pesquisa para presid&ecirc;ncia &eacute; de dar medo, j&aacute; n&atilde;o basta neste &uacute;ltimo ano um grupo do MST invadir 3 &aacute;reas aqui no nosso munic&iacute;pio e o Lulla ainda me fala que se o pre&ccedil;o do alimento subir vai comprar de fora para manter os pre&ccedil;os baixos. Se o Lulla ganhar dai sim estaremos em um mato sem cachorro, n&atilde;o teremos mais a quem recorrer s&oacute; nos resta rezar ou ent&atilde;o ir pra rua e lutar pelo que &eacute; nosso, exigir nossos direitos. J&aacute; que o presidente fala tanto em movimento social dever&iacute;amos criar um, nem que seja o MSP (Movimento dos sem presidente), sair nas ruas, fechar estradas, acampar em Bras&iacute;lia e mostrar a for&ccedil;a que nossa classe tem. Enfim, encontrar um meio de olharem para nosso setor e nos tratarem com o devido respeito.

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  • Claudiomar Franco da Silva Alto Boa Vista - MT 24/10/2006 00:00

    Eu tinha visto dias atraz o ministro da agricultura dizer numa entrevista na rede tv que não via nenhum problema em importar trigo, e ontem no debate da record o presidente Lula falou que não vê problema em importar arroz. É lamentavel que pessoas tão importante pessem desta forma, pois os produtores brasileiros estão cada vez mais pobres e endividados enquanto produtores de paises como Est. Unidos são subisidiados pelo governo

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  • Rodrigo Wollmann Quinze de Novembro - RS 24/10/2006 00:00

    Sou estudante de agronomia (UFSM) e filho de um produtor rural, quero prestar um agradecimento a voc&ecirc;s, Jo&atilde;o Batista, Miguel Daoud, por passarem as not&iacute;cias de forma integra e com a vis&atilde;o do produtor rural. O programa de voc&ecirc;s deveria ser &agrave;s 20 h da noite e na Globo, para que uma maior parte da popula&ccedil;&atilde;o ter acesso a este importante informe da realidade do pa&iacute;s. Estou indignado com a atual situa&ccedil;&atilde;o da agricultura, causado n&atilde;o pela seca, seca sempre teve, mas por um governo em desacordo com o que a agricultura desse pa&iacute;s precisa, um governo que n&atilde;o tem vis&atilde;o de desenvolvimento, um governo que pratica a maior taxa de juros do mundo, um governo que prefere ajudar especuladores em vez de ajudar quem investe no desenvolvimento do pa&iacute;s, aumenta as taxas do seguro (proagro), um governo que mais que dobra o pre&ccedil;o do diesel em 4 anos e ainda diz que ajudou o setor produtivo, um governo que quebrou as ind&uacute;strias de m&aacute;quinas agr&iacute;colas do Rio Grande do Sul e diz que criou empregos. Esta &eacute; a minha opini&atilde;o e de quase todos os estudantes de agronomia da Universidade Federal de Santa Maria.

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  • Carlos Alberto Alvarenga Paranacity - PR 24/10/2006 00:00

    Sr. Jo&atilde;o Batista Olivi, no debate Presidencial ocorrido ontem (24/10) na TV Record, o candidato Lula afirmou ter seu governo, n&atilde;o o anterior, criado o seguro agr&iacute;cola. Em seguida, o candidato Alckmin retrucou n&atilde;o ter sido criado seguro agr&iacute;cola nenhum; Os dois candidatos est&atilde;o certos; Sabemos que este seguro foi criado no final de setembro passado, atrav&eacute;s de acordo assinado entre a Cia. Alian&ccedil;a de Seguros do Brasil, o Banco do Brasil e o Governo Federal; O pr&ecirc;mio varia de acordo com a produtividade da regi&atilde;o, quanto maior a produtividade, tanto menor o pr&ecirc;mio, e vice-versa. Ou seja, quanto mais necessitado o produtor, maior ser&aacute; o seu disp&ecirc;ndio. Para reduzir o custo do produtor, o Tesouro Nacional arcar&aacute; nesta safra com 50% do pr&ecirc;mio. Ap&oacute;s a elei&ccedil;&atilde;o, ser&aacute; dif&iacute;cil adivinhar quem arcar&aacute; com o custo total do seguro; A cobertura tamb&eacute;m varia; quanto maior a produtividade, maior a cobertura, e vice-versa. Novamente o produtor mais necessitado ser&aacute; penalizado; Vamos considerar o nosso caso espec&iacute;fico. Nossa fazenda est&aacute; localizada no noroeste do Paran&aacute;, terra de arenito, de baixa produtividade. Entretanto a terra onde plantamos &eacute; roxa, de alt&iacute;ssima produtividade. Nunca negociamos / prorrogamos d&iacute;vidas junto ao Banco do Brasil (30 anos de envolvimento), sempre as liquidamos nos vencimentos, ou mesmo antes (caso dos custeios, que foram liquidados ap&oacute;s a venda dos produtos). Estamos entre os primeiros clientes do Banco do Brasil a operar no mercado futuro, de milho e soja. Entretanto, o pr&ecirc;mio do nosso seguro, como o de todos os outros produtores da regi&atilde;o, ser&aacute; de 2,4% sobre o valor do nosso projeto (nesta safra o governo pagar&aacute; outros 2,4% sobre o mesmo valor); a cobertura do seguro ser&aacute; de apenas 15 sacos de soja por hectare (ou 36.3 sacas por alqueire), ou seja, de 55% do valor do projeto. Todo seguro, de vida, auto, etc., o pr&ecirc;mio incide sobre o valor de cobertura. N&atilde;o entendemos porque o rural n&atilde;o segue a mesma linha; &bull; O seguro agr&iacute;cola &eacute; compuls&oacute;rio a todos os clientes do BB que necessitam de financiamento agr&iacute;cola. O atraso na contrata&ccedil;&atilde;o dos empr&eacute;stimos desta safra, e as dificuldades enfrentadas por todos os agricultores brasileiros nos &uacute;ltimos dois anos, for&ccedil;ar&atilde;o sem d&uacute;vidas, a aceita&ccedil;&atilde;o deste seguro obrigat&oacute;rio; &bull; Para n&oacute;s, e muitos outros agricultores, trata-se, simplesmente, de um aumento dos nossos custos (e do governo); &bull; Acredito que esta obrigatoriedade seja inconstitucional. Ser&aacute; que seus advogados poderiam verificar isto?

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  • Enzzo Cesare Batistella Maringá - PR 24/10/2006 00:00

    Jo&atilde;o Batista e Miguel. Logo ap&oacute;s assistir o debate, n&atilde;o resisti em fazer um coment&aacute;rio do candidato Lula...Quando questionado sobre ao aumento do arroz, ele disse: &ldquo;Deus me livre se o arroz subir... Teremos de importar arroz para o pre&ccedil;o n&atilde;o subir e chegar ao consumidor mas barato...&rdquo;. Conclus&atilde;o, estamos realmente perdidos se Lula for reeleito, ser&aacute; o fim do produtor rural do Brasil. Quando ouvi esse coment&aacute;rio quase ca&iacute; do sof&aacute;, gostaria que voc&ecirc; e o Miguel comentassem esse relato, por favor, seja realista, chegamos ao fim. O que faremos? Obrigado pela aten&ccedil;&atilde;o.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 23/10/2006 00:00

    <p>Flexibiliza&ccedil;&atilde;o... este &eacute; o nome do jogo.<br />Algu&eacute;m recorda que ap&oacute;s a &eacute;poca que o FHC nos chamou de &quot;NEFELIBATAS&quot; (Procure no Dicion&aacute;rio), veio a tal de globaliza&ccedil;&atilde;o e junto com ela a palavra da moda, al&eacute;m de privatiza&ccedil;&atilde;o era a &quot;flexibiliza&ccedil;&atilde;o&quot;?<br />Pois &eacute;, depois de dar seq&uuml;&ecirc;ncia a uma infinidade de pol&iacute;ticas do governo anterior, nalgumas exagerando na dose - o Sr. LULA deu &ecirc;nfase a uma delas... e, que &ecirc;nfase!: &agrave; FLEXIBILIXA&Ccedil;&Atilde;O.<br />Flexibilizaram at&eacute; a &eacute;tica!<br />Como se sabe, a &eacute;tica faz a moral, a moral faz o costume e o costume faz a lei...<br />portanto me parece que a &uacute;nica sa&iacute;da que temos &eacute; &quot;legalizar&quot; a corrup&ccedil;&atilde;o, afinal a Constitui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o estabelece direitos iguais para todos? he he he<br />Neste sentido n&atilde;o ser&aacute; t&atilde;o ruim que eles permane&ccedil;am no governo agora, isto &eacute; muito melhor do que voltarem em 2010 - pelo menos assim, poder&atilde;o colher &quot;as tempestades&quot; dos &quot;ventos&quot; que semearam...<br />Estou convicto que a partir do in&iacute;cio de 2007 as primeiras tempestades come&ccedil;ar&atilde;o a aparecer nas prateleiras dos supermercados.<br />A&iacute; sim os n&uacute;meros dir&atilde;o a verdade.</p>

    <p><font color="#ffffff">.</font><br /></p>

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  • ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 23/10/2006 00:00

    Mais uma prova da in&eacute;pcia da maioria dos produtores... <br />Coloco aqui o artigo abaixo, da Associa&ccedil;&atilde;o dos Criadores de Su&iacute;nos... quem sabe assim atinge mais alguns leitores.<br />O fato &eacute; que a maioria dos nossos colegas n&atilde;o sabem ser&nbsp; &quot;pr&oacute;-ativos&quot; e s&oacute; sabem chorar o leite derramado. A&iacute; sim ficam valentes, bem valentes!<br />Cad&ecirc; o esp&iacute;rito previdente minha gente? Pelo visto a iniciativa de ao menos cadastrar-se para ficar apto para alguma coisa, l&aacute; &eacute; tal qual como em outros locais...<br />Veja o artigo:<br />O Poder de representatividade (ACCS) <br /><br />Tenho sido bastante insistente e cr&iacute;tico quanto e at&eacute; onde vai nosso poder de representatividade. &Agrave;s vezes chego a me perguntar: Ser&aacute; que valem a pena tanto esfor&ccedil;o, desgaste e insist&ecirc;ncia para que nosso suinocultor tenha uma melhor qualidade de vida? At&eacute; onde o produtor est&aacute; disposto a lutar contra o atual modelo de suinocultura ou ser&aacute; que est&aacute; satisfeito? At&eacute; quando vamos conviver com realidades t&atilde;o distintas? O Brasil &eacute; considerado o celeiro do mundo. Os outros pa&iacute;ses temem quanto ao poder competitivo do Brasil. <br /><br />Temos uma diversidade de produtos com qualidade invej&aacute;vel e pre&ccedil;os compat&iacute;veis, pois temos o menor custo de produ&ccedil;&atilde;o do mundo e n&oacute;s aqui temos medo de produzir e n&atilde;o ter mercado. Ser&aacute; que n&atilde;o est&aacute; faltando em primeiro lugar, uni&atilde;o da cadeia em torno de um foco? Produtores, ind&uacute;stria e governo buscam o mesmo objetivo, mas em campos opostos. Um exemplo disso se deu no semin&aacute;rio promovido pelo N&uacute;cleo Regional de Joa&ccedil;aba, que no mesmo dia uma agroind&uacute;stria da regi&atilde;o, fez um encontro t&eacute;cnico, tirando os produtores do evento que havia sido marcado com anteced&ecirc;ncia. <br /><br />Afinal, somos ou n&atilde;o part&iacute;cipes da mesma cadeia e elo da mesma corrente? Buscamos insistentemente o recadastramento dos suinocultores onde um dos objetivos &eacute; a compra de milho da Conab. Oferecemos benef&iacute;cios no com&eacute;rcio, fomos insistentes, pouco mais de 1/3 dos produtores fizeram o cadastro. Agora, quando houve a demanda e a Conab liberou milho na modalidade balc&atilde;o, houve um desespero por parte dos produtores. <br /><br />Ser&aacute; que s&oacute; assim que a Entidade &eacute; lembrada? Houve um produtor de Conc&oacute;rdia, que reside l&aacute; h&aacute; muito tempo, que me pediu onde era o pr&eacute;dio da Entidade que o representava. Afinal quem &eacute; a ACCS, seu corpo de funcion&aacute;rios e sua diretoria? Al&eacute;m de n&atilde;o contribuir financeiramente, n&atilde;o participa de forma ativa e cobra resultados? Precisamos saber onde estamos e onde queremos chegar, pois este caminho de desencontros s&oacute; nos leva ao desestimulo e a fal&ecirc;ncia.<br />Fonte: ACCS/Autoria n&atilde;o mencionada

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 20/10/2006 00:00

    Soja: &quot;Produtor deve negociar agora parte da safra e aproveitar o bom momento do mercado&quot;, Val&eacute;rio Marega Jr. (Renda Certa).<br /> Se negociar em d&oacute;lar, tudo bem. Mas em reais n&atilde;o. Mesmo que ven&ccedil;a o presidente Lula, a cota&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar ter&aacute; que ser recuperada at&eacute; a pr&oacute;xima safra. Com a baixa do barril de petr&oacute;leo, a gangorra pode ser nivelada sem alterar os pre&ccedil;os dos combustiveis, os verdadeiros respons&aacute;veis pela queda irrespons&aacute;vel ( para n&oacute;s produtores) do d&oacute;lar. Assim, a US$ 10,00 a saca. qualquer R$ 0,20 por d&oacute;lar, e eu penso em R$ 0,50, daria um bom dinheiro a mais para o produtor. Fechando em d&oacute;lar, concordo plenamente.

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  • Cláudio Sérgio Pretto Água Boa - MT 20/10/2006 00:00

    Concordo plenamente com o Sr. Diogo Otto de Dourados/MS, aliás é uma coisa que sempre questionei com amigos meus, porque não se faz um balanço dos assentamentos criados e assim possa-se saber, e cada assentamento quantos assentados originalmente ainda estão nos lotes, o que produzem, quantos já venderam os lotes e o destino dos que venderam e os financiamentos obtidos, como estão, quantos estão pagando.<br />

    Se isto for feito poderá ser mostrado ao MST e outros movimentos a ineficiência dos assentamentos e de seus assentados e poderá ser questionado se é viável continuar-se jogando dinheiro no ralo como se faz com esta "reformas agrárias" que se faz neste país.<br />

    Tenho pleno conhecimento disto, pois onde moro tem vários assentamentos e todos com a maioria dos lotes já vendidos.

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