Ruth Cardoso tinha 77 anos, filhos e netos quando foi insultada pelo dossiê criminoso forjado na Casa Civil por Dilma Rousseff

Publicado em 16/06/2014 17:59 e atualizado em 10/03/2020 03:43 3464 exibições
por Augusto Nunes, de veja.com.br

Direto ao Ponto

Ruth Cardoso tinha 77 anos, filhos e netos quando foi insultada pelo dossiê criminoso forjado na Casa Civil por Dilma Rousseff

Encenado para disfarçar o nocaute sonoro sofrido por Dilma Rousseff no Itaquerão, o espetáculo da hipocrisia protagonizado pela seita lulopetista confirma o parecer do deputado paulista Duarte Nogueira: “Eles são incapazes capazes de tudo”. Messalinas de longo curso capricham na pose de virgem profissional para ensinar que não se faz uma coisa dessas com alguém que, mais que presidente, é mulher, mãe, avó e quase setentona. O comentarista Eduardo Henrique quer saber por que  nenhum sócio do grande clube dos cafajestes lembrou que primeira-dama Ruth Cardoso tinha 77 anos, filhos e netos em 2008, quando foi vítima de um insulto absurdo e muito mais doloroso que o coro da multidão cansada de ser tratadea pelo governo como um bando de idiotas.

No livro Ruth Cardoso: Fragmentos de uma Vida, o escritor Ignácio de Loyola Brandão recorda na página 224 o crime tramado por duas parceiras para jogar lama na imagem de uma mulher digna. Confira:

“Ruth Cardoso tinha razão quanto a querer se distanciar da política como ela é feita no Brasil e em certos setores de Brasília. Ela, que sempre foi uma pessoa célebre pela integridade e pelo cuidado com a coisa pública, se viu ameaçada pela então chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, com um escândalo em torno de um dossiê sobre os gastos corporativos da Presidência, em que alegava que Ruth havia despendido milhares de reais ou dólares em compras fúteis, inúteis e banais, em vinhos e comidas. Caiu mal no mundo político, no qual Ruth sempre foi respeitada até mesmo pelos adversários mais ferrenhos. O jornalista Augusto Nunes, que tem um blog dos mais visitados, não resistiu e comentou: “Dilma foi a primeira a agredir uma mulher gentil, suave, e também por isso tratada com respeito até por ferozes inimigos do marido”. Pegaram pesado e Ruth sentiu o baque, logo ela que sempre teve o cuidado de separar o privado do público, até mesmo no aluguel de filmes exibidos no palácio. O dossiê teria sido preparado pela secretária executiva da Casa Civil, Erenice Guerra. As reações contra o dossiê foram imediatas e a chefe da Casa Civil se desculpou, voltou atrás. Ruth, elegantemente, ainda que magoadíssima, aceitou as desculpas, porém o círculo íntimo sabe quanto isso a feriu e atingiu um coração já afetado.”

A frase citada por Loyola é um trecho do post publicado em 26 de novembro de 2009 com o título Ruth Cardoso vs Dilma: 400 a 0. Leia a íntegra do texto:

Ruth Cardoso foi a prova definitiva de que milagres civilizatórios ocorrem mesmo nos grotões do planeta. A discreta e talentosa paulista de Araraquara, que se casou muito jovem com o sociólogo carioca Fernando Henrique Cardoso, seria a única primeira-dama a desembarcar em Brasília com profissão definida, luz própria e opiniões a emitir ─ sempre com autonomia intelectual e, se necessário, elegante contundência. Durante oito anos, o brilho da mulher que sabia o que dizia somou-se à luminosidade da antropóloga respeitada em muitos idiomas para clarear o coração do poder.

No fim de 1994, por não imaginarem com quem logo lidariam, muitos jornalistas ouviram com ceticismo a justificativa apresentada pelo presidente eleito para a viagem à Rússia: “Vou como acompanhante da Ruth”. Ela participaria como palestrante de um congresso de antropologia promovido em Moscou, ele aproveitaria para descansar alguns dias. Nenhum repórter cuidou de conferir o desempenho da palestrante. Perderam todos a chance de descobrir que Ruth era muito mais que a mulher do n° 1.

A melhor e mais brilhante das primeiras-damas abdicou do título já no dia da posse do marido. “Isso é uma caricatura do original americano, esse cargo não existe”, resumiu numa entrevista. Se não existia, Ruth inventou-o.  Sem pompas nem fitas, longe de fanfarras e rojões, montou o impressionante conjunto de ações enfeixadas no programa Comunidade Solidária. Em dezembro de 2002, os projetos em execução mobilizavam 135 mil alfabetizadores, 17 mil universitários e professores, 2.500 associações comunitárias, 300 universidades e 45 centros de voluntariado.

Acabou simbolicamente promovida a primeira-dama da República no dia da morte que pareceria prematura ainda que tivesse mais de 100 anos. A cerimônia do adeus comprovou que o Brasil se despedia, comovido, de alguém que o fizera parecer menos primitivo, mais respirável, menos boçal. E que merecia ter morrido sem conhecer a fábrica de dossiês cafajestes da Casa Civil chefiada por Dilma Rousseff.

Instruída para livrar o governo da enrascada em que se metera com a gastança dos cartões corporarativos, Dilma produziu um papelório abjeto que tentava reduzir Fernando Henrique e Ruth Cardoso a perdulários incuráveis, uma dupla decidida a desperdiçar o dinheiro da nação em vinhos caros e futilidades gastronômicas. Dilma foi a primeira a agredir uma mulher gentil, suave, e também por isso tratada com respeito até por ferozes inimigos do marido.

A fraude que virou candidata à presidência anda propondo que o país compare Fernando Henrique a Lula. “O Lula ganha de 400 a 0″, delira. Qualquer partido mais competente e menos poltrão teria topado há muito tempo esse confronto entre a seriedade e a bravata, entre o conhecimento e a ignorância, entre o moderno e o antigo, entre o real e o imaginário. Como o PSDB prefere capitular sem combate, poderia ao menos sugerir que se compare Dilma Rousseff a Ruth Cardoso. A Mãe do Pac talvez aprenda como é perder por um placar de 400 a zero.

Dilma Rousseff é isso aí.

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Direto ao Ponto

Quatro momentos de Lula provam que um grosseirão sem cura agora se fantasia de doutor honoris causa em boas maneiras

Aconselhado pelo medo de vaia a manter distância do estádio bilionário que concebeu em parceria com a Odebrecht, Lula acompanhou pela TV a goleada sonora imposta a Dilma Rousseff, durante o jogo contra a Croácia, por milhares de brasileiros que cantaram o Hino Nacional a capela e festejaram a vitória da Seleção. O padrinho só entrou em combate quando a afilhada já batera em retirada.

“Eu vi uma parte da manifestação contra a presidenta Dilma e eu fiquei pensando que não é nem dinheiro nem escola nem títulos de doutor que dão educação para as pessoas”, começou a aula de farisaísmo eleitoreiro. “Educação se recebe dentro de casa. Eu nunca tive coragem de faltar com respeito a um presidente da República”.

Conversa de 171. Em 1987, por exemplo, num comício em Aracaju, Lula qualificou o então presidente José Sarney de “o maior  ladrão da Nova República”. Não esperou que Fernando Collor deixasse o Planalto para acusá-lo de “assaltante”. E seu vocabulário não passaria de 300 palavras se fossem suprimidos os termos que usa de meio em meio minuto quando está longe do microfone.

No ótimo Viagens com o Presidente, os jornalistas Eduardo Scolese e Leonencio Nossa relatam episódios que testemunharam e histórias que colheram durante os quatro anos em que, a serviço da Folha e do Estadão, seguiram os passos do chefe de governo. Confira quatro momentos pescados no oceano de patifarias verbais. Diferentemente do livro, que expõe com crueza o estilo do grosseirão sem cura, asteriscos fazem o papel de vogais e consoantes nos palavrões cuja publicação é vetada pelas normas do site de VEJA:

INSULTANDO VIZINHOS 
O fato se dá em Tóquio, no Japão, no final de maio de 2005. Uma dose caprichada de uísque com gelo e, antes mesmo do inicio do jantar, Lula manda servir o segundo, o terceiro e o quarto copos. Visivelmente alterado:

— Tem horas, meus caros, que eu tenho vontade de mandar o Kirchner para a p*** que o pariu. É verdade. Eu tenho mesmo – afirma, aos gritos. — A verdade é que nós temos que ter saco para aturar a Argentina. E o Jorge Battle, do Uruguai? Aquele lá não é uruguaio po*** nenhuma. Foi criado nos Estados Unidos. É filhote dos americanos. O Chile é uma m****. O Chile é uma piada. Eles fazem os acordos lá deles com os americanos. Querem mais é que a gente se fo** por aqui. Eles estão cag***do para nós. (págs 270 e 271)

INSULTANDO COMPANHEIRAS
Numa audiência com a ministra do Meio Ambiente Marina Silva, na época em que o governo começa a discutir a transposição de parte das águas do São Francisco, o Presidente ouve opiniões contrárias dela e dos técnicos:

— Marina, essa coisa de Meio Ambiente é igual a um exame de prostata. Não dá para ficar virgem toda a vida. Uma hora eles vão ter que enfiar o dedo no ** da gente. Companheira, se é para enfiar, é melhor enfiar logo. (Pág 71).

INSULTANDO MINISTROS

Antes de uma cerimônia no palácio, Lula se aproxima do assessor para assuntos internacionais, o professor Marco Aurelio Garcia, e diz:

— Marco Aurélio, eu já mandei você tomar no ** hoje?

O professor sorri. (Pág. 71).

INSULTANDO ASSESSORES
Na suíte do hotel, recebe das mãos de assessores discurso sobre combate mundial à fome. Diante do ministro Celso Amorim e dos auxiliares do Planalto e do Itamaraty, folheia rapidamente a papelada e arremessa a metros de distância:

— Enfiem no ** esse discurso, c****ho. Não é isso que eu quero, po***. Eu não vou ler essa m****. Vai todo mundo tomar no** Mudem isso, rápido. (Pág. 249). 

Esses exemplos bastam para exibir a nudez do reizinho. Inquieto com as rachaduras no poste que instalou no Planalto, o presidente honorário do grande clube dos cafajestes tenta impedir o desabamento fantasiado de doutor honoris causa em boas maneiras. Haja cinismo.

Tags: aula de farisaísmoclube dos cafajestesDilma Rousseffgoleada sonora,José SarneyLulapalavrõesViagens com o Presidente

 

Opinião

‘O antídoto Lucinha’, um artigo de Roberto Pompeu de Toledo

Publicado na edição impressa de VEJA

ROBERTO POMPEU DE TOLEDO

Pensemos na doutora Lúcia Willadino Braga. Ela é um antídoto contra a onda de pessimismo que assola o país. Já, já a doutora Lúcia entrará nesta história. Fiquemos por enquanto com a onda de pessimismo. Em pesquisa divulgada na semana passada, o instituto americano Pew encontrou 72% dos brasileiros insatisfeitos “com as coisas no Brasil hoje”. A situação econômica é ruim para 67%, e 61% acham que sediar a Copa do Mundo foi uma má decisão, “porque tira dinheiro dos serviços públicos”. A presidente Dilma Rousseff ainda é vista favoravelmente por 51% dos entrevistados, mais do que Aécio Neves (27%) e Eduardo Campos (24%), mas ao mesmo tempo seu governo é reprovado nos itens combate à corrupção (86%), combate ao crime (85%), saúde (85%), transporte público (76%), política externa (71%), educação (71%), preparação para a Copa (67%), combate à pobreza (65%) e condução da economia (63%). Dilma é considerada “boa influência” no país por 48% dos entrevistados contra os 84% que assim pensavam de Lula em 2010. (Os resultados estão em http://www.pewglobal.org/2014/06/03/brazilian-discontent-ahead-of-world-cup/.)

Copa do Mundo é uma grande festa. A esta altura a euforia deveria estar reinando no país. E o que ocorre? A presidente Dilma já mais de uma vez teve de argumentar que o legado do torneio está garantido, porque os estrangeiros não levarão os estádios e os aeroportos na mala. Com todo o respeito, presidente, é uma pena que não o façam. Teremos de ficar nós mesmos com os estádios de Manaus, de Natal e de Cuiabá. Se os visitantes os levassem com eles, ao preço que custaram, proporcionariam algum alívio a nossas combalidas contas externas. Os aeroportos já seriam mais difíceis de vender. Só um entre os doze da Copa, o de Brasília, estava pronto na semana passada. Os outros apresentavam um festival de tapumes e variados improvisos, quando não um monte de terra e outro de entulho, logo à saída, como o de Cuiabá. E com o de Brasília, a joia da coroa, o que ocorria? Não resistiu à primeira chuva. Na terça-feira, partes alagadas no solo, resultado do entupimento dos bueiros, dialogavam com goteiras no teto. Funcionários de companhias aéreas trabalhavam protegidos por lonas penduradas no teto, para aparar as águas. Não é à toa que o pessimismo seja o sentimento dominante, nesta véspera de Copa.

Para compensar, temos a doutora Lúcia Willadino Braga, a “Lucinha” para quem, como este colunista, tem a sorte de conhecê-la. Lucinha é neurocientista com múltiplas distinções no exterior e diretora da rede Sarah de hospitais do aparelho locomotor. A rede Sarah já é em si um milagre. Fundada pelo médico Aloysio Campos da Paz, hoje seu cirurgião-chefe, consiste num conjunto de hospitais públicos com padrão muitos furos acima do apregoado padrão Fifa. É despudorada demagogia dizer que em vez de estádios deveríamos investir em mais hospitais padrão Sarah, mas, vá lá, sejamos despudorados: deveríamos. Lucinha é outro milagre, para muitos dos pacientes que estiveram aos seus cuidados. Há duas semanas ela foi tema de capa da revista VEJA BRASÍLIA. As repórteres Clara Becker e Lilian Tahan contaram então uma história que começa em maio de 2010, quando a unidade carioca do Sarah foi visitada pela senhora Mozah bint Nasser Al Missned, uma das atuais duas mulheres do sheik do Catar.

A doutora Lúcia está acostumada com tais visitas. Já recebeu a princesa Diana e Michelle Obama, entre outras. Mas essa foi especial. As duas ficaram amigas, passaram a corresponder-se, e um dia veio um convite para a brasileira visitar o Catar. Lucinha aceitou. Partiu em outubro de 2011, claro que em primeira classe da Qatar Airways, e naquele país empenhou-se num ciclo de visitas a instituições médicas e palestras a profissionais de saúde. No fim – surpresa – recebeu uma proposta da amiga sheika: trocar o Brasil pelo Catar. O salário estava mais para Neymar, ou pelo menos para David Luiz, do que para um reles neurocientista. Lucinha não precisou pensar. Disse não. “Tenho um compromisso com a saúde do meu país”, justificou. Logo, se tudo der certo, e especialmente se a seleção brasileira for bem, o pessimismo que assola o país será contrabalançado, ou talvez mesmo substituído, pelo Hino Nacional cantado aos urros, como na Copa das Confederações. Já Lucinha tem compromisso com o país. Não é engraçado?

Tags: BrasilCatarLúcia Willadino BraganeurociênciapessimismoPew,Roberto Pompeu de ToledoVeja

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Fonte:
Blog Augusto Nunes (VEJA)

8 comentários

  • Edson Amieiro Floresta - PR

    JANDIR FAUSTO BOMBARDELLI | TOLEDO - PR

    Fico feliz em saber que existem muitas e muitas pessoas que pensam assim !! Parabéns por sua reflexão !!

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  • Adoniran Antunes de Oliveira Campo Mourão - PR

    Idem idem,digo o que disse a Jandir Fausto, à também outra "figurete",o tal de Antonio Carlos Pereira de Jaboticabal.Donde estão as provas, ó energúmeno,de que FHC fez isso? Lendo num jornaleco Ptralha? ou na revista Carta Capital? Estas são as leituras desta classe canalha de gente. Ou leeu isto em algum boletim de sindicato,CUT e /ou outras excrescencias?

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  • Adoniran Antunes de Oliveira Campo Mourão - PR

    Povo de Toledo,acaso vocês cidadãos dignos e trabalhadores de Toledo,e eu os conheço bem,a maioria,acaso nao teem vergonha de contar entre seus habitantes um tal de Jandir Fausto Bombardeado?(ops)O cara é incapaz de ver outra cousa(cousa mesmo)a nao ser o que a canalha ptralha lhe pôs no cérebro,que deve ser diminuto e maleável à lavagens cerebrais feitas pelo seu endeusado lider,porco,salafrário,zoofilista(fazia sexo com cabritas lá no nordeste,ignorante,estrupador,"o barba"entregador de companheiros para o Tumão,afinal a excrescencia da humanidade.Fosse eu habitante de Toledo,exigiria a expulsão de tal individuo pernicioso de minha cidade.Querer comparar lula com Fernando Henrique,só em cabeça que tenha o que Ruy Barboza tinha nas tripas.

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  • antonio carlos pereira Jaboticabal - SP

    Ruth Cardoso Intelectual ? Eu li em um jornal na época que o FHC engravidou uma MENOR no Palácio. O que a Dona Ruth fez, encobriu a putaria do marido. Cade os Filhos e Netos ,porque a grande mídia fechou o olho ? Já pensou se fosse o Lula ?

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  • Virgilio Andrade Moreira Guaira - PR

    Concordo em número e grau com o Sr Salvador Reis Neto . A Alternância de poder é muito bem vinda. Doze anos de PT. Ponto,, chega !!

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  • salvador reis neto santa teresa do oeste - PR

    e´ seu Jandir 12 anos de pt, tudo bem que algumas coisas evoluirão, mas também já se aproveitarão de mais do poder... chega!!!! tem que mudar a unanimidade e´ burra e o continuísmo e´ retrocesso, se e´ para ser sempre os mesmos no poder então não precisa de eleições, voltemos a monarquia e coroemos o herdeiros do trono o parente mais próximo de dom Pedro segundo porque dona Dilma e lula não tem condições, ninguém aguenta mais.

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  • jandir fausto bombardelli toledo - PR

    É inacreditável que ainda existem brasileiros contrários a copa do mundo no Brasil, depois do sucesso que está acontecendo, os turistas adorando este país maravilhoso, cadê os assaltos que os coxinhas anti-copa(anti-desenvolvimento econômico)pessimistas do araque previam, o que está acontecendo é simplesmente um mês de vitrine do Brasil para o mundo, isto atrai turistas, isto é aumento no PIB, vocês sabiam que o investimento em educação é de 5,7% do PIB, isto é, se a economia andar bem a educação vai melhor ainda, tem que aprender a pensar, tem que andar para frente, tem que aprender a gostar um pouco mais do nosso país, aí vocês verão que a maioria dos projetos do governo estão no caminho certo. Viva o Brasil, sétima potência mundial e se continuar assim em poucos anos seremos a quinta. Parem de defender este bando de políticos(oposição) que achatam o salários dos trabalhadores e travam a economia por falta de poder de consumo, os mesmos que deram nossas indústria para o capital estrangeiro como a vale do rio doce e assim por diante.......

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

    Sr. João Olivi, às vezes me pergunto, diante de textos que, se forem verdadeiros, nem Kafka conseguiria vocalizar e/ou textualizar essas “criaturas”. Qual mundo “elas” pertencem?

    Dizem em “criador e criatura” (Lula & Dilma), mas são compostos do “mesmo barro”!

    NÃO É À TOA QUE CHEGAMOS, AONDE CHEGAMOS!!

    ....”E VAMOS EM FRENTE” ! ! !....

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