Um terço das áreas mundiais de cultivo está com produtividade em queda

Publicado em 17/01/2013 08:05 e atualizado em 17/01/2013 09:50
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Plantação de milho no Brasil: a produção brasileira está em expansão segundo o estudo norte-americano, mas áreas no Nordeste exigem atenção.
A Revolução Verde dos anos de 1960 e 1970 representou um importante salto na produção agrícola dos países menos desenvolvidos. A invenção e a disseminação de novas sementes, o melhoramento genético e a adoção de práticas no campo como o uso intensivo de insumos industriais, a mecanização e a redução do custo de manejo possibilitaram um aumento na produção de alimentos crucial para uma população em expansão. Entretanto, ao contrário das expectativas, um estudo liderado por cientistas do Instituto do Meio Ambiente da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, mostra que algumas culturas alimentares essenciais em várias regiões do mundo estão estagnadas. Os resultados foram publicados na revista científica Nature Communications.

Veja a notícia na íntegra no site do Correio Braziliense
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Fonte Correio Braziliense

3 comentários

  • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG

    Ao invés de querer cercear nossa produção com códigos e outras ações, deveríamos sim, incentivar a produção porque enquanto estou escrevendo este comentário, milhares de bocas estão nascendo... E terra, só tem neste mundo...

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  • Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS

    Nada melhor do que um dia após o outro. Na guerra contra os transgênicos na última década e meia os ambientalistas abusaram falando bobagens anti-cietíficas. Agora esta manifestação do ambientalista britânico Mark Lynas reconhecendo esse erro decano deveria ser melhor explorado pela mídia mundial. Diz ele que os transgênicos terão contribuição decisiva para o atendimento da demanda mundial por alimentos nas próximas décadas. São verdadeiras as afirmações de que de 1961 a 2010 houve um aumento de área cultivada de apenas 12% e um aumento de produtividade de 300%. Se não fosse esse aumento de prdutividade seria necessário mais 3 bilhões de hectares para atender a demanda mundial de alimentos. São importntes o aumento da demanda devido a diminuição da pobreza e também pela diminuição da mortalidade infantil. Na época o consumo de quilocalorias diárias/habiante era de 2.200 e atualmente está em 2.800. Esse aumento extraordinário em produtividade deve-se as tecnologias de preservação de solo no mundo onde o Brasil lidera em área com o sistema Plantio Direto na Palha. Também outros pacotes tecnológicos inclusive a Biotecnologia são e serão decisivos para a garantia da ustentabilidade alimentar do mundo. Entendemos que a Ciência convergente da Biotecnologia e Nanotecnologia e outras novidades científicas que com certeza surgirão, garantirão essa sustentabilidade. Não esqueçamos que seus principais protagonistas serão Cientistas Modernos e progressistas e o Produtor Rural. Foi assim até hoje. Pena que os ambientalistas levarão pelo menos mais 15 anos para reconhecerem que cometeram o mesmo erro interferindo no Código Florestal e na desaropriação das áreas indígenas, na raposa serra do sol, contra as hidrovias, contra ferrovias, contra hidroelétricas.... Se existem terras inferteis e degradadas também existem tecnologias e produtores rurais que se necessário e não impedidos pelo obscurantismo contra o desenvolvimento, haverão de torná-las produtivas como estão fazendo até agora cuja prova foi aumentar em 300% a produtividade e apenas 12% áreas. Viva A Ciência e o Produtor Brasileiro e piedade para o ambienalismo mundial!

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  • Liones Severo Porto Alegre - RS

    A afirmação é verdadeira mas deve-se considerar que houve, necessariamente, uma grande expansão da área agrícola a nível mundial. O avanço sobre areas marginais e quase improprías para agrícola, me parece o fator mais importante da redução de rendimentos das lavouras a nível mundial. O exemplo mais próximo é dos Estados Unidos que os ultimos 3 anos teve rendimento abaixo do esperado porque passou a utilizar áreas que até então eram reconhecidas como de baixa produtividade. Restam poucas áreas agriculturáveis a nível global, sendo o Brasil o maior detentor destas terras. A revolução verde foi uma movimento global porque naquela época havia um grande deficit de alimentos e não descarto a possibilidade de estarmos numa situação muito semelhante à decada de 70.

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