Governo eleva em 50% subvenção ao seguro rural da safra de inverno

Publicado em 08/03/2013 10:23
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O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, anunciou o lançamento da Política Agrícola Brasileira para Triticultura e Demais Culturas de Inverno nesta sexta-feira, 8 de março, durante a Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS). Entre as novidades, foram revistos os valores de subvenção ao prêmio do seguro rural para as culturas de inverno e dos preços mínimos para o trigo.

De acordo com Mendes Ribeiro, as iniciativas para essas culturas foram antecipadas para que os produtores se programem para o plantio. As ações foram elaboradas pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SPA/Mapa).

O Governo Federal garantiu R$ 90 milhões para subvencionar o prêmio do seguro rural para essas culturas. O valor é aproximadamente 50% superior ao disponibilizado em 2012. Para feijão, milho 2ª safra e trigo, o percentual de subvenção é de 70%, enquanto para aveia, canola, cevada, centeio, sorgo e triticale é de 60%   para amendoim e girassol, 40%. O limite é de R$ 96 mil por produtor.

Para as culturas plantadas na safra de inverno, já foram divulgadas 59 portarias relativas ao zoneamento agrícola, todas publicadas nos meses de outubro e dezembro de 2012.

Quanto à comercialização, foram disponibilizados R$ 430 milhões para a garantia de preços mínimos por meio das modalidades de Aquisição do Governo Federal (AGF) e pelos leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) e de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro).

Houve elevação dos preços mínimos para as diferentes classes e tipos de trigo. Tivemos aumento do preço do triticale em 5,96% e manutenção dos preços mínimos fixados para a safra 2012 para aveia, canola, cevada, girassol e sementes, destacou o ministro Mendes Ribeiro.

Relativo ao crédito, o limite por produtor passou de R$ 650 mil para R$ 800 mil. Também foram disponibilizados R$ 28,3 bilhões no período 2012/13 para programas das modalidades de investimento, alta de 5% em relação à safra anterior. As taxas de juros também foram reduzidas em 18,5%.
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Fonte: Mapa

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