Não perca o vídeo: a deputada Mara Gabrilli interpela Gilberto Carvalho sobre o caso Celso Daniel e acusa ‘o homem do carro pret

Publicado em 10/04/2014 11:45 e atualizado em 12/06/2014 16:11 2653 exibições
POR AUGUSTO NUNES, DE VEJA.COM.BR

Não perca o vídeo: a deputada Mara Gabrilli interpela Gilberto Carvalho sobre o caso Celso Daniel e acusa ‘o homem do carro preto’ de repassar a José Dirceu o dinheiro extorquido de empresários de Santo André

“Faz muitos anos que eu queria olhar nos olhos do senhor e fazer essas perguntas”, disse a deputada Mara Gabrilli em meio à interpelação que interrompeu a procissão de platitudes que o ministro Gilberto Carvalho desfiava, no fim da tarde desta quarta-feira, durante a sessão da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.

Por mais de seis minutos, a parlamentar do PSDB paulista acuou o secretário-geral da Presidência com a evocação de perturbadoras agravantes que envolvem o assassinato do prefeito Celso Daniel, ocorrido em janeiro de 2002. Tentando controlar a emoção que em alguns momentos embargou a voz sempre suave, a deputada que um acidente de carro imobilizou na carreira de rodas abriu a ofensiva com a história do pai, dono de uma empresa de ônibus.

Vítima do esquema corrupto montado na prefeitura de Santo André para extorquir empresários do setor, e irrigar com boladas de bom tamanho as campanhas eleitorais do PT, ele era pressionado todos os meses “por uma gangue” ─ liderada, segundo Mara, por Klinger de Souza (subsecretário de Celso Daniel), Ronan Pinto (hoje proprietário do Diário do Grande ABC) e Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, denunciado pelo Ministério Público como mandante do crime. ”O senhor sempre foi conhecido como o homem do carro preto”, disse a deputada ao ministro. “Era a pessoa que realmente pegava essa coleta de dinheiro extorquido de empresários e levava para o capo, como era conhecido o José Dirceu. Isso eu não li. Isso eu vivenciei”.

Depois de invocar os testemunhos dos irmãos de Celso Daniel e o depoimento de Romeu Tuma Junior, ex-secretário nacional de Justiça, publicado no livro “Assassinato de Reputações”, a deputada seguiu alternando acusações e cobranças. Quis saber se Carvalho também acha que os fins justificam os meios e estranhou o descaso do ministro pelo esclarecimento de um episódio que comoveu e continua intrigando o país inteiro. “Por que o senhor não ajuda a apressar o julgamento do Sombra?”, perguntou, identificando pelo apelido o réu Sérgio Gomes da Silva, processado como mandante do assassinato. “O senhor não se incomoda com isso?”

Desconcertado, Carvalho reprisou o palavrório que recita há mais de dez anos. Alegou que “foi a Polícia Civil de São Paulo comandada pelo PSDB” que reduziu a crime comum uma execução encomendada. Como fez há três meses, prometeu acionar judicialmente Romeu Tuma Junior. E jurou que ninguém sofreu tanto quanto ele com a morte do “amigo e mestre” Celso Daniel. Caprichando na pose de quem acabou de chegar ao velório, declamou mais de uma vez o mantra predileto: “Isso dói”.

Certamente doeu muito mais a pancadaria retórica a que foi submetido por Mara Gabrilli.

 

Opinião

Reynaldo-BH: ‘Resta ao Poder Judiciário decidir se servirá de instrumento para os chicaneiros da Casa do Espanto’

REYNALDO ROCHA

Na mesma semana em que o Brasil ganhou o nada nobre título de país mais perigoso da América Latina para o exercício da profissão de jornalista (12 assassinatos), o Senado “judicializou” mais uma questão. Fatos sem ligação? Não, ao contrário: são intimamente ligados.

O famigerado senador Romero Jucá (PMDB), capacho de qualquer mandatário e sócio de Renan Calheiros, obedeceu às ordens recebidas: protelar a instalação da CPI da Petrobras. Trabalho sujo? Quem se importa?

 

A CPI só nasceu porque no Brasil ainda há imprensa livre. Foram reportagens que fizeram transbordar o que entupia o esgoto da estatal que um dia foi motivo de orgulho para os brasileiros.

Seguiu-se a tentativa de inviabilizar a CPI. Inventou-se outra para que, assim, nenhuma existisse. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado decidiria a questão.

Ordens são ordens e Jucá soube cumpri-las. O importante era prorrogar a não instalação, como queria Lula, e a oposição teve que apelar para a dita judicialização da atividade política, recorrendo ao STF. O atraso (tão desejado) dependerá do ministro sorteado para decidir sobre o caso.

Que não se acuse mais o Poder Judiciário de ser um “invasor” das prerrogativas legislativas. Ao contrário, foi chamado a decidir na ausência delas.

A importância da DEMOCRACIA fica cada dia mais evidente. Um país precisa de UMA IMPRENSA LIVRE, de um Congresso atuante (e limpo), de oposições e do Poder Judiciário.

Agora resta a esse Judiciário demonstrar um mínimo de respeito à cidadania e ao Estado de Direito. E impedir que seja usado como chicana dos zumbis da Casa do Espanto.

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NO ESTADÃO:

Antiga forma, por Dora Kramer

Falar de assuntos espinhosos de maneira direta e transparente não é com ele.

Portanto, não seria de esperar mesmo que o ex-presidente Luiz Inácio da Silva abordasse o tema Petrobrás da perspectiva dos negócios nebulosos feitos pela estatal no governo dele e que agora estão sob a mira do Ministério Público, Polícia Federal, Tribunal de Contas e Congresso Nacional, na entrevista dada ontem a um grupo de blogueiros.

Lula passou ao largo das dificuldades objetivas que o governo enfrenta para se concentrar na exposição dos detalhes de uma agenda que permita ao PT e ao Planalto sair pela tangente na superação dos obstáculos.

Falou basicamente para a militância, ressuscitando teses caras ao partido, como o controle social dos meios de comunicação, vocalizando o discurso da altivez petista - "não podemos baixar a cabeça" - seguindo o lema "nós" contra "eles".

Inspirado na própria experiência de 2005/2006, quando saiu da defensiva em que seu governo foi jogado devido ao escândalo do mensalão e partiu para a ofensiva que o levou à reeleição, Lula aconselhou o PT a "ir pra cima" dos adversários para evitar a CPI da Petrobrás.

Sabe como são essas coisas. Lembrou ao partido que a CPI do Mensalão começou com uma investigação sobre "pagamento de propina de R$ 3 mil (nos Correios) e acabou no PT". Quer dizer, o problema foi que os petistas não abafaram o caso a tempo e a hora.

O presidente anunciou que não será candidato. Isso na abertura da entrevista. No fim, já não apresentava a mesma convicção, afirmando que só o "futuro" pode responder a perguntas hipotéticas. Lula atende, assim, a três objetivos: de um lado aparentemente reforça a presidente Dilma Rousseff, de outro não mata de todo as esperanças dos que o querem de volta na disputa agora e ainda mantém a oposição tensa.

Inclusive porque deu um aviso aos navegantes: pôs fim à sua fase de silêncio e vai começar a dar palpites em público até para a presidente ("acho que assim posso ajudar na eleição"), vai viajar com Dilma e vai voltar a falar sem parar.

Evidentemente, sempre dentro de uma ótica própria que não necessariamente guarda relação com a realidade. Como a versão apresentada ontem para o aumento da percepção negativa sobre o governo Dilma.

Não tendo como negar os números das pesquisas, depoimentos de gente que recebe no Instituto Lula e reclamações de petistas, o ex-presidente elegeu um responsável pelo mau humor generalizado: o mensageiro.

Segundo ele, "a massa feroz de informação deformada" produzida pelos meios de comunicação é responsável pelas agruras em série que assolam o governo. Para isso, recomenda dois remédios.

De imediato, "uma política agressiva de comunicação, com a ocupação de todos os espaços". Como se o governo ocupasse poucos. Mais adiante, a retomada do debate sobre o marco regulatório, também conhecido como controle social da mídia, em português claro traduzido como fiscalização governamental do conteúdo produzido por jornais, revistas, rádios e televisões.

Esses temas, Dilma como presidente não pode defender, mas Lula como cabo eleitoral, comandante em chefe do PT, pode.

Da mesma forma, ela não poderia - sem gerar uma crise com o Congresso - voltar a defender a Constituinte exclusiva. Mas Lula pode. Como fez na entrevista, ao defender as teses caras ao PT na reforma política, a começar pelo financiamento público de campanha.

Mensalão tampouco é assunto que interesse à presidente abordar. Mas Lula o faz na maior sem cerimônia dizendo que a "verdadeira história" ainda está para ser contada, sem dar pista sobre o tom da nova narrativa.

O ex-presidente esquivou-se de críticas mais pesadas ao Supremo Tribunal Federal. Limitou-se a trafegar no terreno do politicamente incorreto ao dizer a razão pela qual indicou o ministro Joaquim Barbosa: "Eu queria um advogado negro e o currículo dele era o melhor".

Corre o risco de Joaquim achar que é racismo.

 

Os coveiros da CPI são duas provas de que a Petrobras corre o risco de entrar na lista dos grupos criminosos vigiados pela Interpol

ATUALIZADO ÀS 15H01
renan-juca-e-eduardo-braga

Se continuasse em segredo a gastança criminosa na refinaria de Pasadena ou na refinaria Abreu e Lima, se a imprensa não tivesse revelado nenhuma das patifarias bilionárias que há semanas afrontam o país que presta, só o pânico provocado no Planalto pela assombração da CPI bastaria para convencer até um bebê de colo de que é preciso devassar com urgência e sem brandura as catacumbas da Petrobras. O que se descobriu até agora grita que 11 anos de governo lulopetista reduziram a maior das estatais a uma portentosa usina de maracutaias. O que falta descobrir pode rebaixar o escândalo do mensalão a coisa de batedor de carteira.

O Brasil Maravilha, repito, não passa de um pobretão metido a besta que se fantasia de rico com um fraque puído nos fundilhos. Coerentemente, a Petrobras inventada por Lula finge prosperar com as sobras da autossuficiência que nunca existiu, esbanja antecipadamente o dinheiro que jamais lucrará com a exploração do pré-sal e, enquanto importa milhões de barris, capricha na pose de sócia atleta da OPEP. Surpreendidos pelo tsunami de delinquências comprovadas, os farsantes no poder decidiram recorrer ao estoque de métodos repulsivos para afastar a estatal das primeiras páginas onde vem estacionando diariamente.

A julgar pelo noticiário da segunda-feira, assim será também nesta semana. “Operação da Polícia Federal aponta intermediação do doleiro Alberto Youssef entre fornecedores da Petrobras, PP e PMDB”, informou o Estadão. ”Petrobras contrata R$ 90 bilhões sem licitação em três anos”, revelou a manchete da Folha. Nesta terça, o Estadão confirmou que o deputado André Vargas foi forçado pelos próprios companheiros a licenciar-se da Câmara “para não alimentar a CPI da Petrobras”. O principal concorrente, baseado numa pesquisa do Datafolha, constatou que “78% dos brasileiros acreditam que há corrupção na Petrobras”.

Levada às cordas pela devastadora sequência de fatos, Dilma Rousseff replicou com outro palavrório de pugilista grogue: “A CPI da Petrobras é fruto da disputa eleitoral”. Nesta tarde, Lula interrompeu o silêncio dos sem-álibi para distrair com bazófias, bravatas e tapeações uma plateia de blogueiros estatizados. ”As pessoas nunca quiseram CPI pra nada, e agora…”, desandou o palanque ambulante. “Então, eu acho que nesse aspecto o PT tem que ir para cima”. A continuação do palavrório confirmou que o maior dos governantes desde Tomé de Souza anda pouco inspirado.

“Mais uma vez, os interesses políticos estão fazendo com que, em época de eleição, a oposição que não tem bandeira, não tem voto, levante a ideia de fazer uma CPI”, repetiu-se, antes de desferir outra bofetada no rosto dos brasileiros decentes: “A gente não pode permitir que, por omissão nossa, as mentiras continuem prevalecendo. Temos que defender com unhas e dentes aquilo que a gente acredita que seja verdadeiro”. Foi, portanto, para garantir o triunfo da verdade que Lula e Dilma selecionaram tão cuidadosamente os coveiros encarregados de enterrar a CPI da Petrobras.

A escolha de Renan Calheiros e Romero Jucá foi, simultaneamente, uma confissão de culpa e um sintoma de desespero. Agindo em parceria, o pecuarista sem rebanho e o fazendeiro do ar (veja o post na seção Vale Reprise) são mais que uma dupla de assassinos da ética e da moral. Os dois prontuários ambulantes valem por um bando. A Polícia Federal e o Ministério Público deveriam anexá-los aos inquéritos e processos que envolvem a estatal.

Renan e Jucá são, sobretudo, duas evidências contundentes de que, pelo andar da carruagem, o governo do PT e da base alugada ainda vai conseguir infiltrar a Petrobras na lista das organizações criminosas sob a mira da Interpol.

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Opinião

‘Terra do samba e pandeiro’, por Carlos Brickmann

Publicado na coluna de Carlos Brickmann

Obras públicas no Brasil. Aqui há alguns casos de lentidão. A transposição do rio São Francisco, que deveria estar concluída em 2010, ainda está em obras, mas um dia certamente ficará pronta. O trem-bala, que deveria estar pronto para a Copa, ou para as Olimpíadas, ainda não foi sequer licitado. Mas, de acordo com o Ministério do Planejamento, suas obras estão em “andamento adequado”.

Obras públicas fora do Brasil. Depois do Porto de Mariel, em Cuba, construído com financiamento do BNDES brasileiro (e concluído no prazo), vem aí um novo campeão de infraestrutura: a hidrelétrica de Tumarín, Nicarágua ─ país governado pelo bolivariano Daniel Ortega. Custo orçado? Perto de US$ 1 bilhão. Obra a cargo de uma grande doadora de campanhas, a Queiroz Galvão. Financiamento do BNDES, que buscará acordos com o BID, Banco Interamericano de Desenvolvimento, e o Banco Mundial. Os nicaraguenses não terão gastos, é tudo por nossa conta. O acordo foi discretamente assinado em 21 de março. Pelo Brasil, os signatários são, entre outros, Valter Cardeal, da Eletrobrás, e o presidente da Queiroz Galvão, José Diniz da Silva Filho. Pela Nicarágua, Francisco López, da empresa de energia Alba e tesoureiro do partido governante, o Sandinista.

Investigações sobre irregularidades. A Justiça rejeitou a segunda denúncia contra executivos acusados de montar um cartel na área de Metrô e trens metropolitanos em São Paulo. Motivo: a apuração, mesmo com ajuda da Siemens, uma das empresas envolvidas, demorou tanto, mas tanto, que o caso está prescrito.

As escolhas de Gleisi
O principal candidato a coordenador da campanha de Gleisi Hoffmann ao Governo do Paraná, pelo PT, era Eduardo Gaievski. Foi preso sob acusação de abusar sexualmente de menores. Foi substituído por novo coordenador, um peso-pesado, que já tinha coordenado a campanha de seu marido, o hoje ministro Paulo Bernardo, a deputado federal: vice-presidente da Câmara dos Deputados, secretário de Comunicação do PT, ousado a ponto de tuitar que queria “dar uma cutovelada”, escrito desse jeito mesmo, no ministro Joaquim Barbosa, que visitava o Congresso.

Um trator! E cheio de bons amigos. Seu nome, André Vargas.

Gleisi não tem tido sorte ao escolher seus coordenadores de campanha.

Esfolando os doentes… 
Não faz muito tempo, este colunista publicou no Observatório da Imprensa uma série de casos de mau atendimento a clientes por seus planos de saúde. O colunista Elio Gaspari, insistentemente e com grande brilho, vem mostrando como é que o sistema privado suga verbas da saúde pública. O jornalista Ricardo Kotscho conta o seu caso, recentíssimo: quebrou o braço num acidente, fez uma operação de seis horas, gastou R$ 36 mil e teve reembolso de R$ 1.575,00 (a propósito, é cliente antigo do seguro-saúde).

Qual a força que têm as empresas para atender tão mal e ficar sempre livres de problemas?

…e retribuindo aos amigos
Uma boa pista sobre a impunidade de quem atende mal aos doentes acaba de aparecer na Câmara: numa Medida Provisória que trata de tributação de empresas brasileiras no Exterior, nobres deputados enxertaram algo que não tem nada a ver com isso, com o objetivo de reduzir as multas que os maus planos de saúde eventualmente venham a sofrer. Se um plano de saúde cometer de duas a 50 infrações e for multado por elas, pagará apenas duas multas. Acima de mil multas, pagará vinte.

Traduzindo em reais: se uma operadora negar uma cirurgia legítima, pode ser multada em R$ 80 mil. Se for multada 50 vezes, a conta será de R$ 4 milhões. Será, não: seria. Pela Medida Provisória, cai para R$ 160 mil. Se houver mil multas, em vez de R$ 80 milhões a má operadora pagará R$ 1,6 milhão e fica por isso mesmo. Atender mal aos clientes vira um negócio ainda melhor.

A festa de sempre
A Medida Provisória foi aprovada na Câmara (sendo relator o deputado Eduardo Cunha, do PMDB fluminense) e vai agora ao Senado. A grita dos meios de comunicação, mais alguma pressão dos eleitores, talvez derrube o absurdo.

Mas ainda restará algo a resolver: de janeiro a agosto do ano passado, as operadoras de planos de saúde pagaram apenas 20,7% das multas que sofreram.

E se der certo? 
Quase ninguém quer a CPI da Petrobras: os políticos têm compromissos ou com o Governo, ou com empresas fornecedoras, ou com ambos, a não têm qualquer interesse em ver essas ligações escarafunchadas e divulgadas pelos meios de comunicação.

Mas acidentes acontecem: uma falha dos operadores políticos, alguém que se julgue prejudicado, um parlamentar que esteja mais interessado em atingir o adversário do que em preservar-se, nada é impossível (Roberto Jefferson, lembremos, ao lançar-se ao ataque acabou também parando numa Papuda). Uma CPI, com o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró louco para vingar-se dos que o menosprezaram, pode mexer no clima político – e não falta muito para a eleição.

A luta continua
Mesmo se houver CPI há como abafá-la. Em 2009, foi criada uma CPI da Petrobras. O presidente Lula pôs Romero Jucá de relator. A CPI não deu em nada.

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Fonte:
Blog Augusto Nunes (VEJA)

4 comentários

  • HAROLDO FAGANELLO Dourados - MS

    O gilberto carvalho(com letra minúscula sim), é até uma pessoa boazinha, o problema é o que passa na sua cabeça sobre controle e justiça social das minorias. Verdadeira baderna moral e jurídica que não considera e passa por cima dos direitos dos outros grupos e da constituição federal.Esse é um dos homens de confiança da dilmona(com letra minúscula sim), imagina o que tem na cabeça dela então???? Outubro já está aí meu povo!!! Vamos trabalhar contra essa casta de malvados e malfeitores....

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  • Anilton Souza Rodrigues Manzano Amambai - MS

    LULA VAI COMEÇAR A VIAJAR COM DILMA PELO PAÍS. VAI COMEÇAR A FASE DAS VAIAS, SÓ QUERO VER.

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  • Anilton Souza Rodrigues Manzano Amambai - MS

    AFINAL, QUANDO É QUE OS POLITICOS VÃO COMEÇAR A TRABALHAR EM FAVOR DO BRASIL? SÓ MARCAM GOL CONTRA.

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  • ARNALDO RIBEIRO DE ALMEIDA CUIABA - MT

    Este site afinal, o seu conteúdo é referente a mercado agrícola ou de explicita propaganda da turma da direita, desnuda de proposta consistente de mudança???.

    A propósito, dê uma olhada nas últimas notícias saídas da ONU e Banco Mundial sobre o resultado das políticas sociais implementadas pelo governo atual.

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