Ampasul promove reunião com palestra do Dr Paulo Degrande sobre as duas principais pragas que atacam o algodoeiro nesta safra
A cultura do algodão, nas regiões de Costa Rica e de Chapadão do Sul está em pleno desenvolvimento. Estão as lavouras sendo impactadas por duas pragas, muito conhecidas na cotonicultura; a mosca branca e o bicudo, que aumentaram significativamente neste ano agrícola.
Os dois municípios representam em torno de 90% da produção de Mato Grosso do Sul, com alta produtividade e qualidade da pluma, o que tornam ainda mais significativas eventuais perdas de produção por pragas.
Diante de mais este desafio para a classe produtora, a Ampasul, Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores de Algodão, decidiu promover uma reunião direcionada aos cotonicultores, gerentes de fazendas, coordenadores de campo e consultores, para discutir diagnósticos e medidas de controle. Será a reunião realizada no dia 10 de março próximo.
Participa do encontro, o Prof. Dr. Paulo Eduardo Degrande, especialista em algodão, ex-professor titular da Universidade Federal da Grande Dourados, hoje atua como consultor renomado em entomologia, com destaque para mosca branca e bicudo.
As duas pragas, com destaque para o bicudo, representam permanente desafio aos cotonicultores, pois elas impactam na produtividade e qualidade da pluma. O bicudo, que não manejado adequadamente, pode comprometer a cultura nas regiões produtoras.
Destaca o Diretor Executivo da Ampasul, que a reunião será realizada na sede da entidade e direcionada exclusivamente ao público-alvo com a confirmação da presença: cotonicultores, gerentes de fazendas, coordenadores de campo e consultores.
“A mosca branca ataca também outras culturas, mas tem gerado grande pressão e aumento de custo no algodoeiro, da mesma forma a alta incidência do bicudo, já na fase inicial do ciclo do algodão, gera preocupação e atenção dos produtores, para que não se agrave o prejuízo ao longo do ciclo da cultura”, comenta Adão Hoffmann.
Reunião:
Dia: 10 de março
Local: Ampasul
Cidade: Chapadão do Sul (MS)
Público alvo: cotonicultores, gerentes de fazendas, coordenadores de campo e consultores.