A força-tarefa de procuradores está pronta para provar que Lula ‘participou ativamente’ da ladroagem do Petrolão

Publicado em 05/08/2016 20:09 e atualizado em 05/08/2016 20:40
823 exibições
Um parecer de 70 páginas desmonta a tentativa de transformar em perseguido político o ex-presidente desmascarado pelas investigações da Lava Jato (por AUGUSTO NUNES, em VEJA.COM)

Num parecer de 70 páginas encaminhado à Justiça Federal nesta quarta-feira e divulgado hoje, os procuradores engajados na Lava Jato afirmam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se envolveu até o pescoço nas patifarias do Petrolão ─ e contabilizou lucros de bom tamanho com a maior roubalheira de todos os tempos. “Há elementos de prova de que Lula participou ativamente do esquema criminoso engendrado em desfavor da Petrobras”, informa um trecho, “e também de que recebeu, direta ou indiretamente, vantagens indevidas decorrentes dessa estrutura delituosa”.

O documento é um contundente revide à afrontosa tentativa, forjada pelos advogados de Lula, de vestir num culpado de carteirinha a fantasia de vítima da perseguição do juiz Sérgio Moro. “Diversos fatos vinculados ao esquema que fraudou as licitações da Petrobras apontam que o ex-presidente da República tinha ciência do estratagema criminoso e dele se beneficiou”, enfatizam os procuradores. Páginas adiante, o parecer da força-tarefa acusa o PT de atuar de forma “constante e própria” para abastecer o caixa da legenda.

O documento constata que figurões do PT que agiram no Petrolão e foram engaiolados pela Lava Jato, como João Vaccari Neto ou José Dirceu, sempre mantiveram ligações íntimas com Lula, o que desmoraliza a lengalenga do “eu nunca soube de nada”. Como registra o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, os procuradores deixam claro que estão prontos para provar o que afirmam. É perda de tempo, portanto, pedir socorro à ONU. O embarque de Lula para a República de Curitiba é inevitável. Só falta marcar a data.

MPF frita Lula na melhor abertura olímpica da história (Veja em quadrinhos como ele "participou ativamente do esquema criminoso" da Petrobras)

[* Assista à versão em vídeo deste post: AQUI.]

Vai uma aí?

Vai uma aí?

Da manifestação de 70 páginas em que o Ministério Público Federal, reagindo à ofensiva da defesa de Lula contra Sergio Moro, defende a competência do juiz federal para julgar o petista, este blog destaca a imagem do trecho histórico da página 16 no qual os quatro procuradores da República signatários afirmam que Lula “participou ativamente do esquema criminoso” na Petrobras, do qual recebeu ainda “vantagens indevidas”.

MPF Lula

Isto, sim, é abertura olímpica!

Os procuradores também listaram os comparsas de Lula que se beneficiaram do esquema para mostrar que “não é crível que ele desconhecesse a existência dos ilícitos”.

arranjo mpf lula

Este blog relembra abaixo imagens de Lula com cada um de seus comparsas citados pelo MPF no trecho acima:

dirceu_lula

José Dirceu e Lula

0104-lula-e-andre-vargas

Lula e André Vargas

Vaccari Lula

João Vaccari Neto e Lula

INSTITUTO3

Lula e seu tesoureiro José di Filippi Júnior (careca de óculos à direita do chefe), diretor presidente do Instituto Lula quando foi inaugurado

joao-santana-lula-e-dilma

João Santana, Lula e Dilma Rousseff

Este blog também relembra imagens da Polícia Federal conduzindo cada um:

dirceu preso

Dirceu

Os procuradores listam ainda os elementos que evidenciam a conexão da empresa de palestras de Lula com o petrolão, para além da proximidade do petista com os envolvidos no esquema:

MPF palestras 1

Quase metade dos mais de 21 milhões de reais recebidos pela empresa de palestras de Lula entre 2011 e 2014 foi paga por cinco construtoras envolvidas no petrolão.

MPF palestras 2

Os procuradores então constatam que se trata de “uma só organização, com o mesmo modus operandi, integrada pelos mesmos agentes, em contextos parcialmente diferentes, mas sempre com o mesmo fim: enriquecimento ilícito dos seus integrantes e manutenção do poder político”.

Sendo assim, “a investigação e o processo de cada infração devem correr perante os mesmos órgãos, que possuem a visão de todo o esquema criminoso”.

MPF defende Moro

Em suma: MPF frita Lula na melhor abertura olímpica da história. Que comecem os Jogos de Moro!

Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

– Charge do Angeli, via Folha.

 

Dilma deve ser alvo da Lava Jato após condenação no julgamento do Senado (POR JOSIAS DE SOUZA)

Até os mais fervorosos defensores de Dilma Rousseff admitem que seu mandato está por um fiapo. Confirmando-se sua deposição no julgamento do processo de impeachment, Dilma perderá o escudo oferecido pelo parágrafo 4º do artigo 86 da Constituição. Nesse trecho, o texto constitucional prevê que um presidente da República, no curso do mandato, não pode ser processado por atos não relacionados ao exercício das suas funções. Sem esse anteparo, Dilma deve tornar-se alvo da Operação Lava Jato. Sem o foro privilegiado de presidente, descerá à primeira instância do Judiciário, onde já se encontra Lula, seu antecessor e padrinho político.

Nesta quinta-feira, enquanto a comissão do impeachment aprovava no Senado o parecer anti-Dilma do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG), Sérgio Moro falava na comissão da Câmara que analisa o pacote de dez medidas anticorrupção embrulhado pela força-tarefa de Curitiba e endossado por mais de 2 milhões de brasileiros. O juiz da Lava Jato disse aos deputados que a operação “continua enquanto existir material com que trabalhar.” Há duas semanas, o marqueteiro João Santana e sua mulher Mônica Moura converteram Dilma em matéria-prima para os investigadores.

Em depoimentos prestados a Moro, Santana e Mônica admitiram que os US$ 4,5 milhões depositados por um intermediário de negócios escusos na Petrobras, Zwi Skornicki, em uma conta secreta na Suíça referem-se a serviços prestados à campanha de Dilma em 2010. Dinheiro de “caixa dois”, disseram ambos, antes de reconhecer que mentiram ao afirmar, em interrogatórios realizados em fevereiro, que a verba fora amelhada numa campanha feita em Angola. Falsearam a verdade para não incriminar Dilma.

Eis o que disse João Santana ao juiz da Lava Jato: “Eu achava que isso poderia prejudicar profundamente a presidenta Dilma. Eu raciocinava comigo: eu, que ajudei de certa maneira a eleição dela não serei a pessoa que vai destruir a Presidência. Nessa época, já iniciava um processo de impeachment. Mas ainda não havia nada aberto. Eu sabia que isso poderia gerar um grave problema, sinceramente, até para o próprio Brasil.”

Mônica declarou o seguinte a Sérgio Moro: “O país estava vivendo um momento muito grave institucionalmente, político… As coisas que estavam acontecendo em torno da presidente Dilma. […] Para ser muito sincera, eu não quis atrapalhar esse processo, não quis incriminá-la, […] eu achava que ia contribuir para piorar a situação do país falando o que realmente aconteceu. E eu acabei falando que foi o recebimento de uma campanha no exterior.”

Zwi Skornicki, o provedor dos US$ 4,5 milhões que o PT repassou por baixo da mesa ao primeiro-casal do marketing, representava no Brasil o estaleiro Keppel Fels. Durante as inquirições Sérgio Moro questionou Santana e Mônica também sobre outros US$ 3 milhões depositados pela Odebrecht na mesma conta mantida pelo marqueteiro do PT na Suíça entre 2012 e 2013. Como esse pedaço da encrenca é investigado noutro inquérito, os dois reiteraram a disposição de colaborar com a Justiça, mas disseram que só falariam sobre Odebrecht quando fossem marcados os depoimentos relativos ao processo específico.

A Odebrecht é outra fonte de “material” contra Dilma na Lava Jato. Ao negociar sua delação com a força-tarefa do Paraná, o executivo Marcelo Odebrecht listou os temas sobre os quais tinha o que informar. Entre eles  um pedido de doação de R$ 12 milhões para a campanha à reeleição de Dilma, em 2014. Nessa versão a mordida foi dada pelo tesoureiro do comitê petista, o ex-ministro Edinho Silva. No entanto, antes do desembolso, Odebrecht procurou Dilma, que confirmou que o pagamento deveria ser feito.

Investigadores da Lava Jato declaram-se, em privado, convencidos de que a reeleição de Dilma foi parcialmente financiada com propinas extraídas da Petrobras e repassadas ao PT de duas maneiras: na forma de dinheiro sujo travestido de doações registradas na Justiça Eleitoral e por meio de depósitos em contas no exterior. Dilma sempre negou que suas campanhas tivessem sido irrigadas com verbas de má origem. Sobre o suposto contato com Marcelo Odebrecht, sua assessoria divulgou nota afirmando que ela “jamais intercedeu pessoalmente junto a qualquer pessoa ou empresário buscando benefícios financeiros para si ou para qualquer pessoa.''

Essa mesma argumentação foi usada quando Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, informou à força-tarefa da Lava Jato que foi coagido pelo petista Edinho Silva a repassar R$ 7,5 milhões desviados da Petrobras para a campanha de Dilma. Coisa relacionada à campanha de 2014. Dilma e Edinho reiteraram que a contabilidade da reeleição não contém caixa dois e já foi aprovada pela Justiça Eleitoral.

Os depoimentos de João Santana e Mônica Moura levaram Dilma a ajustar o discurso. A certeza sobre a ausência de dinheiro ilegal em sua campanha evaporou: “Se houve pagamento, não foi com meu conhecimento”, Dilma anotou no Twitter, ao reagir ao noticiário sobre os depoimentos da dupla do marketing. Dias depois, Dilma acrescentaria numa entrevista de rádio: “Se ele [João Santana] recebeu os US$ 4,5 milhões que diz que recebeu, não foi da organização da minha campanha.”

Dilma transferiu a lama para o PT: “A partir do momento em que a campanha é encerrada, tudo que ficou pendente de pagamento passa a ser responsabilidade do partido. A minha campanha não tem a menor responsabilidade sobre em que condições pagou-se a dívida remanescente de 2010. Não é a mim que tem que perguntar isso. Com quem ele tratou isso foi com a tesouraria do PT, como disse o próprio Santana.”

Prestes a virar um retrato na galeria de ex-presidentes, Dilma foi mencionada também na delação do ex-senador petista Delcídio Amaral. Escorado em informações prestadas por Delcídio, o procurador-geral da República Rodrigo Janot protocolou no STF, no início de maio, um pedido de investigação contra Dilma e personagens como Lula e o ex-ministro petista José Eduardo Cardozo, hoje advogado da presidente afastada no processo do Senado. Eles são suspeitos de tentar sabotar a Lava Jato. Confirmando-se a hipótese da deposição, o processo teria de descer do Supremo para a primeira instância —em Brasília ou Curitiba.

Proximidade da guilhotina afasta o PT de Dilma

Nada mais comum do que confundir convivência com amizade. Sobretudo no caso de Dilma Rousseff, cujo convívio com o PT decorria mais de uma imposição de Lula do que de afinidades genuínas. A proximidade da guilhotina trouxe à tona a verdade. O PT toma distância de Dilma porque sempre foi para ela um grupo de amigos todo feito de inimigos.

Rui Falcão, presidente do PT, informou que a legenda não apoiará, por inviável, a proposta de realização de um plebiscito sobre a antecipação das eleições presidenciais. Peça de resistência da carta que Dilma prometeu divulgar aos brasileiros, o plebiscito entra na retória de Falcão no rol dos “artifícios para tentar enganar quem não vai ser enganado''.

Reunida num instante em que Dilma é encaminnada para o patíbulo, a cúpula do petismo se absteve de sair em defesa de madame. “Já era previsível” que a comissão de impeachment do Senado aprovasse relatório pró-deposição, disse Falcão para justificar o silêncio da Executiva do PT.

No momento, o PT tem uma prioridade mais urgente do que Dilma. Organiza o lançamento de uma publicação em defesa de Lula, que tem Sérgio Moro a perscrutar-lhe os calcanhares de vidro. Sem Dilma, o PT sobrevive. Sem Lula, a legenda perde a alma.

Dilma é, hoje, um fardo para o PT. E vice versa. Por sorte, a votação do impeachment no Senado é aberta. Se o voto fosse secreto, muitos petistas talvez votassem a favor da lâmina. Para a maioria dos seus companheiros, Dilma soou oportunista quando disse num par de entrevistas que o PT precisa fazer uma autocrítica por ter adotado práticas da política tradicional.

Fernão Lara Mesquita: Abaixo essas instituições!

A corrupção não é “causa” de nada. É só a pior consequência da falta de democracia (Publicado no Vespeiro.com)

Morre-se sem hospital, o desemprego engata meio milhão por semestre, a quebradeira está só começando, mas tudo o que o “governo de salvação nacional” salvou foi o funcionalismo por mais quatro anos. “A condição para estabelecer um teto”, diz ele, é arrombar o teto que há. R$ 60 bilhões pros federais, R$ 50 bilhões pros estaduais, nada de contrapartidas. E ainda faltam os municipais. Como em Brasília todos os passarinhos são verdes e no Brasil quem elege é “a máquina”, não o eleitor, a dança de acasalamento é a única que se dança por lá. O País que coma bolos…

Há algo de muito torto na lente com que o Brasil se vê. As reações não combinam com as ações. É preciso empurrar o pânico que grassa aqui fora pra dentro daquele mundinho sem pressa que fabrica as crises, mas está dispensado de vivê-las. Nossa pauta política é estranhamente colonizada. Não discutimos nossos problemas, nossas urgências, nossas prioridades. Compramos as dos americanos, dos alemães, dos dinamarqueses, muito mais “modernas” e “progressistas”. Vivemos aos trambolhões, mas só falamos dos mais refinados passos de balé. Não nos decidimos nunca a bater a água e a farinha do bolo, mas temos tudo a dizer sobre as coberturas que ele poderia ter se existisse. Não temos a comida e a integridade física garantidas, mas baixamos uma lei por minuto para prevenir que quem venha a sobreviver a este nosso olímpico descaso para com o principal incorra no risco de pensar ou sentir “incorretamente”. O massacre é amplo, geral e irrestrito, maior que o de todas as sírias, mas “indignação” mesmo só com os pedacinhos dele que alimentem considerações “modernas” sobre a raça ou o gênero das minorias identificáveis na pilha dos 57 mil assassinados de cada ano.

Segurança pública pra valer (e mobilidade, transporte, acesso e o mais…) só quando inglês vier. Depois, de volta ao dilúvio…

Nós copiamos o “jeitão” das democracias e trabalhamos feito loucos pelo aplauso de quem a pratica. Mas pra brasileiro mesmo, nada. A Constituição americana, com 227 anos de idade, tem 7 artigos e 27 emendas. A nossa última, com 28, nasceu com 250 artigos e já tem mais de 80 emendas. A deles define os sete pilares da democracia, quantos bastam para o povo mandar nos seus governantes e não mais se deixar roubar. A nossa também os inclui, mas soterrados em 330 exceções que garantem que fique afastado das “excelências” o cálice da submissão à lei.

A função da Corte Suprema deles é garantir as 7 regras, a da nossa é impor as 330 exceções. E isso faz de tudo o mais o inverso do que parece. Consagramos o “federalismo”, mas vivemos a ditadura tributária centralizadora do Executivo. Instituímos “Poderes independentes”, mas, com tudo e mais alguma coisa transformado em “norma constitucional”, base por definição de qualquer pretensão exigível nos tribunais, o Judiciário e, no fim, o Supremo, tudo pode decidir ou “desdecidir”. Tudo acaba sempre nos 11 e dos 11 bastam 6…

“As instituições estão funcionando”?

Sim! Desgraçadamente! Enquanto forem as que são, “abandonai toda a esperança, ó vós que estais dentro”. É claro que fora do rito institucional é a selva e é dentro dele que temos de desmanchar essa confusão fabricada. Essa história de que é inconstitucional desconstitucionalizar o que quer que tenha sido constitucionalizado um dia é um truque barato. Até burro dá marcha à ré para não despencar no abismo. Para além do rito tudo tem de ser refeito. E o caminho para isso, testado e aprovado, existe.

A raiz do câncer é a “representação” subornada imposta à sociedade. Desde Getúlio come solta a metástase sindical. Desde 88 come também a partidária. Continuam “deles” as estatais, estoque de feudos a serem distribuídos aos barões que sustentarão o rei da vez. É isso que garante que tudo apodreça antes de amadurecer. Não há quem não saiba, não há quem não veja. Mas é proibido dizer. Vamos em frente esmurrando a faca, “proibindo” no papel que se produzam na vida real as consequências obrigatórias das causas que nos recusamos a remover.

Não dá mais. Batemos no osso. Agora é física a impossibilidade de levar a vida “arrecadando”. A alternativa para o certo é o errado. Não há meias medidas. Ou mudamos pra valer, na raiz, ou nos arrebentamos todos. A corrupção não é “causa” de nada. É só a pior consequência da falta de democracia. Puni-la, apenas, não resolve coisa alguma. O que a nossa situação extrema requer é uma dose cavalar de democracia.

O Brasil não é imune à democracia. Apenas não tem ideia do que ela é. Desenhar instituições – democráticas ou antidemocráticas – é encadear dependências. É isso que determina o jogo. O nosso é mais explícito a cada ato. Na ordem institucional, como na vida, manda quem tem o poder de demitir. Você está sendo demitido, mesmo fazendo tudo certo, porque “eles” não podem ser demitidos mesmo fazendo tudo errado. Nem quando a República sucedeu ao Império, nem nas idas e voltas das ditaduras, jamais mudou a nossa maneira antidemocrática de encadear dependências.

Descartem-se os bandidos para efeito de raciocínio. Democracia é o povo no poder, nem mais nem menos. Mas nem os nossos “liberais” nem os nossos “desenvolvimentistas” mais bem-intencionados contemplam a sério a ideia de pôr o povo no poder e submeter-se à vontade dele. Criticam-se mutuamente as “intenções”, mas só reivindicam uns o lugar dos outros no controle das mesmas alavancas.

É isso que tem de mudar. Revoluções só acontecem de baixo para cima e, no limite em que estamos, nós vamos ter uma logo, controlada ou não. O “recall” é a chave comutadora. Dá ao povo o poder de demitir e reformar Estado adentro e o voto distrital permite que essa revolução aconteça com segurança e sem dor. Plantadas nos municípios essas sementes da saúde já invertem irreversivelmente a cadeia das dependências e, com ela, a das lealdades. Daí em diante o desmonte da doença acontece sozinho, pedaço por pedaço.

Neurônio inconstitucional - Dilma ainda não descobriu que Temer também foi eleito com 54,5 milhões de votos

“A lógica? É ele não ter 54,5 milhões de votos. Eu sou legítima. Ninguém, nem o impeachment, transformará Temer num presidente legítimo. E ele vai carregar essa pecha até o fim”. (Dilma Rousseff, a Assombração do Alvorada, condenada a carregar pelo resto da vida a pecha de ter sido a pior presidente da história da República, confirmando que o neurônio solitário leu tantos livros de Freud que não teve tempo de ler a Constituição brasileira)

 

Tags:
Fonte: VEJA + UOL

1 comentário

  • marco antonio stahlschmidt Araquari - SC

    ....o recado do magistrus magnanimus dr. sergio fernando moro foi muito claro ao acabar o foro priveligiado da ´´gilma´´, a conclusao da lava-jato termina ate´dezembro deste ano.....

    0