Tiro, porrada e bomba: Lula e a eleição do vale tudo...

Publicado em 23/10/2014 05:00 e atualizado em 23/10/2014 09:43 2686 exibições
por Geraldo Samor, de veja.com

Tiro, porrada e bomba: Lula e a eleição do vale tudo

Na última vez que uma campanha presidencial brasileira flertou com o esgoto e fez embrulhar o estômago, a vítima se chamava Luiz Inácio Lula da Silva. Lula

Em 1989, Lula sofreu uma violência inédita quando, às vésperas do segundo turno, Fernando Collor de Mello colocou no ar uma ex-namorada de Lula afirmando que o petista lhe pedira para fazer um aborto.

No dia seguinte, um Lula abatido e ainda desorientado apareceu no ar, ao lado da filha Lurian, então com 15 anos, e afirmou que a menina foi fruto de um ato de amor. (Miriam Cordeiro, a ex, também afirmou que Lula, já casado, quis reatar o relacionamento com ela. Disse que Lula era racista. Disse o diabo. Depois, uma assessora de Collor disse à Folha que a campanha do alagoano havia pago a Cordeiro pelo depoimento.)

Talvez pelas sequelas deste episódio no que resta de decência na política brasileira, por muito tempo o mundo político decidiu que era melhor não avançar alguns sinais. Lula contra Serra, Lula contra Alckmin, Dilma contra Serra — tudo transcorreu com civilidade, com as campanhas debatendo as diferenças programáticas e as picuinhas do varejo.

Até que, este ano, algo novo aconteceu.

Um Lula sentado no banco de reserva quis entrar em campo.

Um Lula curado de um câncer na garganta decidiu contraintuitivamente que, se a vida lhe deu uma nova chance — opa! — era a hora de testar limites éticos que ele não havia visitado antes.

Lula, que um dia encarnou o ‘Lulinha paz e amor’, criou um novo personagem, o ‘Lulão Tiro, Porrada e Bomba’ (na frase celebrizada por Valesca Popozuda), e partiu para a guerra — um microfone na mão e mil mentiras na cabeça.

A vítima de 1989 se tornara algoz.

Neste novo script, não há espaço para a lógica. Sexta passada, num comício em Belo Horizonte, Lula perguntou “onde estava Aécio quando Dilma estava presa por lutar contra a ditadura”? Não importa que Aécio tinha sete anos.

Neste novo script, não se respeitam fatos históricos que só deveriam ser comparados com outros se você tiver a certeza de que não vai apequenar a História ao fazê-lo.

“Estão agredindo a gente como os nazistas agrediam no tempo da 2ª Guerra Mundial,” Lula disse, referindo-se aos tucanos, ontem à noite no Recife.

Os paralelos se estendem à Bíblia, preferencialmente se der pra usar uma passagem que envolva derramamento de sangue de inocentes. Para Lula, os tucanos “são mais intolerantes que Herodes, que mandou matar Jesus Cristo quando ele nasceu com medo de ele virar o homem que virou.”

Lula chama Aécio de ‘filhinho de papai’ e ‘vingativo’ e diz que o adversário bate em mulher: “A tática dele é a seguinte: vou partir para a agressão. Meu negócio com mulher é partir para cima agredindo”.

Por fim, compara Aécio a Collor, o homem que expôs sua filha, seu casamento, sua intimidade, e que agora é seu aliado.

João Santana, o marqueteiro de Dilma, não veio ao mundo a passeio. Já elegeu seis presidentes, e usa pesquisas qualitativas para saber o que seu cliente deve dizer, que cor de vestido usar, e quando posar de vítima. (Ao contrário das pesquisas quantitativas do Ibope e Datafolha, as qualitativas são feitas junto a pequenos grupos de pessoas, representativas do segmento do eleitorado que se quer conquistar.)

Nas últimas semanas, como resultado desses ataques, a taxa de rejeição a Aécio cresceu, e muita gente já diz que o marqueteiro do PT é o gênio da raça.  Mas devagar com o andor que o Santana é de barro.

Se um boxeador ganha uma luta dando socos abaixo da cintura, o reconhecimento (e o cinturão) são dele? O público dirá: “Esse cara é bom” ?

O problema de Santana é que, se as cobaias de suas pesquisas qualitativas concordarem com a tese de que “reduzir a inflação para 3% aumentará os casos de câncer,” esta nova ‘oncologia econômica’ logo brotará dos lábios de Dilma, ou de Lula. É o marketing do custe o que custar, afinal, escrúpulos de consciência são um luxo da burguesia.

Quando Marina Silva disse estar estarrecida diante do ‘marketing selvagem’, muita gente achou sua postura ingênua, de quem ‘deveria saber como as coisas funcionam’. Mas nos últimos dias, o bom senso sugere que Marina estava com a razão.

“O marketing é uma ferramenta,” disse ela às Páginas Amarelas de VEJA. “A sociedade não pode votar no marqueteiro, não é ele que vai governar. Eu tomei uma decisão: vou ganhar ganhando, não vou ganhar perdendo, ou seja, fazendo o mau combate.”

Talvez o Brasil não esteja pronto para Marina Silva e sua civilidade, e prefira mesmo tiro, porrada e bomba.

Enfim: um governo João Santana.

Por Geraldo Samor

Direto ao Ponto

Onde estava Aécio aos sete anos?, pergunta Lula. Se não fugisse do estudo como o diabo da cruz, saberia a resposta: na escola, aprendendo a ler e escrever

A escala do palanque ambulante no Recife confirmou que Lula suspendeu por alguns dias as atividades de camelô de empreiteiro para concentrar-se na venda de tapeações eleitoreiras. No momento, ele está empenhado em provar que Aécio Neves é um “filhinho de papai” pior que o filhote Lulinha, o vigilante de zoológico promovido pelos parceiros do pai a guardião de gado de raça e fenômeno da informática.

“Onde estava o candidato quando essa moça, aos 20 anos, estava colocando a vida em risco na luta pela liberdade deste país?,perguntou o animador de comício no meio do besteirol.

“Candidato”, claro, é Aécio Neves. “Essa moça”, embora não pareça, é Dilma Rousseff. A pergunta exige correções: ela nunca lutou “pela liberdade deste país”. De 1966 até ser presa em 1970, militou clandestinamente em grupos comunistas resolvidos a trocar tiros com o Exército para trocar a a ditadura militar pela ditadura do proletariado. Esse tipo de regime, então em vigor na falecida União Soviética, tem tanto apreço pela liberdade quanto Lula pelo plural ou Dilma pelo ‘r’ dos verbos no infinitivo.

Em 1967, aos 20 anos, Dilma perseguia o paraíso socialista engajada num certo Comando de Libertação Nacional, vulgo Colina. Ruim de mira, incapaz de diplomar-se num curso de tiro ao alvo, cabia-lhe tomar conta do armamento e esconder o dinheiro roubado por militantes que sabiam distinguir um gatilho de um coldre. E o que fazia Aécio aos sete anos? O que fazem as crianças dessa idade: aprendia a ler e a escrever. Lula saberia disso se não tivesse passado a vida fugindo do estudo como um vampiro foge da luz do dia.

Leviana??? Pera lá…

A campanha tucana está tendo que lidar com um problema semântico bizarro.Aurelio

Quando Aécio chamou Dilma de ‘leviana’, alguns eleitores assistindo ao debate acharam que a palavra era sinônimo de ‘prostituta’, e concluíram, portanto, que Aécio foi deselegante e agressivo demais.

De acordo com o Aurélio, ‘leviano’ quer dizer ‘pouco refletido’, ‘precipitado’, ‘imprudente’.

No Michaelis, ‘que não tem seriedade ou que procede repreensivamente.’

O marqueteiro de Dilma sabe disto, e não é à toa que Lula repete a toda hora a ‘acusação’ de Aécio.

Para relaxar desta campanha, você pode ouvir o samba homônimo de Zé Keti.

Por Geraldo Samor

 

Em ao menos um aspecto o PT já conseguiu nos transformar na Venezuela

Brasil x Comunismo

O sonho do PT é transformar o Brasil numa nova Venezuela. Não sou eu quem diz, tampouco se trata de alguma teoria conspiratória. É o próprio Lula, em várias ocasiões. Já afirmou, por exemplo, que ele e o então presidente Hugo Chávez caminhavam na mesma direção, mas enquanto o venezuelano ia de Ferrari a 200 km/h, o petista dirigia um fusquinha a 60 km/h. Os obstáculos ao bolivarianismo no Brasil são maiores. O destino almejado, porém, é o mesmo.

Ainda não somos a Venezuela. Nem mesmo a Argentina. Não por falta de vontade do PT, mas pela maior resistência de nossas instituições, entre elas a imprensa (não por acaso alvo de constantes ataques de ódio dos petistas, que não desistiram da obsessão de controlar os meios de comunicação independentes). O fato é que sobrevivemos ao PT, por enquanto.

Se a Venezuela tem inflação acima de 60% ao ano e a Argentina acima de 30% ao ano, nós estamos com um índice de “apenas” 6,5%, o dobro dos países mais decentes da região. Ok, levando em conta preços represados, o índice real está mais perto de uns 8%, bastante elevado. Mas ainda falta para chegar aos patamares assustadores dos nossos vizinhos. Se o PT tiver mais quatro anos no poder, podem ficar tranquilos que ele chegará lá.

O próprio controle da imprensa está em estágio bem mais avançado nesses países “camaradas”. Na Venezuela, simplesmente não há mais liberdade alguma, jornais foram fechados, jornalistas foram perseguidos, e políticos de oposição foram presos. Já é quase como Cuba, e apesar da forte rejeição a Maduro, ele continua no poder, pois asfixiou a democracia. A Argentina segue os mesmos passos, em ritmo mais lento, na toada trágica do tango.

Mas se ainda não estamos como a Venezuela e a Argentina “no que se refere” ao índice de inflação, desastre econômico, censura à imprensa e violência, em ao menos um aspecto o PT já conseguiu nos transformar na Venezuela: somos, hoje, um país dividido ao meio, completamente segregado, com um clima de antagonismo “nunca antes visto na história deste país”.

Jornalistas pedem cautela, e o próprio ministro petista Paulo Bernardo diz: “O vencedor deve adotar um discurso de conciliação. É preciso chamar os adversários para conversar. O Brasil precisa que esse clima arrefeça”. Curioso, vindo de alguém do PT e do governo Dilma. Por que não disse isso antes para seus próprios pares? Por que não tentou impedir a estratégia abjeta do marqueteiro João Santana?

A pesquisa Datafolha, um tanto suspeita, diz que a maioria condena a agressividade nas campanhas, e acha que Aécio foi mais agressivo do que Dilma. Se for verdade, em que mundo vivem essas pessoas? Não viram o que a campanha de Dilma fez com Marina Silva no primeiro turno e faz agora com o tucano? Não viram o ex-presidente Lula descer o nível e afirmar que Aécio é agressor de mulheres? Não viram o petista comparar os tucanos aos nazistas, sendo que foi o próprio Lula quem já teceu elogios a Hitler, por ser um obstinado por seus ideais?

Todos os jornalistas que adotaram a postura “neutra” de culpar igualmente ambos os lados pela agressividade prestam enorme desserviço à verdade, à justiça e ao país. Subtraem do leitor o direito de ter uma informação fiel dos fatos. Qualquer pessoa minimamente atenta e honesta percebe de onde vem o discurso de ódio, os ataques pessoais chulos, o clima de guerra. Paulo Bernardo fala em adversários, mas o PT não tem adversários; tem inimigos mortais que precisam ser eliminados.

A tática de dividir para conquistar, típica dos populistas e demagogos, foi usada e abusada pelo PT. Jogou ao longo de anos o trabalhador contra empresário, a mulher contra o homem, o gay contra o heterossexual, o negro contra o branco, o pobre contra o rico, o “povo” contra a “elite”. Fomentou a segregação dos brasileiros. Comprou quem estava à venda. Ludibriou as massas, calou a elite corrupta.

Quem tem olhos para enxergar, cérebro para pensar e dignidade, está revoltado com tudo isso. O país rachou ao meio, e foi obra do PT. De um lado, temos alienados, ignorantes e cúmplices do butim; do outro temos os brasileiros decentes que não aguentam mais pagar a conta, serem feitos de otários, roubados à luz do dia por uma máfia incrustada no poder. Reagiram, pois para tudo há limites.

É nesse clima que o Brasil chega às eleições finais e decisivas. Seguiremos no rumo bolivariano, rachando ainda mais o país, asfixiando ainda mais nossas liberdades, afundando ainda mais a economia? Ou vamos dar uma chance à paz, à democracia, aos que pretendem colocar o interesse nacional acima dos pessoais de curto prazo? Saberemos trocar um grupo que só tem um projeto de poder por outro que tem uma agenda de reformas necessárias?

A resposta vem nas urnas, em um processo já totalmente sujo pelos golpes baixos do PT, pelo abuso da máquina estatal em prol do partido, pelo terrorismo eleitoral, pelas mentiras e campanha difamatória. Se vencer a “onda azul”, há uma boa chance de conciliação, de paz, de colocarmos todos os brasileiros acima de grupos organizados de interesse, apesar da provável reação agressiva de minorias barulhentas, como o MST de Stédile, que já fez ameaças violentas se o tucano vencer.

Mas se der Dilma, será inevitável o agravamento das fissuras. Amizades se romperão, como já se rompem, e não sem motivo: como ignorar a alienação ou a imoralidade daquele que fecha os olhos para tudo o que está acontecendo em nosso país, para todos os infindáveis escândalos de corrupção, para o autoritarismo e a indecência dos petistas? Como respeitar quem não se dá ao respeito? Como admirar pessoas que endossam tal podridão?

O PT, claro, tentará continuar comprando todos, mas faltará verba, como ocorre na Venezuela. O socialismo dura até durar o dinheiro dos outros, e sem os incentivos adequados, este acaba rapidamente, vai embora para ambientes menos hostis. E como não será mais possível abrir as torneiras estatais para todos, e a economia entrará em grave crise, restará ao PT repetir o que foi feito por seus companheiros bolivarianos: intensificar a perseguição aos “inimigos”, tentar calar o mensageiro (a imprensa), manipular os dados oficiais (o que já acontece), etc.

Que os brasileiros possam deixar essa cizânia para trás e superar o lulopetismo, pelo bem de nossos filhos e netos!

Rodrigo Constantino

 

Encontrei os fascistas opressores da elite e do capital financeiro!

Os petistas repetem que só a elite vota em Aécio Neves, pois estaria incomodada com a “ascensão” dos pobres, que agora lotam os aeroportos (e eu pensando que era problema de infraestrutura do governo, já que os aeroportos dos países desenvolvidos têm bem mais gente e são bem mais confortáveis). Aquele humorista Greg até escreveu uma coluna, parida pela porta dos fundos, em que insinuava que só tinha carrão com adesivo do tucano.

Em busca sempre da verdade, saí procurando esses malditos opressores. Se Aécio tem 50% das intenções de voto, é elite até dizer chega! Acho que somos a Suíça e não me contaram ainda. Mas pasmem! Não é que encontrei esses fascistas coxinhas?! Gente insensível, egoísta, gananciosa, que só pensa no lucro. Não precisam acreditar em mim (nem no Greg). Vejam com seus próprios olhos uma pequena amostra do que vi por aí:

Slide1

 

Fascista mendingo

Cavalo tucano

Pobre tucano

Fuca tucano

Fuca tucano 2

Em contrapartida, sem querer acabei me deparando com uns carrões importados com adesivo de Dilma ou de Che Guevara e Cuba, que bem poderiam ser dos amigos do Greg e do Chico, ou deles mesmos. Carrões como este:

O que me levou, finalmente, à seguinte conclusão gregoriana:

Burguesia x proletario

Fiquei, confesso, muito confuso. Mas se o Greg diz, deve ser verdade. Ele não brincaria com uma coisa dessas…

PS: Por que a tara de petistas por Land Rover? Desde o caso do Silvinho com a Petrobras que essa turma adora esse carrão anglo-saxônico imperialista. O Lada é tão melhor…

Rodrigo Constantino

 

Ato pró-Aécio reúne 10 mil em SP; repulsa à roubalheira mobiliza manifestantes

Um ato em favor da candidatura de Aécio Neves, em São Paulo, reuniu 10 mil pessoas, segundo a Polícia Militar. A concentração foi marcada para o Largo da Batata, na Zona Oeste de São Paulo — local que ficou famoso por ser ponto de encontro dos manifestantes de junho de 2013 — e seguiu pela Avenida Faria Lima. Políticos e artistas se juntaram. Discursaram em favor da mudança Miguel Reale, José Serra, FHC, Eduardo Jorge, Gilberto Natalini, Paulinho da Força, Walter Feldman, a cantora Wanessa Camargo, que cantou o Hino Nacional, e Ronaldo, o Fenômeno. O clima era de euforia. Manifestações foram marcadas em ao menos 15 cidades para esta quarta, por intermédio das redes sociais.

“O Brasil não aguenta mais inflação com corrupção e incompetência, afirmou FHC, que acrescentou: “Nós temos a obrigação de levar Aécio Neves à Presidência da República para que ele realmente reponha o Brasil no caminho correto, no caminho do crescimento econômico com distribuição de renda, com manutenção das políticas sociais, que nós implantamos. No caminho da manutenção do aumento do salário mínimo, que, no meu tempo, foi o dobro do tempo da Dilma Rousseff”.

Os gritos de guerra insistiam na repulsa ao roubo do dinheiro público: “Dilma, vai embora, o Brasil não quer você, aproveita e leva o Lula e os vagabundos do PT”; “O PT roubou” e “Fora PT”. Ah, sim: numa campanha em que a própria presidente da República resolveu fazer digressões sobre o bafômetro, não parece exatamente um exagero quando manifestantes gritaram: “Lula, cachaceiro, roubou o meu dinheiro”.

Petistas, claro!, chamarão a manifestação de, como é mesmo?, “política do ódio”. Amor é aquilo que a gente vê nos palanques dos petistas, quando comparam seus adversários a nazistas, por exemplo.

Em vários sites de grandes veículos de comunicação, a gente nota que jornalistas se divertem ao registrar a voz dos manifestantes. Quanto mais agressiva e historicamente errada e imprecisa for a fala, melhor. Não julgo intenções, mas fatos: ao se escolherem as declarações mais agressivas e menos esclarecidas, é claro que se tenta caracterizar o eleitorado tucano como ignorante e truculento. Exemplo de fineza e sofisticação, como a gente sabe, são os que defendem a candidatura Dilma — uma gente conhecida, antes de mais nada, pela tolerância, não é mesmo?

Quando menos, o jogo segue empatado, e o PT sabe disso. Isso está deixando os companheiros ensandecidos. A “luta” se dá em todas as frentes.

Por Reinaldo Azevedo

Direto ao Ponto

Quem não pode ficar fora da comissão de frente do Bloco da Dilma?

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Confiantes na condenação à perpétua impunidade, satisfeitos com a vida mansa, animados com a engorda das contas bancárias, sorriem no cartaz concebido pelo PT alguns titulares da comissão de frente do Bloco da Dilma, entidade político-policial cujo presidente de honra é Lula. O timaço de comentaristas está convidado a eleger os companheiros que não podem ficar fora do bando que levantaria a arquibancada se topasse abrilhantar o desfile carnavalesco no pátio da Papuda.

(por Augusto Nunes)

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1 comentário

  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

    Sr. João Olivi, nestes caminhões de mentiras que o PT descarregou na campanha eleitoral, acho que há uma verdade:

    “MILHÕES DE BRASILEIROS SAIRAM DA POBREZA”.

    Acho que têm razão, pois já há algum tempo que o ,09; ,19; ,29; ,39... ,99 tomaram conta dos preços dos produtos e, o que é pior a “unidade” HUM CENTAVO, deixou de ter valor. Quando sua conta totaliza R$ 14,99 e, você paga com uma nota de dez reais mais uma de cinco reais, você recebe o troco de HUM CENTAVO? Você espera que o caixa lhe entregue o troco? Se ele não lhe entrega o troco, você fica bravo?

    ESTÁ VENDO COMO O PT DEIXOU VOCÊ RICO! De burrice, pois você não valoriza mais o que é seu! Outra causa para o HUM CENTAVO deixar de ser importante é uma velha conhecida: INFLAÇÃO.

    Qual a causa que você prefere para a perda de valor do centavo? Qualquer uma é salutar para os petistas, pois se você acreditar numa e excluir a outra “eles” vão continuar no poder, que é o único dos objetivos.

    ....”E VAMOS EM FRENTE” ! ! !....

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