Análise de Mercado - 10/02/10

Publicado em 10/02/2010 08:11 868 exibições

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(10.02) 2010 começa com perspectivas melhores: mercado interno continua firme. Desvalorização cambial anima, mas setor precisa ainda de eliminação de impostos para aumentar competitividade
Em janeiro deste ano, as exportações de carne suína brasileira aumentaram 3,3% em volume (39,06 mil toneladas) e 20,02% em valor (US$ 90, 46 milhões), em relação a janeiro de 2009. No entanto, essa comparação é "insuficiente para fixar previsões com algum tipo de precisão", afirma Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). Ele lembra que janeiro de 2009 foi um mês atípico, "devido ao forte reflexo da crise financeira global".
"Mesmo assim, é possível dizer que 2010 começa com perspectivas muito melhores do que 2009. O mercado interno continua firme, mesmo neste  período, quando o forte calor e as férias escolares costumam afetar negativamente o con sumo de carne suína. O mercado da Rússia também apresenta boa demanda, considerando o período", resume o presidente da Abipecs.
Segundo ele, "a preocupação permanece com relação à competitividade externa do produto, que encontra dificuldade de comercialização em muitos mercados atendidos pelos países concorrentes. A recente desvalorização cambial representa um ânimo, mas é necessária a adoção de outras medidas pelo governo, em particular a eliminação de impostos indevidos nas exportações", adverte Camargo Neto.
Em janeiro, o principal mercado da carne suína brasileira foi a Rússia, para onde o Brasil embarcou 20,77 mil toneladas, um crescimento de 41,33% em relação a janeiro de 2009. A receita, de US$ 52,15 milhões, aumentou cerca de 75% em comparação com igual período do ano passado. (veja estatísticas em anexo)
Para a Ucrânia, o Brasil vendeu 1,72 mil toneladas e faturou US$ 3,63 milhões, um crescimento de 265% em volume e de 532% em valor.
Os principais destin os em janeiro foram Rússia, Hong Kong, Cingapura, Argentina e Angola. (Abipecs / Suino.com)

 Suíno vivo

 GO

R$2,60 

 MG

R$2,60 

 SP

R$2,45 

 RS

R$2,32 

 SC

R$2,15 

 PR

R$2,20 

 MS

R$2,15 

 MT

R$1,95 

Frango vivo

(10.02) - Consideradas, de um lado, as estimativas da APINCO de que em outubro de 2009 foram produzidas no Brasil 957.625 toneladas de carne de frango e, de outro lado, a indicação da ABEF de que no mês foram exportadas 335.445 toneladas do produto, a conclusão é de que permaneceram no mercado interno 622.180 toneladas de carne de frango.
Além de ser 7,80% menor que a registrada em outubro de 2008 e estar 6,61% abaixo do volume alcançado em setembro de 2009, a disponibilidade interna de outubro também foi a menor até então registrada no segundo semestre de 2009. (Avisite)

 Frango vivo

 SP

R$1,65 

 CE

R$2,80 

 MG

R$1,70 

 GO

R$1,65 

 MS

R$1,40 

 PR

R$1,60 

 SC

R$1,50 

 RS

R$1,49 

Ovos

(10.02) - Compradores com dificuldade de aquisição de matéria prima uma vez que o calor esta comprometendo a produção pela mortalidade e pela qualidade ,Estado de Santa  Catarina  teve uma taxa de mortalidade muito alta e os atacadista Catarinense  estão comprando tudo o que tiver nos outros estados.(Apavi)

 Ovos brancos

 SP

R$41,90 

 RJ

R$43,00 

 MG

R$43,00 

 Ovos vermelhos

 MG

R$45,00 

 RJ

R$45,00 

 SP

R$43,90 

Boi gordo

(10.02) - A arroba do Boi Gordo no Estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a terça-feira cotada a R$ 76,93, com a variação em relação ao dia anterior de -0,38%.  A variação registrada no mês de Fevereiro é de 0,73%. (Valor por arroba, descontado o Prazo de Pagamento pela taxa CDI/CETIP).
O valor da arroba em dólar fechou ontem cotado a US$ 41,65, com a variação em relação ao dia anterior de 1,07% e com a variação de 2,81% no acumulado do mês na moeda norte-americana.
Média ponderada de arroba do boi gordo no Estado de São Paulo - base de ponderação é a mesma usada para o Indicador Esalq/BM&F.
Valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa NPR.
A referência para contratos futuros da BM&F é o Indicador Esalq/BM&F.

(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)

 Boi gordo

 Triangulo MG

R$70,00 

 Goiânia GO

R$72,00 

 Dourados MS

R$71,00 

 C. Grande MS

R$70,00 

 Três Lagoas MS

R$71,00 

 Cuiabá MT

R$70,00 

 Marabá PA

R$71,00 

 Belo Horiz. MG

R$74,00 

Soja

(10.02) - A saca de 60 kg de soja no estado do Paraná, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a terça-feira cotada a R$ 35,68. O mercado apresentou uma variação de -0,14% em relação ao dia anterior. O mês de Fevereiro apresenta uma variação de -3,31%.
O valor da saca em dólar fechou ontem cotado a US$ 19,32, com a variação em relação ao dia anterior de 1,31%, e com a variação de -1,28% no acumulado do mês.


(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)

 Soja
 Físico - saca 60Kg - livre ao produtor

 R. Grande do Sul (média estadual)

R$39,00 

 Goiás - GO (média estadual)

R$32,50 

 Mato Grosso (média estadual)

R$30,00 

 Paraná (média estadual)

R$35,68 

 São Paulo (média estadual)

R$38,50 

 Santa Catarina (média estadual)

R$37,00 

 M. Grosso do Sul (média estadual)

R$31,00 

 Minas Gerais (média estadual)

R$34,00 

Milho

(10.02) - A saca de 60 kg de milho no estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a terça-feira cotada a R$ 18,41 a saca. O mercado apresentou uma variação de -1,09% em relação ao dia anterior e de -3,62% no acumulado do mês de Fevereiro.
O valor da saca em dólar fechou ontem em US$ 9,97, com uma variação de 0,35% em relação ao dia anterior, e com a variação de -3,62% no acumulado do mês.
O Indicador Esalq/BM&F à vista, que tem como base Campinas-SP, distingue-se da média regional de Campinas porque utiliza o CDI como taxa de desconto dos valores a prazo. No mercado físico (média regional Campinas), porém, a taxa mais usual é a NPR. Já os valores a prazo são iguais.
 
(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)

 Milho
 Físico - saca 60Kg - livre ao produtor

 Goiás (média estadual)

R$14,50 

 Minas Gerais (média estadual)

R$16,00 

 Mato Grosso (média estadual)

R$11,00 

 M. Grosso Sul (média estadual)

R$14,50 

 Paraná (média estadual)

R$17,00 

 São Paulo (média estadual)

R$18,41 

 Rio G. do Sul (média estadual)

R$17,00 

 Santa Catarina (média estadual)

R$19,00 

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Fonte:
Uniquímica

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