Regime de urgência para Código Florestal será votado na próxima terça

Publicado em 10/12/2010 07:41 e atualizado em 10/12/2010 08:26 949 exibições
A malograda manobra da bancada ruralista para tentar votar o regime de urgência para a mudança do Código Florestal, tentada no início desta semana, tem mais um capítulo antes do final do ano.O líder do Governona Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT/SP), anunciou que o pedido de urgência será colocado na pauta de terça-feira (14). 

"O governo já disse que não quer votar o projeto este ano, mas existe uma pressão real do Congresso nesse sentido. Uma maneira que encontramos para lidar com a situação foi inserir na pauta o pedido de urgência, mas sabendo que a votação só ocorrerá o ano que vem", alegou Vacarrezza. 

Para o Coordenador Adjunto do Programa de Política e Direito do Instituto Sócio-Ambiental (ISA), Raul Silva Telles do Valle, o argumento do deputado não faz sentido. 
"Se o próprio governo entende que o projeto não está pronto para ir a plenário, é completamente incoerente pedir a urgência, porque isso pode antecipar a votação. O pedido de urgência não dá espaço para a discussão esse ano nem no ano que vem. Esse foi um projeto pouco discutido com a sociedade. O ideal é que se consiga construir um substitutivo a esse projeto, mas isso tem de ser feito com calma e tempo para deliberação junto à sociedade", diz ele. 

O chamado Reletório Aldo Rebelo - em referência ao relator da proposta - possibilita anistia para quem ocupou indevidamente encostas e beiras de rio, prevê a diminuição da reserva legal nas propriedades (incluindo a extinção dela para os imóveis de até 4 módulos fiscais, o que pode chegar 440 hectares), e retira a proteção de áreas hoje resguardadas, como os topos de morro. 

(Acompanhe as últimas informações do Blog de Ciro Siqueira, autor do www.codigoflorestal.com): 

Qual a ligação entre o preço de carne e o ambientalismo?

Pergunte a um ambientalista se ele acha que o Brasil deve reduzir sua área de produção de alimentos para plantar mais florestas do que já tem e ele provavelmente vai te responder que o Brasil já tem área aberta suficiente.

Eles têm pudor de admitir publicamente que o que eles querem é encolher a área de produção agrícola, então eles dizem que a pecuária nacional é feita por um bando de ruralista arcaico que só pensa no lucro de curto prazo e praticam um pecuária extensiva de alto impacto ambiental. Na cabeça dele a pecuária deve usar menos área e todas as outras culturas devem ocupar a área de pasto degradado que sobrará nesse movimento.

Baseados nesse julgamento de que pecuárista é uma espécie contemporânea de bruxa, os ambientalstas vêm perseguindo o setor. Crianças que passam nos concursos no ministério público antes de perder os pêlos das mãos começam a esmerilhar o arcabouço legal para perseguir, multar, exigir ajustamentos de conduta. O Ibama e o aparato policial do fundamentalismo verde embarga áreas de pastagens sob a alegação de que o pecuarista está impedindo a regeneração natural.

O resultado dessa caça às as bruxas você vê abaixo. Enjoy.


Clique aqui e veja mais sobre o recente movimento de aumento no preço da carne.

O povo brasileiro come uma das carnes mais baratas do mundo exatamente porque a produz da forma mais barata do mundo. Quando os ambientalistas impõem uma forma de produção mais intensiva eles também impõem preços de produto mais elevados. Mas eles não dizem isso à população.

Eles não ligam para isso. Eles ganham altos salários pagos por ONGs com dinheiro do mundo rico. Para eles tanto faz se a picanha custa R$ 10 ou R$ 110. Eles podem pagar. Quem perde com as exigências ambientais é quem come picadinho de pescoço uma vez por semana e vai ter que parar de fazê-lo. Quem perde é o brasileiro pobre que terá que custear a salvação do planeta com a perda do seu bem estar.

Em tempo, antes que alguém me acuse de defender a destruição ambiental em prol do bem estar do povo brasileiro, leia o restante do artigo.

Cancún na mão: ambientalistas de mobilizam contra votação do Código Florestal

A ministra do ½ Ambiente, Izabella Teixeira, e a senadora Marina Silva se mobilizaram em Cancún durante esta semana, para tentar adiar a votação do projeto de reforma no Código Florestal. A medida foi tomada após a ministra ser surpreendida por mobilizações em Brasília para apressar a votação.

A informação, divulgada pelo jornal Folha.com, é que a ministra Isabella Teixeira acionou o Planalto para adiar a votação, enquanto Marina Silva ligou para o ministro de Relações Internacionais, Alexandre Padilha, que chegou a se comprometer a obstruir a votação.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Veja a lista dos líderes que pediram urgência para o Código Florestal

Apesar da reação fascista dos fundamentalistas de ½ ambiente que manipula a opinião pública tentando jogar a sociedade contra os deputados, veja abaixo a lista dos líderes de partido na Câmara que subscreveram o requerimento de urgência para a votação do Relatório de Aldo Rebelo:

Lider do DEM, Paulo Bornhausen;
Líder do PSDB, deputado João Almeida;
Líder do PR e autor do requerimento;
Líder do PP, deputado João Pizzolatti;
Líder do PDT , deputado Paulo Pereira da Silva;
Líder do PTB, deputado Jovair Arantes;
Líder do PSC, deputado Hugo Leal;
Líder do PPS, deputado Fernando Coruja;
Líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves;
Líder do PCdoB, deputada Vanessa Grazziotin;

Juntos esses líderes representam 374 deputados, mais de 70% dos representantes do povo na Câmara. Entre eles o PCdoB, que não pode ser acusa de ser ruralista, além de partidos da esquerda como PSDB e PPS. Toda a base aliada do governo a exceção do PT que recebem ordens do Planalto, subscreveu o relatório.

As pessoas que vivem e entendem de produção rural sabem que é fundamental mudar a lei, mas sociedade brasileira de maioria urbana desconhece os dramas impostos ao campo pelo Código Florestal atual. Os ambientalistas de aproveitam desse desconhecimento.

A sociedade urbana, incluindo jornalistas e articulistas de jornal, tende a confiar nos ambientalistas que são vistos como "gente do bem". Mesmo sem entender direito o que o Código Florestal causa na produção rural, o brasileiro urbano aceita como verdade os sofismas que os ambientalistas dizem sobre a lei.

Nosso Congresso deve saber, e ser capaz de, lidar com essa distorção.

A reforma do Código Florestal é inevitável

pum.jpg
Em algum momento vai ter
que sair
Apesar do movimento reacionário do fundamentalismo ambientalista está se formando um consenso de que não há como barrar o movimento de alteração no Código Florestal. O jornal Diário de Pernambuco publicou hoje a seguinte nota: "O Projeto do Código Florestal, que ganhou elogiada relatoria do deputado Aldo Rabelo (PCdoB/SP), deve ser votado dia 15, já carimbado com pedido de urgência. Foi o que ficou acertado entre as principais lideranças partidárias no Congresso, após a aprovação do PL do pré-sal, que estava obstruindo a pauta. O novo Código deve ser aprovado."

O ex-secretário de meio ambiente de São Paulo e produtor rural convicto, Xico Graziano, disse hoje no seu twitter: "Código Florestal vai esquentar. Estou pensando em propor emendas ao relatório, para PSDB apresentar caso vá mesmo à votação". E emendou, "Discuti com o Capobianco essa estratégia de aprimorar o relatório Aldo, para o caso de haver votação. Dá para melhorar."

Capobianco é o Marina's Boy Mor, é uma espécie de Cardeal do fundamentalismo ambiental que não tem Papa. Sem anuência dele e de um número considerável de outros Cardeais nada é aceito pelo movimento, religião se preferir, verde.

Entenda porque o fundamentalismo ambiental persegue a produção rural brazuca

Do Blog de Joelmir Beting

POTÊNCIA VERDE 

Relatório da ONU sobre a qualidade da produção de alimentos em 120 países, divulgado nesta terça-feira, aponta o Brasil como o campeão mundial da modernização agropecuária nos últimos 20 anos.

O estudo revela quanto cada país aumentou a produção de alimentos sem ampliar a área já ocupada.

Em terceiro lugar, a Argentina, com ganho de 61%.
Em segundo, a China, com 82%.
Em primeiro, o Brasil, com 124%.

Nessa rota, temos aí o impulso de banguela para o país transformar-se na maior potência agrícola do século 21. Ou seja: mais que dobramos a produção agropecuária por hectare - com ganhos econômicos, sociais e ambientais.

(07/12/2010)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Não rolou

Não foi hoje. Deputados ligados à produção rural, numa manobra de bastidor de gente grande, construíram um grande acordo político para a votação de um requerimento de urgência para a votação do Relatório Rebelo. O requerimento de urgência foi assinado por 379 deputados, maioria absoluta. O líder do governo na Câmara, que na semana passada disse que esse assunto estava encerrado, voltou atrás e concordou em votar o requerimento de urgência. 

Os ambientalista fizeram pressionaram o governo para barrar a votação do requerimento de urgência, apesar da maioria absolutados dos deputados concordarem com a votação. Izabella Teixeira, Marina Silva e os Marina's Boys, que estão em Cancún esmerilhando um acordo que não vai rolar sobre o aquecimento global, gastaram o dedo ligando para todo mundo no planalto exigindo que o requerimento não fosse votado. O site da Folha de São Paulo anunciou que Marina Silva, que não é da base do governo, ligou diretamente para o ministro das relações institucionais de São Lula, Alexandre Padilha, e ordenou que o requerimento não fosse votado. 

Por uma divergência política em relação ao projeto que seria votado antes do requerimento a seção foi encerrada e a votação acabou sendo adiada. Vejamos o que acontece amanhã.

Governo recua e admite votar o Código Florestal

Nesse momento corre um boato no twitter de que o líder do governo na Câmara, Deputado Cândido Vaccarezza, admitiu votar o requerimento de urgência para a tramitação do Relatório do Deputado Aldo Rebelo que altera o Código Florestal.

O governo vem sofrendo um pressão fortíssima de todos os líderes partidários, da base aliada e da oposição, exceto PV e PSol, que são favoráveis à votação do Relatório de Aldo Rebelo.

Caso o requerimento de urgência seja votado e aprovado hoje o relatório terá prioridade sobre outros temas que constam na pauta de votação da Câmara. Vaccarezza disse ao site Congresso em Foco que o governo admite votar o requerimento de urgência. Na semana passada Vaccarezza havia dito que votar o Código Florestal está fora de cogitação e que o martelo sobre esse assunto estava batido.

O requerimento de urgência pode ser votado a qualquer momento.

Katia Abreu saiu do armário

A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), chutou o pau da barraca na Conferência do Clima em Cancún. Kátia Abreu disse que a reserva legal prevista no Código Florestal é um "corpo estranho" na propriedade rural.

Assim como este blogger faz há tempos, a senadora defendeu a separação das unidades de produção e de conservação. Segundo ela, a preservação deve se dar em parques nacionais, estaduais e municipais. "Se eu começar a fazer unidade de produção dentro do parque, também vai ser um corpo estranho", argumentou Kátia Abreu.

Ao fim da palestra da Senadora Kátia Abreu, o ex-ministro do ½ Ambiente Carlos Contraponto Minc, que estava presente, saiu correndo atrás dos jornalistas oferecendo sua opinião divergente. Minc criticou a posição da entidade em relação à reserva legal e ressaltou que a presidente eleita, Dilma Rousseff, se comprometeu a vetar lei que moderniza o Código Florestal.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Quem trará o desmatamento LEGAL ao debate?

estupidalex.jpg
Lema do ambientalismo
de gabinete
Dez por cento da área desmatada em Mato Grosso no último ano foifeita de forma legal, de acordo com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). Dados do levantamento do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre 2009 e 2010, Mato Grosso perdeu 828 km2 de floresta amazônica. Desse total, cerca de 82,8 km2, o equivalente a 8.280 ha, foram desmatados legalmente.

O pesquisador Gerd Spavorek, um dos autores do estudo Brazilian Agriculture and Environmental Legislation, o Código Florestal Brasileiro, ao mesmo tempo em que exige a recuperação de áreas desmatadas, autoriza a derrubada de novas áreas na medida em que cada dono de imóvel rural fora da Amazônia pode derrubar até 80% de sua área. Segundo Spavorek, o Código Florestal atual deixa sem proteção cerca de 103 milhões de hectares, dos quais os 8.280 ha desmatados legalmente no Mato Grosso são apenas um fração.

Dá-lhe neles, Natureza!

capi.jpg
Meliante foragido
A Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso vem envidando esforços para capturar um bando de capivaras que fugiram do Parque Arnulpho Fioravanti, na cidade de Dourados. O parque abriga mais capivaras do que sua capacidade original porque os animais estúpidos procriam feito coelhos e não têm cautelas contraceptivas.

Na manhã do dia primeiro de dezembro várias das capivaras fugitivas foram avistadas na região da Rua Palmeiras com a Rua Coronel Ponciano, a cerca de 300 metros da área do parque. As equipes do Batalhão de Operações Especiais da PM Ambiental se deslocaram para o local e deu-se início à captura das meliantes que resultou em muito corre-corre até que as capivaras foram encurraladas na Rua São João e capturadas uma a uma.

Os policiais disseram que há avarias grades que cercam o parque e isso tem contribuído para a fuga. Ontem à noite várias delas já haviam sido capturadas nas imediações do parque, mas ainda há capivaras meliantes figitivas.

domingo, 5 de dezembro de 2010

O fim da Reserva Legal

Agricultores assentados da reforma agrária foram flagrados desdobrando árvores na área de reserva legal do grupo União dos Palmares, do MST, no Assentamento Itamarati II. Os "cortadores de madeira", como são conhecidos os assentados, trabalham o dia todo nas matas e ganham pelo trabalho cerca de R$ 400 por árvore transformada em tábuas.

Como é fácil para o Ibama encontrar e fechar grandes serrarias, alguns trabalhadores desenvolveram a habilidade de serrar troncos utilizando pequenas motosserras. É possível fazer qualquer tipo de madeira com a técnica, mas o aproveitamento da tora é muito inferior. Perde-se quase metade da tora, mas é forma de se fazer com o menor risco de ser pego por uma fiscalização.

Além dos R$ 400 por dia os "madeireiros" vendem as tábuas por até R$ 2 mil a unidade. O flagrante aconteceu na manhã do último dia 17, mas só divulgado esta semana. Nenhum dos sistemas de produção agrícola do assentamento é tão rentavel quanto explorar ilegalmente madeira da Reserva Legal.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Sob pressão do fundamentalismo ambiental governo veta votação do Código Florestal

bingo.jpg
Prioridade do governo é legalizar os
bingos. Agricultura não é prioridade.
O líder o governo na Câmara, Deputado Cândido Vaccarezza, disse ao site Congresso em Foco que o martelo está batido para que a votação do projeto de Aldo Rebelo Não seja votado este ano. Segundo Vaccarezza, a base governista no Congresso tem outras prioridades, como a legalização dos bingos e não irá colocar em votação o relatório de Aldo Rebelo.

"O governo não vai votar o Código Florestal este ano. Essa matéria é muito polêmica e não têm consenso entre os líderes. Ano que vem, nós votamos isso", tergiversou Vaccarezza. Todos os líderes, exceto os do PV, PSol e Vacarezza, querem votar o relatório. Apesar de falar em nome do PT, Vacarezza diz o que o governo quer. Muitos deputados do PT querem votar o relatório.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Desmatamento da Amazônia e o Código Florestal

Caros, o presidente São Luis Inácio Lula da Silva anunciou que o desmatamento da Amazônia caiu mais uma vez. No mesmo evento São Lula anunciou o desmatamento da Mata Atlântica, que só tem 7% de pé, mas ninguém disse nada sobre ele. Combater o desmatamento lá longe, na Amazônia, é mais cômodo do que combater o desmatamento do próprio quintal.

Como é usual por ocasião do anúncio da taxa anual de desmatamento da Amazônia, apresento aqui no blog, a atualização do gráfico abaixo. 

grafico.gif
O gráfico mostra a evolução da área desmatada da Amazônia em relação à idade do Código Florestal. Desde que o desmatamento começou a ser monitorado, em 1988, a Amazônia perdeu, em média, 17.870 km2 a cada aniversário do Código Florestal.

Daqui a mais ou menos dois meses o Código Florestal fará 77 anos. Parabéns para você, bobalhão, que apoia incondicionalmente uma lei de proteção de floresta que não protege floresta nenhuma.

Em tempo, como diz o velho deitado, sofisma que dá em Chico, dá em Francisco. Antes de acusar alguém de impostura científica, olhe para a ciência que você faz.

Tags:
Fonte:
O Estado de S. Paulo/blogciro...

RECEBA NOSSAS NOTÍCIAS DE DESTAQUE NO SEU E-MAIL CADASTRE-SE NA NOSSA NEWSLETTER

2 comentários

  • Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS

    Quer dizer qua as quase 80 audiências públicas feitas pelo Deputado Aldo Rebelo para discutir com a sociedade a necessidade de mudar o código florestal para que possibilite o desenvolvimento brasileiro não significa nada? Mas é muita cara de pau desse ambientalista! Mas não se assuste. Eles montaram para que a COP 16 coincidisse com esse momento de possível votação do Código. Mas não vamos esquecer que já estão montando a COP 17 na Africa do Sul em 2011; em 2012 teremos Rio+20, 2013 já tem outro evento marcado por eles pré copa; 2014 a copa do mundo verde no Brasil; em 2015 outro evento pré olimpiadas e em 2016 Olimpiadas Verdes no Brasil. pelo visto teremos muito trabalho, mas a votação do Código a favor do Brasil é a última coisa que os verdes e os países que eles representam querem. Nos preparemos para muito trabalho em defesa da nova Independência do Brasil! Vamos em frente!!!

    0
  • Telmo Heinen Formosa - GO

    Sou um consumidor de noticias e como tal exijo que me entreguem uma mercadoria sem defeitos! Me dá vontade de pegar o avião e ir para São Paulo e chamar às falas o ou a repórter que escreveu o ultimos parágrafo desta noticia. Este tipo de impropério tendencioso é que causa o abobalhamento midiático, aliás, o que os ambientalistas mais sabem fazer é MENTIR para angariar a simpatia da população, e sutilmente ou não, com meias verdades veiculam MENTIRAS inteiras, formando conceito distorcido na mente das pessoas. Maldito dia em que incluiram "de fora" do PROCON a imprensa. Lá se pode reclamar de tudo, menos das mentiras de jornalistas.

    0