Financial Times: Brasil é visto como grande perdedor em Davos...

Publicado em 30/01/2014 06:49 e atualizado em 03/02/2014 19:15 2933 exibições
Publicação destaca que "não foi fácil ouvir alguma notícia positiva sobre o País”, Por Flávio Morgenstern

Financial Times: Brasil é visto como grande perdedor em Davos

Publicação destaca que "não foi fácil ouvir alguma notícia positiva sobre o País”

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Do Terra Economia:

Artigo publicado pelo jornal Financial Times nesta terça-feira afirma que o Brasil foi o grande perdedor do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Segundo a publicação, o País deixou uma percepção de falta de investimentos em infraestrutura e a sensação de que “muito do crescimento foi proveniente do consumo”. O artigo completa que “não foi fácil ouvir alguma notícia positiva sobre o País”.

A publicação destaca uma frase do economista-chefe do Itaú-Unibanco, Ilan Goldfajn, que afirmou que “os investidores estão olhando para os países com uma economia sustentável e estável” e completou dizendo que “o Brasil não é”.

 O jornal ressalta que a presidente Dilma Rousseff foi para Davos logo após inaugurar um estádio para a Copa do Mundo e não vem fazendo nada para mudar o estado de espírito pessimista que envolve o Brasil.

 FT destaca o México

O jornal destacou a participação do México em Davos colocando o país como número um na lista de participantes. O fato de o México anunciar a chegada de grande empresas, como a Nestlé, que promete investir US$ 1 bilhão no país, e a Pepsico, que promete investimento de US$ 5,3 bilhões, foi lembrado pelo jornal.

 Países africanos como Nigéria, Tanzânia, Quênia e Uganda também foram vistos com bons olhos pelo Financial Times, que afirmou que eles convenceram os participantes do fórum de que coisas boas vão acontecer em 2014.

Há uma explicação simples para o Brasil ser comparado a economias da África subsaariana em suas eternas ditaduras e guerras tribais e ainda sair perdendo.

O mais importante para a economia é a liberdade: chegamos ao mundo nus e fracos, precisamos caçar alimento e descobrir sem grandes conhecimentos como vencer intempéries e ameaças. O estado natural do homem é a pobreza extrema, não a riqueza.

Alguns homens passam, então, a criar inventos com sua razão para melhorar a vida. Da pedra polida à irrigação, as cidades assentadas e o sistema jurídico, o desodorante e o avião, o papel higiênico macio e o iPhone. Todas obras de alguém que as inventou. Quem pretende ter usufruto de alguma dessas invenções passa a trocar alguma coisa com o criador daquilo. Trabalhar para ele – ou então para um terceiro, ou por conta – e troca os frutos de seu trabalho pelos frutos do trabalho deles.

Isso é mercado – são trocas livres, horizontais, espontâneas, sem nenhuma centralidade dirigindo o processo, nenhum planejamento de uma força maior, com poder maior, além da própria vontade das pessoas. Elas são o mercado, com suas exigências, desconfianças e vontades.

Ter essa liberdade permite que as pessoas criem inventos que melhoram a vida de outras pessoas, que não são obrigadas à força a pagar nada: trocam o que desejam livremente pelo que o criador de novas riquezas inventa livremente. Ambos saem enriquecidos no processo – é como um homem que fabrica pães negociando com um que fabrica manteiga. Ambos seriam mais pobres sem o mercado.

O mercado exige essa liberdade, porque é a liberdade das próprias pessoas. Mas, com a ascensão do Estado e das formas autoritárias de Estado – culminando com o inchadíssimo Estado moderno, que tem “participação no poder” para acalmar as massas, mas uma interferência na economia muitas vezes maior do que um faraó, xogum ou imperador da Antiguidade sonhou em ter – passa-se a haver um novo agente.

Enquanto um homem cria riqueza, e outro trabalha, talvez criando outras coisas, em troca daquela riqueza, o terceiro agente não cria nada, e toma uma parte da livre transação de ambos para si. Este terceiro elemento é o Estado, que faria bem em exigir algum pagamento em troca de seu sistema jurídico e da sua segurança, mas apenas subtrai riqueza, ao invés de aumentá-la, quando age além disso.

O Estado moderno, surgido e teorizado depois da abertura comercial do capitalismo, com intuitos cada vez mais duvidosos, passa a cobrar imposto até de comércio, fazendo com que os homens percam cada vez mais riqueza – tanto que criam quanto encarecendo as que desejam.

Teóricos econômicos que abraçaram essa mentalidade destruidora grassaram desde fins do séc. XVIII, acreditando que o mercado deixaria os ricos muito ricos e os pobres muito pobres (o que se provou o maior erro da História humana) e que a função do Estado era planificar cada vez mais as trocas humanas, buscando uma “igualdade” que parte de um poder central ao invés da liberdade de cada um tomar seus desejos e responsabilidades sobre seu destino para si, desde que não fira ninguém.

O dirigismo de Dilma, de Lula, do PT e de seus congêneres é esta forma destruidora de engessamento da economia: cada vez menos pessoas produzem, se vão perder essa riqueza para quem não a criou, e cada vez é mais caro para quem quer melhorar o seu conforto (ou mesmo meramente se alimentar) conseguir pagar pela riqueza alheia, já que também tem de pagar para o terceiro agente (e nossa ordem tributária dá conta de mais de 40% por ano, fazendo com que trabalhemos até maio apenas para financiar este moderno Leviatã).

É o fim da liberdade de mercado. E essa liberdade é auferível. A imprescindível Heritage Foundation lança, todo ano, o Índice da Liberdade Econômica, com dados das mais sólidas organizações mundiais auferindo o quanto a liberdade econômica das pessoas está sendo assaltada – por impostos altos, corrupção, Estado-Babá, máquina pública etc.

Para quem acredita que o mercado é como um polvo cthulhuóide e malvado que fica bravo e “especula” impiedosamente para roubar os pobres, e não percebe que o mercado são as pessoas, é de bom alvitre comparar a liberdade de mercado mundial com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de cada país. Não há como espantar todas as dúvidas de que o mercado enriquece os pobres (obviamente, porque cria riqueza que precisa ser distribuída em massa pelo menor custo possível, do contrário o seu criador não terá como enriquecer com seus inventos) e, bazinga, até aumenta a tão propalada “igualdade”.

A desgraça humanitária que foi a gestão de Barack Obama jogou a América três posições abaixo em 2014, saindo da zona “livre” para a “quase livre”. O Brasil, sexta maior economia do mundo e quinto país mais populoso, patina em 114.º lugar (sic), na zona onde falta pouco para se dizer que não existe liberdade de mercado (40% para mais de carga tributária não podem conviver com “trocas livres”), com uma economia que deixa os frutos do trabalho das pessoas com as pessoas do mesmo jeito que Honduras (112.º), Belize (115.º), Butão (116.º), a enroscadíssima Grécia (119.º) ou futuras potências mundiais do porte de Guiana (121.º), Iêmen (123.º) ou Senegal (125.º). São esses países que podem ser comparados economicamente ao Brasil. Não é preciso ser gênio ou vidente para imaginar o nosso futuro.

Se a aleivosia de que o mercado deixa os ricos mais ricos e os pobres mais pobres, como explicar que os países mais ricos do mundo (com os pobres mais ricos do mundo) são justamente os de economia mais aberta – já que não tungam sua população a cada vez que criam riqueza para financiar viagens caríssimas de seus políticos e implantar “distribuição de renda” e outras falsidades?

Nos primeiros lugares, vemos, em ordem, Hong Kong, Singapura, Austrália, Suíça, Nova Zelândia, Canadá, Chile (caindo rapidamente), Maurícia, Irlanda e Dinamarca. Se o mercado gera pobreza, onde estão os pobres desse país? Se a “distribuição de renda” tira os pobres da miséria, por que a concentração dirigista de poder e o controle dos mercados no Niger (127.º), Moçambique (128.º), Bangladesh (131.º) ou Egito (135.º) não está enriquecendo essas populações, “salvas” do mercado?

Para quem acredita no mito do Estado de Bem-Estar Social nórdico, também é de bom tom questionar por que esses países, apesar de programas estatais em populações pequenas, estão disparados à frente na liberdade econômica. A Dinamarca está em 10.º, na zona em que existelivre mercado, tendo apenas dois paraísos fiscais (Suíça e Maurícia) à sua frente. Ela é um “Estado de Bem-Estar Social” ou um paraíso fiscal?

A Finlândia está em 19.º, perdendo uma posição para a Alemanha (o único grande país europeu de economia livre e que, por mera coincidência acidental, foi quem não sofreu com a crise, passando a emprestar dinheiro para os sofredores). Suécia fica logo depois, com Islândia em 23.º (era o país mais pobre da Europa na década de 50, antes de abrir sua economia e ter milionários em cada esquina de Reykjavik – talvez pelo “imperialismo islandês”…) e Noruega em 32.º. A maior parte dos paraísos fiscais é menos paraíso fiscal do que o “Estado de Bem Estar Social nórdico”.

Suas economias caminham juntas com o campeão das privatizações Japão (25.º), o lar do capitalismo Reino Unido (14.º), os paraísos fiscais Bahrain (13.º), Luxemburgo (16.º), Taiwan (17.º), Botswana (27.º), Emirados Árabes (28.º), Qatar (30.º) e com a musa do Estado mínimo ultra-mínimo Coréia do Sul (31.º, apenas um ponto à frente do país escandinavo “menos livre”). Qual desses país citados, muitos deles paupérrimos há cerca de 40 anos, “empobreceu” ao adotar o livre comércio de fato? De fato, ao invés de privatizar duas ou três companhias falidas, o que até o Irã (173.º) faz, e se chamar de “neoliberalismo”.

A realidade não é exatamente o inverso do que os formadores de opinião e os professores universitários mais cacarejam sem saber do que falam por aí?

Enquanto a mentalidade anticapitalista do brasileiro continuar achando que é o Estado que nos salva de nós mesmos (o mercado) não mudar, ainda aplaudiremos Dilma Rousseff fazendo nosso país ser comparado a ditaduras da África subsaariana – e ainda perder da Uganda (91.º), Tanzânia (106.º) e Quênia (111.º).

Obrigado, Dilma.

Em 2009, Dilma garantia o trem-bala para a Copa. Sorte nossa que ela é incompetente.

A obra seria um desastre, mas mesmo assim vale como exemplo da incompetência da gestão Dilma: a promessa nem chegou perto de sair do papel. Como quase todas.

dilma lisboa Em 2009, Dilma garantia o trem bala para a Copa. Sorte nossa que ela é incompetente.

 

“trem bala”

Interessantíssimo o resgate de uma reportagem publicada em 2009 no caderno de Negócios do site de O Globo que recentemente passou a circular na internet. Vejam trechos:

Trem-bala entre Rio e São Paulo ficará pronto para Copa de 2014, diz Dilma – Governo vai criar empresa pública para receber tecnologia de trem-bala. Modelo de traçado foi apresentado durante balanço do PAC. – A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, durante a apresentação do 7º balanço do PAC. A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou nesta quarta-feira (3) que o trem-bala ligando Campinas ao Rio de Janeiro ficará pronto para a Copa do Mundo de Futebol de 2014, que acontecerá no Brasil, pelo menos no trecho entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ela reafirmou que o governo não pretende gastar recursos em estádios e que o foco dos investimentos públicos será em mobilidade urbana nas cidades escolhidas para sediar o evento, escolhidas no domingo passado (31/05). “Nosso projeto é que esteja integralmente pronto em 2014 ou pelo menos o trecho entre Rio e São Paulo. (…) Pretendemos ter os trens em funcionamento em 2014, para a Copa até porque esta é uma região muito importante em termos de movimentacao na Copa.”, afirmou a ministra.” (grifos nossos)

Pois é, não cumpriu. Nesse caso, curiosamente, a incompetência da Dilma teve efeito positivo: o trem-bala é/era uma obra caríssima para pouca demanda, um elefante branco quase tão inócuo quanto pagar bilhões para uma obra em Cuba (dessa não escapamos, infelizmente). Mas, de todo modo, o caso vale para ilustrar a retórica das promessas não cumpridas, a total incompetência da “ministra gerenta” e o populismo das obras da Copa.

Era uma obra do “PAC”, aquele que não terminou e criaram o II – que, por sinal, também foi outra promessa furada. E nem dá para falar que é “fake”, pois a frase final é um clássico da linguagem dilmística.

 

No Estadao:

O pior do pior de 2013 (e da década!)


Paulo Rabello de Castro* - O Estado de S.Paulo

No ano velho, o dispêndio público federal mais uma vez explodiu, como em cada ano desta década, sem "falhar" um único período desde 2004. O governo converteu-se num gastador compulsivo e dissimulado. Em 2013 o rega-bofe tornou-se um escárnio: o gasto total do governo cresceu quase 15%, o dobro do crescimento do produto interno bruto (PIB) tributável, que paga a gastança - o PIB nominal só aumentou cerca de 8% no ano passado.

Recordes de arrecadação são comemorados como algo positivo. Não é casual. O Estado gasta demais, a sociedade paga a conta e isso se transformou no grande nó que amarra o desenvolvimento do País. O estouro da despesa pública em todos os níveis está no centro da explicação - a única plausível - para o baixo desempenho da economia brasileira. A afirmação pode soar contraintuitiva. Mas é exata. No Brasil, o governo é que impede o desenvolvimento que ele mesmo se propõe a conduzir. Nem Keynes discordaria: sua lição de ampliar gastos públicos como remédio numa severa recessão em nada se aplica para justificar a explosão do gasto público total. Tendo a despesa pública brasileira se tornado veneno, como podemos denunciar e combater essa tragédia coletiva no debate eleitoral de 2014? Será que os candidatos sabem e compreendem a natureza do mal da despesa pública excessiva?

A natureza nos ensina. No cultivo de cítricos, a doença mais grave de um pomar é o "declínio". De origem desconhecida, o declínio vai atingindo as árvores mais vulneráveis, sempre de modo gradual. A árvore não morre, mas já não consegue produzir como antes. Algo a devora por dentro, como um câncer. A anterior vitalidade é substituída por uma produtividade recessiva da planta. Como no declínio dos cítricos, também alguma coisa consome o vigor da economia brasileira. E por ser algo lento e mudo, torna-nos desatentos à malignidade do processo.

No declínio da economia, a única estrutura que explode em crescimento é o próprio governo, devorando o resto à sua volta. Ao crescer, por uma década, ao dobro do ritmo da economia produtiva, o setor público vai inchando em patológica progressão. Instala-se um processo de substituição das forças da sociedade e dos mercados pela articulação típica dos processos facciosos na decisão de gastar. Gasta-se para nada. Gasta-se para agradar a grupos, para pacificar descontentes, comprar mais poder, para ir ficando.

Vamos aos números. No Plano Real, há duas décadas, o gasto total do Estado nacional, nos seus três níveis de comando, ainda era a quarta parte do PIB brasileiro, o que já representava um nível superior ao de países de semelhante estágio de renda per capita. Hoje o tamanho do setor público atinge 40% do PIB, ombreando-se com a velha Europa, mas sem qualidade de serviço público. Está aí o cerne da questão. O Estado brasileiro explodiu, consumindo tudo à sua volta. Avançou como uma célula anormal, devorando o resto sem piedade. A enorme velocidade com que isso tem ocorrido é o traço essencial que distingue o caso da expansão do Estado no Brasil. Não existe paralelo mundial para o que vem sucedendo aqui. O tamanho do Estado quase dobrou, empurrando a carga tributária para um patamar insuportável, ao tornar o País um dublê de selva burocrática e manicômio tributário.

A extração de meios para a "sobrevivência" do governo é alcançada pelo confisco da poupança das famílias e pela derrama sobre o caixa gerado nas empresas. Ano após ano, as famílias deixam de fazer poupanças voluntárias e as empresas deixam de investir seus lucros, levados pelos escorchantes impostos que se recolhem ao longo do processo produtivo. O Estado extrator, ao contrário, quer sempre mais. Pior: os recursos extraídos da sociedade passam longe dos investimentos sociais e da melhoria da infraestrutura. Como a capacidade investidora do Estado é incomparavelmente menor que a dos contribuintes, trocamos avanços do setor privado pela debilidade investidora do Estado. Não é surpresa que nossa taxa de investimento seja a mais baixa entre todos os nossos vizinhos na região e uma das mais baixas do mundo emergente.

Capa da revista britânica The Economist estampou o Brasil como um foguete descontrolado - de fato, a estátua do Cristo Redentor caindo do Corcovado, numa insólita expressão do humor trash dos britânicos. A revista fazia referência a outra capa, de 2010, em que o Cristo Redentor decolava do morro, exprimindo a esperança dos estrangeiros na força investidora do Brasil naquele momento. Má avaliação e equívoco flagrante de prognóstico. O Brasil nunca contratou o progresso acelerado antevisto pela publicação inglesa.

Estamos nos comendo por dentro. Apenas temos muito para devorar antes de fenecer. Não é progresso, é mera transferência da vitalidade de uma grande nação para um insaciável aparelho estatal que, no caminho, vai distribuindo "o peixe", em vez de entregar a vara de pescar. Minamos as chances de progresso verdadeiro. Mantemos, apesar da arrecadação pantagruélica, uma educação de baixa qualidade e um sistema de saúde pública de fancaria. Nada senão o excesso de gasto explica o mal que nos acomete.

O diagnóstico do excesso da despesa pública é a grande razão por que as eleições de 2014 são tão importantes. O debate eleitoral poderá propiciar nossa última chance de constatar duas coisas: primeiro, quão distantes estão os candidatos de um diagnóstico verdadeiro do que realmente tem sufocado o progresso nacional; e, por fim, quão próximos ainda estamos de repetir, em 2014, mais um ato continuísta da trágica política econômica do "declínio". Para conter o avanço do Estado e resgatar as chances de progresso da sociedade brasileira é fundamental pactuar uma regra clara de crescimento da despesa corrente pública.

*Paulo Rabello de Castro é economista e coordenador do Movimento Brasil Eficiente (www.brasileficiente.org.br)
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3 comentários

  • jandir fausto bombardelli toledo - PR

    Bom dia, senhor Edison Tarcisio, é com trabalho mesmo que vamos desenvolver o Brasil, se você prestar bem atenção, em dezembro 2013 tivemos a menor taxa de desemprego que foi de 4,3%, o bolsa família é uma medida paliativa para combater a fome e a miséria, ou você concorda em ver as pessoas passando fome, mais um motivo para concordar com o bolsa família, se nós produzimos alimentos é importante que as pessoas tenham poder de consumo, eu não sou religioso, mas vamos pensar um pouco, se Jesus Cristo voltasse aqui ele iria concordar ou discordar daqueles que governam com objetivo de combater a fome e a miséria!

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  • Edison tarcisio holz Terra Roxa - PR

    enquanto o governo botar na cabeça do povo que só meia duzia de pessoas trabalham para sustentar o governo e o povo viver de bolsa vai de mal a pior vamos botar na cabeça do povo que só com trabalho o pais vai progredir pro primeiro mundo cuba venezuela com seu socialismo o brasil não merece dona dilma

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  • Jose C Salomão Campestre - MG

    Não sei porque, mas a realidade do Brasil parece ser bem diferente:

    (GloboNews):RIO – O desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país terminou o ano passado em 5,4% abaixo dos 5,5% registrados em 2012, mostrou a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE. Em dezembro, o indicador recuou para 4,3%, a taxa mais baixa da série histórica da pesquisa iniciada em 2002. Antes, o menor nível de desemprego, de 4,6%, havia sido registrado em novembro de 2013 e em dezembro de 2012.

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