BRF perde uma posição na pauta exportadora

Publicado em 26/07/2011 08:23 279 exibições
Enquanto empresas isoladas, Sadia e BRF (ex-Perdigão) fecharam o primeiro semestre do ano passado ocupando, respectivamente, nona e décima posições na pauta das principais empresas exportadoras. Em 2011, pelo mesmo critério (a nova BRF só foi oficializada em julho corrente), ambas caíram uma posição, ficando no décimo e décimo primeiro lugares. Já considerada a fusão também houve recuo – do terceiro lugar no fechamento de 2010 para o quarto lugar no primeiro semestre de 2011.

Não que tenha ocorrido retrocesso na receita cambial. A da Sadia aumentou perto de 14% no semestre, enquanto a da “velha” BRF cresceu 19%. Mas ambas foram postas para trás pela ascensão – vertiginosa, pode-se dizer, graças às fusões – da JBS, cuja receita cambial aumentou 126% e fez com que a empresa subisse da 26ª para a 8ª posição.

De sua parte, a “nova” BRF teve sua receita cambial aumentada de US$2,056 bilhões para US$2,394, crescendo, portanto, 16,4%. Mas isso não foi o suficiente para cobrir o avanço da Bunge, cuja receita cambial (proveniente essencialmente de commodities agrícolas) aumentou 43,69% no semestre. Em decorrência, a agora oficializada BRF - que encerrou 2010 como a terceira principal exportadora do País, atrás apenas da Petrobras e da Vale - fecha o primeiro semestre de 2011 no quarto lugar.

Abaixo, a relação das onze principais empresas exportadoras brasileiras no primeiro semestre de 2011. Elas, na realidade, são agora dez, já que a fusão entre BRF e Sadia foi oficializada.
A registrar, ainda, que no rol das 40 principais empresas exportadoras divulgado pela SECEX/MDIC está presente apenas mais uma empresa do setor – a Seara, cuja receita cambial no primeiro semestre de 2011 aumentou 71,97%. Esse índice de aumento, sem dúvida representativo, fez com que a Seara subisse da 30ª para a 23ª posição na lista das 40 principais exportadoras.

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AviSite

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