Fala Produtor

  • Creso de Oliveira Vilela Jataí - GO 04/08/2008 00:00

    João Batista você precisa chamar urgentemente um representante da bancada ruralista para ver o que eles estão fazendo para evitar os confiscos de terra governamentais feitos mentirosamente para beneficiar indios e quilombolas. o que querem na verdade é enfraquecer a classe produtiva e dar mais poder a essa máfia petista. Obrigado.

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  • Renato Ferreira Dourados - MS 04/08/2008 00:00

    Não sei quem foi meu bisavô!!!

    E ainda vem com esta de identificar terras de antepassados de indios.

    É uma afronta ao direito e à nossa profissão.

    É com pezar que noticío chegada do Procurador da república em nosso estado ou mais precisamente Dourados, para fazerem o reconhecimento e demarcação de mais de 10 milhões de hectares que dizem ser indigenas.

    Em situação de endividamento do produtor rural, secas e giadas, embargo à carne pela aftosa em situações passadas, baixos preços e altos custos, aperto da leis trabalhistas, falta de estradas, fundersul( criado para recuperar as estradas), meta de produtividade para não se tornar improdutivo, falta de seguro agrícola descente, falta de mão-de-obra de qualidade, especulação na bolsa pelos grandes fazendo os preços despencarem, temos ainda este incomodo.

    Temos que ser resistêntes, para que não aconteça igual aos colegas produtores da região do Panambi MS, que por um ato exibicionista usando um indio como mesa, assinou o termo nas costas do mesmo. Fazendo assim o início da desgraça e falta de ordem em nosso estado, desalojando várias famílias que estavam ali à várias gerações, produzindo, gerando empregos, e sustentando o governo com seus impostos.

    PRODUTORES: diante desta notícia, ficamos em alerta, e não deixamos entrarem em nossas propriedades sem ordem judicial ESPECÍFICA.

    Nos unimos agora ou teremos que arrumar outra fonte de renda para sustentar nossa família.

    Renato Ferreira 67 8405 2532

    [email protected]

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  • Silvano Filipetto Sorriso - MT 03/08/2008 00:00

    A redação do noticias agricolas.

    Olá, meu nome é Silvano, sou produtor de Sorriso-MT, onde não adquiri meu adubo para a proxima safra e estou assustado com os preços, tiveram a capacidade de me pedir 38 sacas por tonelada do 00-18-18 a vista, isso é um absurdo, onde estão os nossos governantes para nos dar suporte, como vou plantar com o preço do adubo a 38 sacas p/ton + 10 dos outros insumos = 48. acho que compença guardar as máquinas no barracão, dispençar meus funcionários e deixar a lavoura em pousil por um ano, pelo menos meu risco é menor!

    Eu gostaria de saber como é calculado o preço da tonelada do adubo, como é feito o preço, é custo + lucro ou lucro + lucro... na verdade é um roubo...

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  • Luiz Carlos Pasquim Sobrinho Acreuna - GO 02/08/2008 00:00

    João Batista, é de dar dó o que fizeram com o deputado Luiz Carlos Heinze!

    Será que agora ele e os outros deputados da bancada (dita) ruralista chegaram a conclusão que este dez-governo não tem interesse na agricultura. Vejamos, o Lulla só quer aumentar a produção de arroz, feijão atráves da agricultura familiar, o resto é inchar as grandes cidades de pessoas para gerar bolsa familia (votos).

    Pelo amor de Deus deputados e produtores rurais, vamos tomar por exemplo os agricultores da Argentina, é guerra, ou nos unimos ou vamos lamentar por toda a vida.

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  • Rose Marie A. Georges Ponta Porã - MS 02/08/2008 00:00

    Joao Batista

    Sou produtora rural na regiao de Ponta Pora, Aral Moreira, Bela vista, voces tem divulgado o problema indigena que estamos enfrentando, mas acho que só nós que estamos nessa região temos a verdadeira noção do caos que esta se formando nessas regiões, fora todos os problemas que os produtores rurais ja tem no cotidiano, não precisava de mais. Estive ontem participando de uma reunião com os sindicatos rurais e a Famassul quando no meio da reunião recebemos um telefonema que uma fazenda da região estava sendo invadida fizemos uma mobilização e os produtores se engajaram e saimos para essa fazenda isso as 21:00hs, alguns ficaram de plantão a noite toda na fazenda até amanhecer para com a luz do dia descobrir o que esta acontecendo, mas a minha sugestão a você, em especial e ao canal Terraviva, que conversem e posteriormente entrevistem um diretor da Famassul por nome de Sr. Quintino, e assutador o que foi colocado para nos nessa reuniao, isso ja nao e mais um problema so dos produtores rurais ja e um problema da sociedade civil como um todo.

    Nada que eu possa escrever sera tao esclarecedor como uma conversa com esse diretor da Famassul.

    Rose Marie

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  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 01/08/2008 00:00

    Mais uma vez o Sr. Jambiski foi preciso em suas explicações. Deveria se candidatar a deputado federal ou presidente da CNA. Ao contrário de nossos nobres representantes do Paraná, que estão tomando bola nas costas dos deputados de Mato Grosso e Rio Grande do Sul.São eles: Moacir Micheletto, Lupion, Dilceu Sperafico, Alfredo Kaefer, Hermes Parcianello, etc...

    O Paraná teve uma das piores secas na safra 2004/2005. As lavouras de verão foram muito prejudicadas, e muitos munícipios decretaram estado de emergência. Mas não todos que sofreram. Por quê? Eu fui testemunha de uma reunião em que se discutiu este decreto municipal. Os técnicos autônomos (planejamento agrícola) eram á favor, assim como o Banco do Brasil. Mas as cooperativas eram contra e também a prefeitura. Explico. As cooperativas temiam que se fosse decretado o estado de emergência, muitos agricultores teriam um documento legal para prorrogar suas dívidas nestes estabelecimentos. A prefeitura alegou que se fosse assinado o decreto, os recursos do Fundo de Participação dos Municípios seriam reduzidos. Fomos votos vencidos. Por isso tenho nojo de cooperativas, além de políticos, logicamente.

    Pergunto: todos os agricultores do Rio Grande sofreram com seca? 100% deles?E o que aconteceu no Mato Grosso para generalizar a prorrogação por lá ? Frete caro? Ferrugem? Aqui também teve.

    Não sou contra eles conseguirem benefícios. Sorte deles terem bons deputados. Mas não é justo com os agricultores paranaenses serem prejudicados pela inépcia de seus representantes.

    Muitos por aqui terão que vender algo. O lucro da soja se foi com a geada na safrinha.

    Aos amigos paranaenses só resta esperar 2010 e aposentar estes deputados incompetentes.

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  • Ulisses Otávio Elias dos Santos Uberlândia - MG 31/07/2008 00:00

    Mudança no cálculo do adicional de insalubridade.

    O adicional de insalubridade é devido a todo o empregado que labora em condições insalubres acima do limite de tolerância previstos na NR-15, da Portaria nº 3.214/78, que classificam-se em grau máximo (40%), médio (20%) e mínimo (10%) e será apurado por um perito habilitado que definirá o grau da insalubridade, de acordo com o trabalho desempenhado pelo empregado na empresa.

    O art. 192 da CLT prevê que o cálculo do adicional de insalubridade é sobre o salário mínimo da região. Entretanto, o Supremo Tribunal Federal julgou o texto inconstitucional e editou a Súmula Vinculante nº 04, que mudou a forma do cálculo do adicional, sendo que a partir de 09 de maio de 2008 o adicional de insalubridade será calcula sobre o salário-base do empregado.

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  • JEFERSON DA ROCHA Florianópolis - SC 31/07/2008 00:00

    Notícias Andaterra (www.andaterra.org.br):

    “Segunda-Feira, 21 de Julho de 2008

    Lei 11.718 de junho de 2008 acaba com as isenções de Funrural

    Com a alteração introduzida pela Lei n.º 11.718/2008, que ainda não entrou em vigor (só entrará após 90 dias de sua publicação) a Contribuição Social Rural (Funrural) passará a incidir, também, sobre a produção de sementes, mudas, criação de gado para cria, recria e engorda, dentre outros fatos geradores que, até então, por força do §4º do art. 25 da Lei 8212/91 estavam isentos.

    Um verdadeiro absurdo já que o incentivo estimulava a produção nacional, o aprimoramento de sementes e mudas de melhor qualidade, agregando tecnologia e maior produtividade aos produtos agropecuários.

    Sobre o aspecto tributário, ainda, em que pese ser o Funrural completamente inconstitucional (tese que Andaterra defende em juízo e que conta com 5 votos a zero no STF) há, para o caso específico, mais uma irregularidade na cobrança do tributo, uma vez que sua incidência, como está posto, será em cascata, desde a produção da semente até a comercialização do produto final.

    Um descalabro jurídico monstro que certamente merecerá a atenção do corpo jurídico da andaterra.

    Loana da Rocha Bento – Presidente da Andaterra”

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  • Reinaldo antonio da Silva Chapadão do Sul - MS 31/07/2008 00:00

    Ao Amigo Henrique Jambiski.

    Caro Amigo!

    Gostaria de saber onde a força que voce diz que os produtores tem, quanto tempo levou pra ser elaborada a MP 432, que pouco ressolveu para o setor?

    Os bancos ja estão trabalhando conforme suas regulamentações?

    Falando juridicamente, se o agricultor nao pagar um simples ITR, seu nome sofre restrições ficando a margem de qualquer linha de crédito porém quando o governo comete algum erro ou não cumpre algo pactuado que restrições ele sofre?

    Parabens por voce trabalhar em uma região onde as coisas acontece conforme voce colocou, pois onde trabalho parece ser um outro BRASIL!

    Abraço.

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  • SINDICATO DOS PRODUTORES RURAIS DE VILHENA-RO(DIRETORIA) VILHENA - RO 31/07/2008 00:00

    É hora de ACORDAR O CAMPO, estamos numa situação de ALERTA MÁXIMO não da mais para suportar.

    Que governo é esse que fala que o Brasil precisa produzir alimentos para o seu povo e para o mundo, que tem milhões de reais disponiveis nos bancos para os produtores a juros baixo, mais de outro lado criam medidas provisórias, decretos, portarias, tudo para dificultar o acesso ao financiamento. Estamos a menos de 70 dias de começar o plantio da safra 2008/2009.

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  • Leonardo Mendonça Thomaz Rio Brilhante - MS 30/07/2008 00:00

    Mato Grosso do Sul está em alerta. Não é o Alerta do Campo como antes; agora é o Alerta do Índio. Após a FUNAI baixar uma portaria que cria um grupo de estudos p/ verificar e demarcar 10 milhões de ha do sul do MS p/ os índios Guaranis. Produtores estão sem saber o que fazer, pois sabemos que se isso acontecer (e já está acontecendo) como ficaremos; se pela lei não receberemos nem idenização. Acho que está na hora de produtores se juntarem de novo. Não podemos deixar isso acontecer.

    Leonardo Thomaz

    Sindicato Rural de Rio brilhante MS

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  • Renato Ferreira Dourados - MS 30/07/2008 00:00

    Produtores Rurais: A situação do novo plantio de grãos em 2008- 2009, é idêntica a 2003-2004; em anos atrás, plantamos com custo razoável e tivemos a oportunidade de aproveitar a alta de preço dos grãos e tivemos ótimos rendimentos, em contrapartida, o insumos acompanharam a alta.

    Plantamos novamente só que desta vez, à alto custo alto e o preço dos grãos despencaram enquanto que os insumos estabilizaram. Levamos prejuízo. Isso sem contar as secas.

    Amargamos até a safra passada.

    Novamente os preços dos grãos subiram e como não podia ser diferente os insumos também.

    E como a vida não para, estamos ai, com boa liquidez com a safra passada graças ao custo razoável, e de frente com o panorama de 2003.

    Por que não façamos igual às montadoras de automóveis, frigoríficos, entre outras, que ao ver o lucro expremido pelo custo, diminuem o volume de produção ou param; com as tal de férias coletivas.

    Este é o momento de reflexão, e crucial para pressionarmos o governo em resolver a palhaçada das dívidas agrícolas, alta de insumos, impostos,combútivel, impotação de defensivos genéricos (podemos consumir alimentos importados e tratados com defensivos do país vizinho, mas não utiliza-los em nossos campos), entre outros.

    Estamos em ano eleitoral, não se esqueçam.

    AFINAL, O MUNDO PRECISA SE ALIMENTAR; MAS NÃO ÀS CUSTAS DO NOSSO PATRIMÔNIO CONQUISTADO EM UMA VIDA TODA DE TRABALHO ÁRDUO?

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  • Maxsuel Rodrigo Zart Guarapuava - PR 30/07/2008 00:00

    Mais Uma .....

    Decreto obriga averbação de Reserva Legal

    Está publicado na edição do dia 25 de julho do Diário Oficial da União o Decreto 6514, que traz mudanças na aplicação de sanções administrativas previstas na Lei de Crimes Ambientais (9605/98). Entre as alterações, o texto obriga a averbação de Reserva Legal (RL) da propriedade de 60 a 90 dias a partir da notificação de infração e determina aplicação de multa que varia de R$ 500 a R$ 100 mil. A RL é o percentual de área que deve ser conservada na propriedade rural com vegetação nativa. No Bioma Amazônia, este percentual é de 80%. No cerrado, este índice é de 35%, enquanto que no resto do País é de 20%.

    O Decreto também determina a apreensão de animais em propriedades localizadas em Unidade de Conservação, Áreas de Preservação Permanente ou propriedades já embargadas. A norma ainda reduz, de quatro para duas, a quantidade de instâncias que julgarão os processos administrativos das infrações ambientais. Os julgamentos ficarão a cargo dos órgãos ambientais estaduais e, em segunda instância, do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). Ainda segundo o texto, o desconto sobre a multa para que o proprietário se comprometa a prestar serviços de preservação, melhoria e qualidade do meio ambiente cai de 90% para 40%. O texto está sendo analisado pela Comissão Nacional de Meio Ambiente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

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  • Henrique Jambiski Maringá - PR 29/07/2008 00:00

    Resposta ao Sr. Carlos William Nascimento (18/07).

    Os produtores rurais possuem muito mais força jurídica do que imaginam, e isto não está apenas na MP 432, mas em toda legislação de crédito rural, que assegura juros mais baixos, encargos controlados, prazo para pagamento, direito de revisão desde a origem, etc.

    Por isso, o produtor que se sentir prejudicado deve sempre consultar seus direitos e ver a melhor forma de exercer as garantias que a lei lhe assegura.

    Grande abraço! Henrique Jambiski

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  • Jose Antonio Busato Curitiba - PR 29/07/2008 00:00

    Decreto da Funai para demarcar mais áreas indigenas no MS colocam em desespero produtores de 26 Municípios que serão vistoriados, alertamos para confronto caso os protestos dos produtores não sejam atendidos.

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