Grãos: Paralisação de portuários na Argentina preocupa mercado
A Bolsa de Grãos de Rosário já se mostra "profundamente preocupada"com a situação. Os trabalhadores afirmam que a greve será mantida até que seus pleitos de melhores salários sejam atendidos - um piso salarial de 5 mil pesos, cerca de US$1.250,00. Este mesmo valor foi conquistado por funcionários de esmagadoras que produzem óleos comestíveis nor portos.
Segundo o líder trabalhista Walter Cabrera, os protestos - que tiveram início na quarta-feira da semana passada - já atingem 18 portos e processadoras.
"A preocupação se origina do sério prejuízo que esse conflito está provocando não apenas à atividade econômica na região, mas também ao país. Vai também deteriorar a reputação da Argentina como um país exportador porque, se persistir, com certeza levará ao fracasso do cumprimento de contratos de grãos e produtos relacionados", foram as palavras da Bolsa de Rosário em um comunicado.
A Bolsa disse ainda que pediu as autoridades federais e da província ajuda para colocar um fim ao conflito.