Fala Produtor

  • Daniel Silva Peabiru - PR 27/03/2009 00:00

    Quero ressaltar a importância de programas que abordam a agropecuária brasileira, como o Notícias Agrícolas.

    Entretanto é preciso um mínimo de bom senso nessa abordagem. Se há algum problema, que tal se ouvirem todas as partes envolvidas? Se algum produtor faz algum comentário incoerente, por que não analisar o que foi dito?

    Exemplos reais ocorridos no programa desta sexta-feira à noite: o líder dos arrozeiros da Reserva Raposa Serra do Sol diz não saber o que o Governo quer com a decisão de desalojá-los da Reserva. Ora, FOI O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL que julgou e determinou. Por que sempre imputar "culpa" ao Governo.

    - um pecuarista prejudicado pelo fechamento de mais um frigorífico chora e culpa o Governo por tê-lo atraído para o local e para a atividade que agora lhe rendem prejuízo, e, pasmem, reclama por ter sido a quinta vez que leva calote de frigoríficos. Ora esse cidadão deve é sair da atividade já que por cinco vezes vendeu seu gado e não recebeu, e agora culpa o Governo por sua inoperância na gerência de seus negócios.

    Creio que os comentários irônicos do Sr. João Batista, após declarações como a destes produtores, não contribuem para uma discussão séria do problema, mas apenas deixam claro a insistente política da mídia brasileira de bombardear o atual Governo e culpá-lo por tudo que ocorre de ruim.

    É óbvio que a situação econômica atual não é boa. Mas, daí a divulgar que o Governo Lula esmera-se em atuar contra a agricultura, e mesmo contra o povo brasileiro, é não ter um mínimo de conhecimento do que se passou na história recente do país, ou então é pura má fé.

    Não é função destes programas acusar ou elogiar esse ou qualquer outro Governo. Mas, na minha opinião, é função sim levantar os problemas do setor e promover uma discussão isenta do assunto e, assim, contribuir para que surjam soluções.

    Grato.

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  • Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 27/03/2009 00:00

    Amigos, este sr. Silas Brasileiro, realmente, é um grande entreguista e com certeza pode ter a coragem de candidatar-se novamente a deputado e como representante dos cafeicultores. Consta também que estaria deixando o MAPA para assumir, imediatamente, uma cadeira na Câmara. Muito sucesso pra ele e aí vale aquela antiga máxima: "cada setor tem o representante que merece". (Prof. Clímaco Cezar ).

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    Publicado em: 27/03/09 às 15:34

    Fenicafé: Silas Brasileiro critica S.O.S. Cafeicultura

    O secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Silas Brasileiro, criticou, durante a abertura da XII Feira de Irrigação em Café do Cerrado, a Fenicafé 2009, o movimento S.O.S. Cafeicultura, realizado em Varginha no último dia 16. A manifestação reuniu, segundo dados da Polícia Militar, cerca de 15 mil pessoas, na Praça da Fonte, região central da cidade.

    Segundo Silas, o movimento teve a participação de políticos eminentes, mas faltou a presença da base governista, que foi representada apenas pelo deputado Odair Cunha (PT/MG). "Nenhum outro se fez presente e essa foi realmente uma falha da organização do nosso SOS Café", afirma, dizendo que os parlamentares são a voz ativa do povo junto ao governo Federal.

    Brasileiro disse ainda que a cadeia produtiva tem que entender que só existe um caminho "E este caminho é o do governo. Não há outra solução se não tivermos amparado pelos governantes", completa.

    "Temos que negociar e afinar as nossas pretensões dentro de Brasília. De nada adianta chegarmos na capital Federal com 20, 30 lideranças, quando na verdade basta apenas duas ou três com o mesmo discurso. O governo não sabe mais qual proposta adotar. Um parlamentar que às vezes não tem nenhuma ligação e nem conhece a cafeicultura, apresenta propostas. Depois, outro chega com uma proposta diferente e assim vai", declara, ao dizer que as lideranças devem fazer propostas concretas e adotar a mesma política em toda cadeia.

    Para ele, a fase hoje é diferente. "Não é mais aquela de dar murro na mesa, como aconteceu diversas vezes. É necessário dialogar. Precisamos definir o nosso real objetivo e apresentá-lo ao governo. O governo entende perfeitamente que a palavra é renda e que sem ela não adianta discutir outros fundamentos, mas esta renda tem que ser discutida dentro do CDPC (Conselho Deliberativo da Política do Café), envolvendo toda a cadeia café e não somente a produção. O trabalho isolado será exaustivo e sem o governo, ele será em vão", salienta.

    Para Brasileiro, é hora de amadurecer, organizar, negociar e não protestar. "Devemos apresentar propostas factíveis. De nada adianta sonhar, há uma realidade presente na crise mundial e ela se estende a nosso país, portanto devemos apresentar propostas reais, que podem ser realizadas", finaliza.

    Recuperação de preços

    Segundo o secretário, os preços do café no Brasil devem recuperar-se, assim como no mercado internacional, diante dos fundamentos positivos. E, assim que efetivamente saírem os contratos de opção de venda, as cotações podem rapidamente chegar a R$300,00 por saca no Brasil. Brasileiro afirmou que em abril devem sair enfim as opções de venda, envolvendo R$ 900 milhões, ou 3 milhões de sacas a um preço alvo de R$300,00 por saca.

    Para o secretário, a redução do ritmo do crescimento no consumo no Brasil e no mundo não preocupa, porque a demanda ainda vem evoluindo. Além disso, o país está por colher uma safra pequena, o que é fator de sustentação aos preços, além dos problemas em outras nações cafeeiras, como na América Central e Colômbia.

    Recentemente, a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) mudou suas metas para o consumo no Brasil. Antes se esperava que o consumo atingisse 21 milhões de sacas em 2010. Agora tal meta passa para 2011 ou 2012, o que é reflexo da crise mundial, entre outras questões. Em 2008, a demanda interna foi de 17,6 milhões de sacas. A Organização Internacional do Café (OIC) também reduziu sua projeção do consumo mundial.

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  • João Oswaldo Baggio Ribeirão Preto - SP 27/03/2009 00:00

    Prezado sr. Jorge Pires, da Acrimat: Parabens pela iniciativa de tentar assumir, atraves de uma cooperativa, o controle do abate em sua região. Nós, produtores, estamos assistindo a uma concentração de mercados nunca antes vista no Brasil. Começou com o setor citricola, depois veio a soja, agora estão os pecuaristas, os canavieiros, e até os produtores de feijão já tem o seu cartel. Não podemos ficar de braços cruzados, vendo os produtores sendo os mais prejudicados ao longo das suas cadeias (somos os tomadores de preço na compra de insumos e na venda de nossos produtos), mas diariamente tomamos um tapa na cara de todos. Sugiro que todos se unam em torno desse exemplo para podermos sobreviver. Estou cansado de ver meus pares sendo colocados como perdulários e ineficientes. Estou farto de ver meus pares implorarem por creditos e apoio. Vamos mudar esse cenario, vamos nos organizar, vamos reagir. Somente com iniciativas como essas sairemos desse atoleiro. A ideia esta lançada contem comigo.

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  • Noedir José Karam Marcondes (Diamantino/MT) Diamantino - MT 27/03/2009 00:00

    Gostaria que o João Batista comentasse o mercado da soja na cbot e na bmf com as informações sobre os premios no porto, se estão positivos ou negativos.

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  • Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 27/03/2009 00:00

    SE VOCÊ PODE SONHAR, PODE FAZER. (WALT DISNEY) - Hoje é com muito pesar e tristeza que venho dar minha opinião sobre as duras palavras do nosso conterrâneo de Patrocínio-MG, Sr. Silas Brasileiro. Palavras ditas na qualidade de Secretário Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), durante a FENICAFÉ 2009, abaixo segue suas palavras:

    " Não adianta protestar, e não adianta sonhar", diz Silas Brasileiro - O secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Silas Brasileiro, falou durante o primeiro dia da Fenicafé 2009, e deu um recado forte ao setor produtivo. "Sem discutir renda, não adianta discutir prorrogação de dívida. E a renda tem que vir das discussões dentro do CDPC (Conselho Deliberativo da Política do Café)", afirmou. Brasileiro disse que os produtores e todo o setor café têm que trabalhar junto como um todo, visando uma política favorável a todos. Do contrário, não há como funcionar a política cafeeira. "Faço aqui um apelo para que discutam bem as propostas. Não adianta protestar, e não adianta sonhar", afirmou o secretário. Observou que o Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) conta hoje com recursos de R$ 3,8 bilhões, justamente para trabalhar uma boa política para a cadeia. Admitiu que falta muita coisa ainda a fazer, mas os "produtores têm que entender que o único caminho é através do governo", e por isso "temos que afinar nosso discurso". O secretário lamentou que no "Movimento SOS Café, com a Marcha pelo Café em Varginha/MG" tenha faltado a participação da base do governo, de integrantes do Ministério. Mas ressaltou que, apesar da manifestação, muito tem sido feito pelo governo, dentro das possibilidades e das discussões com o setor. Ele lembrou que há cerca de dois anos foi lançado o Plano Nacional para o café. Dentro dele, citou as ações governamentais de alongamento de dívidas: - Nos Custeios vencidos em 2008, o produtor ganhou prazo para pagar 20% em 31 de março de 2009 e outras 4 parcelas de 20% cada; - Os recursos de colheita viraram crédito de estocagem para pagamento só em abril de 2010; - A estocagem que venceria em 2009 ganhou prazo de mais 12 meses para pagamento; - Dívidas relativas a Dação em Pagamento tiveram redução dos juros de 7,5% para 3,75%, com prazo estendido de 6 anos para 13 anos. (...)

    Bom, na verdade na qualidade de cafeicultor do Cerrado Mineiro (Coromandel – MG) e um dos muitos que colaboraram para que o SONHO do SR. Silas Brasileiro se tornasse realidade na forma de DEPUTADO FEDERAL, (e hoje ocupando um cargo estratégico para nos ajudar na solução de nossos problemas junto ao governo federal) , venho através desta pedir DESCULPAS para todos os cafeicultores e trabalhadores ligados ao café pelas palavras ditas pelo nosso excelentíssimo Sr. Silas Brasileiro.

    Sr. Silas Brasileiro, o senhor não deu um recado forte aos cafeicultores como disse o texto, infelizmente suas palavras foram duras, desanimadoras e de muito mal gosto, algo que não cabe ao cargo que vossa senhoria ocupa hoje e a responsabilidade à qual pesa neste cargo. Estas palavras também não nos parece caber na boca do nosso antigo companheiro Silas Brasileiro, Cafeicultor, Deputado Federal, que tanto nos animava durante o inicio desta crise. Vossa Senhoria pode não estar lembrado, mas durante a reunião em Patrocínio para comunicar os alongamentos do Funcafé que foram conseguidos a duras penas pela sua competência, o Sr. disse ao final: "Vamos ter esperança e sonhar com dias melhores para nossa cafeicultura, pois somente assim superaremos estes 14 anos de injustiça".

    Sr. Silas Brasileiro, dizem que a pior forma de se matar um homem é tirando o seu direito de sonhar, seu direito de protestar por dias melhores. Quem não se lembra do massacre que nossos estudantes sofreram durante as épocas de chumbo (DITADURA), sonhando e protestando por dias melhores para o Brasil, inclusive muitos destes heróis estão ai em Brasília ao seu lado, pois acreditaram em seus sonhos e protestaram. Quem não se lembra do massacre da “Praça da Paz Celestial” na China, daquele jovem à frente de um tanque de guerra, lutando, protestando para que seus sonhos se tornassem realidade um dia. Ótimo seria se aquele jovem hoje estivesse vivo para presenciar as Olimpíadas de seu Pais, o Crescimento de seu Pais, a abertura econômica de seu Pais, presenciar a mágica dos seus sonhos se tornando realidade, fazendo a China se abrir para novos mundos e hoje estar entre as grandes potências do planeta.

    Por isso Sr Silas, acredito que vossa senhoria usou muito mal as palavras..., nós cafeicultores não devemos é viver com ilusões, praticar vandalismos, mas isso não significa que não podemos sonhar e lutar pelos nossos direitos pois se procurarmos em um dicionário veremos que SONHO NÃO É ILUSÃO, E PROTESTO NÃO É VANDALISMO.

    Acredito que tanto o Sr. Como todos que compartilham de sua idéia sejam homens cultos e bem instruídos e conheçam a história do café no Brasil. Foi graças ao sonho de muitos estrangeiros que atravessaram o Atlântico e o Pacífico para trabalharem nas lavouras de café, que tornou realidade o sonho de um Brasil forte e industrializado.

    O café realizou o sonho de muitos comerciantes, políticos, empresários e trabalhadores, realizou o sonho de um pais com identidade. Sim amigo Silas Brasileiro, pois como diz o titulo do texto se você pode sonhar, você pode fazer, e o café permitiu ao povo Brasileiro sonhar e fazer.

    Fico muito admirado com sua coragem em dizer que não devemos sonhar e protestar, pois foi de um sonho aqui na cidade de Patrocínio MG e redondezas que se tornou realidade a eleição de um Deputado Federal (o senhor, espero que ainda se lembre!!!), para nos representar junto ao governo, apoiando as medidas que fossem boas para o Brasil e cafeicultores, e protestar contra as indiferenças com a nossa e a sua atividade a cafeicultura.

    Eu fico mais admirado ainda com a sua coragem em dizer que não devemos sonhar e protestar, justamente como Secretário do MAPA de um Governo cujo presidente é a prova viva que todo homem deve sonhar e lutar pelo seu lugar ao sol, seu lugar na sociedade, que todo homem deve protestar contra as diferenças e injustiças. Sim, caro amigo Silas Brasileiro, o Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (LULA) nasceu no sertão de Pernambuco na cidade de Garanhuns, e como ele mesmo disse, lutou, protestou para não morrer de fome, sonhou e realizou sua jornada para a cidade de São Paulo, trabalhou, virou líder sindical, PROTESTOU pelos seus direitos e de seus pares. Sonhou em comandar o Brasil, e hoje esta ai em Brasília ao seu lado como PRESIDENTE DO BRASIL. Tenho certeza que nem em seus piores pesadelos um homem com a história de nosso Presidente sonha que tem em sua equipe um colaborador que pede ao trabalhador (cafeicultor) que não tenha sonhos e que não proteste pelos seus direitos .

    Silas Brasileiro, nós cafeicultores estamos de pleno acordo que não devemos nos iludir com medidas milagrosas, que não devemos banalizar o movimento, nós sabemos de nossos deveres e de nossas responsabilidades. Sabemos que precisamos de renda e não de prorrogação de dívidas, e como você mesmo disse o governo esta ai para ajudar, para nos ouvir.

    Mas infelizmente você se contradiz, pois no mesmo texto citado acima e dito por vossa senhoria, você nos mostra que ate hoje as únicas medidas que os governos passados e o atual fizeram para “nos ajudar” foram prorrogações de dividas, desde a época em que vossa senhoria era Deputado ainda, nada mudou.

    Mas se o Sr. ler com mais cautela os pedidos feitos em Varginha, terá certeza que o que queremos em primeiro lugar é uma política de renda, pois não adianta prorrogar dividas por vinte anos sem que tenhamos lucros para continuar na atividade.

    Quanto à sua reclamação ao movimento S.O.S cafeicultura de não ter a participação da base do governo e do MAPA, queria esclarecer que eu, cafeicultor como o senhor, e mais os outros 25.000 que lá estavam presentes, não recebemos em nossa casa um convite formal para participarmos deste grande movimento... ficamos sabendo pela mídia, pelo desespero de nossos pares em divulgar esta manifestação, pois se vossa senhoria não sabe, nós, representados pelas nossas lideranças, estivemos em Brasília para tentar expor nossos problemas, mas infelizmente as portas estavam fechadas. Em Varginha as portas estavam abertas a todos os cafeicultores, trabalhadores, e lideranças para sonharem e protestarem com ordem pelos nossos direitos..., não necessitando de convite especial, era necessário apenas acreditar e sonhar, este era o convite.

    SILAS BRASILEIRO, CONTINUE A SONHAR E A PROTESTAR, POIS FOI COM ESTAS ARMAS QUE NÓS CAFEICULTORES O COLOCAMOS EM BRASILIA. NÃO ACREDITO QUE O PODER DE BRASILIA TENHA TIRADO DE TI, UM CAFEICULTOR NATO,A VONTADE DE VENCER DIGNAMENTE NA CAFEICULTURA.

    Silvio Marcos Altrão Nisizaki

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  • Carlos Henrique Castro Alves Campo Florido - MG 27/03/2009 00:00

    João Batista, a questão ambiental depende basicamente dos preços dos produtos alimentícios nas gondolas dos supermercados. Enquanto tivermos uma cesta basica com preço baixo os ambientalistas exercerão pressão sobre o governo e, como consequencia, sobre o produtor rural..., quando os reflexos da redução da produção agrícola chegar às gondolas, na semana seguinte você verá a imprensa cobrar dos produtores, perguntando o que estamos fazendo?? por que não estamos produzindo??? simples assim...

    Outro detalhe interessante é as proprias autoridades já admitem os problemas do passivo ambiental..., portanto não recomendo a nenhum produtor que tome atitude antecipada, pois podemos ter decisões bem mais flexiveis do que as leis que temos hoje em vigor. A unica atitude que o produdor deve tomar é preservar e regenerar a APP.

    Regenerar a APP não é plantar e sim isolar a área, para favorecer a regeneração espontanea que é mais eficiente. No maximo se recomenda apanhar sementes das remanescentes e espalhar nas areas a serem regeneradas.

    Carlos Henrique Castro Alves

    Engenheiro Agrônomo

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  • Carlos Henrique Castro Alves Campo Florido - MG 27/03/2009 00:00

    João Batista, o mais dificil, além de pagar 1,80 R$ no litro do alcool, é pagar 2,60 R$ na gasolina e levar um produto adulterado com grande volume de alcool.... tanto que o carro falha nitidademente e se você troca de posto, o resultado é o mesmo: vou ao mecânico e ele me diz que o carro está regulado, o problema é o combustivel.

    Carlos Henrique Castro Alves

    Engenheiro Agrônomo

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  • Marcio de Oliveira e Silva Carmo do Paranaíba - MG 27/03/2009 00:00

    Nesta sexta-feira sobraram apenas 1.500 sacas de feijão em São Paulo; Importante saber quanto a população de São Paulo consome de feijão por dia... se cada habitante consumir 100 g por dia gasta-se 20.000 sacas dia. Ou seja, somente hoje faltam 18.500 sacos... agora, e o restante dos consumidores, os 95% da populaçao? só faltam 370.000 sacas!!!; se tinha estoque, ele está acabando... A chuva atrapalhou a colheita de feijão e o mercado hoje mostrou claramente toda entrada possivel de feijão. Semana que vem os supermercados precisarão de feijão e estamos há 8 dias sem colher... e agora?

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 26/03/2009 00:00

    Seja bem vinda Keila Freitas

    - Mercado? O que é este tal de mercado? Mercado é um “conjunto de vendedores e compradores cujas práticas comerciais estabelecem o preço de um bem”.

    Os mercados são conversações, onde falar é barato, mas não falar pode ser fatal. Não tem nada a ver com custo. Preço é preço! Os mercados conversam, os mercados dialogam, os mercados vibram, por que neles você encontra interlocutores para tudo. Para qualquer coisa. Para discutir amor, futebol, carnaval, política, meio ambiente.

    Mercados sem palavras não existem, não se sustentam. Mas um dia o mercado delira, torna-se especulativo, perde a razão, a noção da realidade, por que mercado é um conjunto de ações e reações de humanos para humanos e não um jogo sistêmico de cálculos e variáveis, que são somente instrumentos ou ferramentas. É por isto que BOLSAS tem regras…

    a) Limites

    b) Fiscalização

    c) Conselho arbitral

    Para a maioria do povo no entanto, "mercado" é o Mercado Central, o Supermercado, a feira dominical... etc...

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 26/03/2009 00:00

    Caro João Batista,

    Como produtor rural, administrador de empresas graduado, conhecedor de economia e finanças e sendo adepto incondicional da democracia e do livre mercado gostaria de deixar aqui minha sincera aversão às idéias comunistas do senhor Polan Lacki.

    Assisti a duas entrevistas dele no site e fiquei decepcionado de certa forma, pois tenho visto o canal rural e o globo rural se tornarem programas do green-peace, do MST, de eco xiitas entre outros terroristas esquerdopatas que atentam contra a propriedade privada, as liberdades individuais e a democracia,

    Esse senhor é extremamente tendencioso em favor de suas ideologias socialistas, maior prova disso era seu cargo na ONU, hoje entendido como organismo que só faz apologia a terroristas, como o hamas, e ataca o mundo ocidental, os verdadeiros defensores da democracia e da liberdade. Esses clichês idiotas e absurdo como o anti-americanismo, o anti- capitalismo e o cerceamento da liberdade e da propriedade privada.

    Ele fala de acordo com suas orientações ideológicas e de interesses próprios, quando fala em cooperativismo socialista em relação às maquinas. Por exemplo, é impossível comprar um trator em 4 sócios e ter esse aparelho funcionando de forma eficiente, pois no final sempre há alguém que não cuida da maquina ou faz mal uso da mesma, como em todo sistema comunista, que em via de regra é um fracasso. Só se socializa o problema, já os benefícios ficam nas mãos dos tiranos dominadores, como Hugo Chavez, Kin Jon Il e Fidel Castro. Sendo esses deuses para o senhor Lacki, segundo percebi o tom de suas palavras.

    Eu concordo que educação é essencial em tudo, porem, essa busca deve partir do individuo, pois se esse não mostra vontade de apreender, nada nesse mundo vai conseguir resolver sua ignorância.

    Também concordo que o credito rural como esta, principalmente os "custeios safras" são um engodo da forma que estão, eu mesmo deixei de trabalhar com esse tipo de financiamento em 2005. Os únicos financiamentos mais viáveis no Brasil são os de maquinas, equipamentos e infra-estrutura, ou pode se tratar de menos prejudiciais.

    Não vi em nenhum momento essas pessoas atacarem o centro do problema no País que é o custo Brasil, a carga tributaria, os juros e o Estado inchado, promovido por esse governo neo-chavista. Como trabalhar sem maquinas, e sua intervenção foi extremamente pertinente na fala do senhor Lacki no programa do dia 23/3, na primeira edição. A maior deficiência dos produtores sérios no país é em relação à tecnologia e infra-estrutura, redutores de custos comprovados e potencializadores de produtividade. Nossa frota é defasada, com media de vida alta, o que acarreta em perdas e ineficiência.

    As únicas cooperativas que funcionam no país são as cooperativas/empresas que são administradas como um empresa privada, dividindo lucros e prejuízos, o resto é conversa castrista.

    O problema do preço das maquinas é a carga tributaria brasileira, como um GPS agrícola que custa aqui 18,000 reais, mas no Paraguai custa 8,000 reais e nos EUA 3,000 reais, sendo o mesmo aparelho..., assim ocorre com tratores, colhedoras, carros, entre outros produtos.

    Não me esqueço de uma entrevista do deputado Luiz Carlos Heinze (PP/RS) sobre o peso dos impostos nas maquinas agrícolas. Ele mostrou uma nota de uma colhedora fabricada na fabrica da AGCO em Santa Rosa RS, que exportada para o Uruguai custava algo em torno de 63 mil dólares (na época do dólar estava 1,6 R$), a mesma maquina no Brasil custa 350 mil reais. Isso ninguém critica, por isso acho engraçado como a turminha politicamente correta, que defende bandidos e ataca o setor produtivo apenas com ideologias baratas (Greenpeace, FAO, ONU), etc., tem tomado espaço na mídia focada no agronegocio. Lastimável.

    Criticar o mercado aberto, como fez o senhor Marcelo Lüders da Correpar, exigindo intervenção estatal (como ele sugeriu em relação aos supermercados) é uma afronta à economia de mercado e aos direitos individuais..., a Venezuela faz isso e olhe a situação caótica. O mercado deve se auto- regular, por isso é um atentado contra a democracia esse tipo de sugestão. Se os supermercados tem margens maiores, cabe ao setor se organizar e negociar. Pedir intervenção estatal em uma democracia é começo do fim para todos. Se não tivéssemos aberto o mercado em 1990 ainda estaríamos andando em carros carburados, falando em telefones analógicos e a internet seria um sonho distante hoje.

    Como grande fã seu João Batista, não podia me calar diante de certas bobagens proferidas por seus entrevistados.

    ADM. Guilherme Frederico Lamb

    AgroEstiva

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  • Roland Assunção Franco Nova Xavantina - MT 26/03/2009 00:00

    Gostaria de fazer uma observação sobre os preços do boi gordo da Scot Consultori: em Barra do Garças sempre é bem mais barato do que o que voces divulgam... inclusive eu vendi no dia 23 de março a R$ 62 livre, enquanto na Scot constava R$ 67 livre... liguei no frigorifico (Friboi) e me disseram que os preços da Scot foram colocados por conta deles (!!??)... e o problema não é a distancia, pois estou apenas a 150 km do frigorifico.

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  • Valentim Lucato Sao José do Rio Preto - SP 26/03/2009 00:00

    João Batista, sugiro que seja investigado (e discutido) pela classe produtora o criterio que se usa para liberar credito para as grandes empresas... existem taxas de corretagem para quem libera os emprestimos??? Não vamos falar em CPI, que isso, como sabemos, acaba em pizza!!! Basta que se começem a investigar..., que tal verificarmos quem libera os emprestimos?? qual é a situação patrimonial desses agentes nestes últimos anos de "EXUBERANCIA" ??

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  • marcio cesar garcia de sousa Campina da Lagoa - PR 25/03/2009 00:00

    João Batista, sou de Campina da Lagoa, centro-oeste do Paraná. Gostaria de saber a previsão de chuva para os próximos 3 meses, pois já faz 15 dias que não chove e o milho safrinha já está sentindo... e também a previsão de frio, porque vamos plantar trigo. Muito obrigado.

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  • Renato Archile Martini Cascavel - PR 25/03/2009 00:00

    Olá amigos do Notícias Agrícolas, caro João Batista gostaria de corrigir um erro na última mensagem que postei aqui sobre um dos funcionários da Copel, que citei como sendo antropólogo, sendo que o correto é sociólogo. Outra informação que obtive hoje é de que a Copel indeniza sim, as áreas por onde as redes de transmissão passam. Na questão da reserva Barão de Antonina, as informações não estão bem claras, mas parece que, além da indenização, os índios querem uma espécie de "aluguel" da faixa por onde as linhas de transmissão passam, o que na minha opinião não é justo, pois os índios dessa reserva já teriam recebido a devida indenização. Obrigado JB por este espaço democrático e a oportunidade de corrigir as informações incorretas e,"vamos em frente".

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  • Ivan Pavan Realeza - PR 25/03/2009 00:00

    Para a Desireé Brandt, da Somar Meteorologia: sou produtor de soja, trigo e milho (a soja já está colhida), mas no caso do milho, com este ultimo periodo de estiagem, que persiste até agora, está prejudicando o fim da formação de grãos, e por isso reduziu o tamanho do mesmo. Qual a previsão até julho, pois irei plantar trigo em maio, e se plantar e não chover logo, terei que efetuar o plantio de novo... agradeço, IVAN.

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