LULA DEIXA CLARO, DE NOVO!, QUE ODEIA A DEMOCRACIA. VEJAM POR QUÊ

Publicado em 24/03/2010 16:42 e atualizado em 24/03/2010 18:24 1007 exibições



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acha que todo o paparico que a “mídia”, na média (ooopsss!), lhe dedica ainda é pouco. Ele quer mais. Ele é um insaciável. Como diria Camões, “é o hidrópico doente” — o “beber lhe assanha a sede”. E não adiante: ele e sua turma toleram, mas odeiam, a democracia. Não conseguem entender a essência do sistema porque, aplicado na sua essencialidade, sabe que teria sido apeado do poder. Sua sobrevivência política e seu triunfo não se deveram às virtudes do regime democrático, de que a imprensa faz parte, mas ao estoque de práticas viciosas: acordo, compadrio, leniência…

O homem participou hoje de uma cerimônia de uma dos 9.317 “programas” revolucionários do seu governo, o tal Territórios da Cidadania. E falou:

“Eu levanto de manhã, vejo manchetes e fico triste. Acabei de inaugurar 2.000 casas, não sai uma nota. Caiu um barraco, tem manchete. É uma predileção pela desgraça. É triste quando a pessoa tem dois olhos bons e não quer enxergar. Quando a pessoa tem direito de escrever a coisa certa e escreve a coisa errada. É triste, melancólico, para um governo republicano como o nosso”.

Se um político considerado “conservador” ou “de direita” dissesse uma miséria dessas, toda a Fefelech da USP e sua congênere da Unicamp sairiam às ruas com os seios nus (Jesus!!!) em sinal de protesto. Já os rapazes, não raro muito dramáticos, ateariam fogo às vestes. Como é Lula, tudo bem! Não é preciso submeter a sua fala a uma análise profunda para notar o desdém com que ele trata “um barraco que cai”  — a seu ver, isso não deveria ser notícia.

Lula tem saudades de ditadura militar. A sua mentalidade se formou naquele tempo. Não é que ele fosse contra ditadores — ele era contrário “àqueles” ditadores. Seu modelo de imprensa são os documentários de Jean Manzon que antecediam os filmes nos cinemas do Brasil. Os mais jovens pesquisem a respeito. Ficávamos sabendo de todas as realizações do governo, com as autoridades sempre em poses no meio do caminho entre a alegria e a austeridade. Não havia espaço para “barracos que caem”.

A frase “é triste quando a pessoa tem olhos bons e não quer enxergar” revela, simbolicamente, para quem Lula governa de fato: para os cegos — trata-se de uma figuração, como figurada é a sua linguagem. Para Lula, o uso correto dos “olhos bons” leva necessariamente o vivente a apoiá-lo e a aplaudi-lo.

Quem não concorda com ele, pois, abusa de uma graça, de um presente, de uma benevolência do destino. Não é gente boa. Pessoas assim, nos regimes admirados pelo PT — Cuba, Irã, China… — vão em cana porque atrapalham os cidadãos de boa-fé, que, obviamente, concordam com o governo.

Lula também acha triste “quando a pessoa tem o direito de escrever a coisa certa e escreve a coisa erra”. Notem que, para este monstro das liberdades públicas, não existe o “direito de escrever”, mas o “direito de escrever A COISA CERTA”. E se pode entender a razão do apoio incondicional a Cuba e ao Irã. Ora, por lá, todos têm “o direito de escrever a coisa certa”. Aliás, caras e caros, NENHUMA DITADURA OU REGIME DE FORÇA IMPÕE CONDIÇÕES PARA CONCORDAR COM O GOVERNO, NÃO É MESMO?  E todos os regimes, nesse particular, se igualam: é permitido elogiar. É o exercício da discordância que diferencia os países para o bem e para o mal.  Um regime de liberdades é testado justamente quando se exerce “o direito” de escrever a “coisa errada”. Alguém sempre dirá: “Está errado!”. E o mundo avança.

Lula relembrou o ano de 2003, quando foi criticado por ter colocado o boné do MST:
“A partir daquele instante, eu passei a colocar qualquer chapéu na cabeça. Nunca mais me colocaram. Eles vêm pra cima, se você se acovarda, eles ganham. Você não tem por que temer. Não temos vergonha do que fizemos nesse país. Nós todos vamos ser medidos pelo que nós fizemos, a gente precisa ficar prestando contas todos os dias.”

As críticas, no caso do boné de MST, se deveram certamente ao fato de que se trata de um movimento reiteradamente criminoso. E é um absurdo que a mais alta autoridade da República faça propaganda do crime. Ocorre que Lula não está se referindo aos sem-terra, mas ao mensalão. A Edith Piaff da burguesia do capital alheio não se arrepende de nada. Ainda que, em vez das 2 mil casas, ele tivesse entregado 1 milhão delas, conforme a promessa que não vai cumprir, não teria licença moral para meter na cabeça o boné do crime e para tentar impor ao país a canalhice do mensalão como coisa corriqueira.

E como Lula é Lula, há o investimento na mitologia pessoal:
“Na visão de algumas pessoas, o correto era que o país estivesse numa desgraça, que estivesse dando tudo errado para eles dizerem: ‘Tá vendo? N nós falamos: o menino não é letrado. O menino nasceu para ser torneiro mecânico’. A partir daí já é abuso”.

Trata-se de uma cretinice mentirosa. Ao contrário: a origem operária de Lula criou uma carapaça que o protegeu do rigoroso escrutínio a que a imprensa, por exemplo, submete os demais políticos. Exceção feita a um ou outro cronista e/ou analista político, ninguém se refere à oceânica ignorância de Lula nos mais variados assuntos ou à sua aversão à leitura e à alta cultura. Sim, eu sou uma das exceções. Eu não tenho nenhum receio em apontar a sua permanente apologia da ignorância. O sujeito infla as suas “conquistas na educação” para, em seguida, fazer pouco caso da formação universitária. O seu próprio partido, note-se, é, antes de mais nada, uma “construção dos intelectuais”, uma manifestação do seu desejo de submeter o país a um ente que iria tomar as rédeas da história. O PT nasceu primeiro, como idéia, na Fefelech… Só depois vieram os sindicatos. Tomaram conta e deram um pé no traseiro da “intelectualha” - com “lh” mesmo, se é que me entendem…

E achei curioso Lula referir-se a si mesmo como “menino”. Menino? Quando surgiu no debate público, já era bem peludão… Nunca teve aquele aspecto de Saint-Just, o carniceiro de cabelos longos e cara lavada, o enfant-terrible da revolução, que marcha para a guilhotina sem jamais recuar. Sua escola moral é o sindicalismo que se dá bem, com sua ética bem peculiar, magnificamente retratada no filme On The Waterfront, conhecido no Brasil por um título bem mais emblemático.

Pronto! Escrevi um texto de gente que tem dois olhos (míopes, é verdade), mas se nega a enxergar. Escrevi um texto de quem tem “liberdade para escrever a coisa certa” (elogiar Lula), mas prefere fazer a coisa errada, criticando-o. Trata-se de um abuso que, um dia , será coibido pela “democracia popular”.

Nesse dia, então, todos exercerão o direito de elogiar Lula — nem que seja em memória do “Estimado Líder”.

CUIDADO! PESQUISÓLOGOS EM CAMPANHA ELEITORAL!


No fim da noite de ontem, o Estadão Online pôs no ar a notícia abaixo. Leiam com atenção. Volto em seguida:

Diretores dos quatro principais institutos de pesquisa do País veem cenário favorável à Dilma

O crescimento nas pesquisas eleitorais da pré-candidata do PT à Presidência, ministra Dilma Rousseff, ante a estagnação de seu provável adversário, o governador de São Paulo José Serra (PSDB) tem impressionado os diretores dos quatro principais institutos de pesquisa do País. Márcia Cavallari, do Ibope, João Francisco Meira, do Vox Populi, Mauro Paulino, do Datafolha e Ricardo Guedes, do Sensus, estiveram reunidos em São Paulo na tarde desta segunda-feira, 22, para debater o cenário eleitoral, em evento da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas. O professor Marcus Figueiredo, do Iuperj também esteve no debate, mediado pela jornalista Cristiana Lôbo.

Meira deu o palpite mais ousado da tarde: “não é impossível imaginar que a Dilma ganhe a eleição já no primeiro turno”, afirmou. Segundo ele, quando há candidatos carismáticos, a disputa se concentra mais entre as personalidades desses candidatos. Mas, para ele, nem Dilma nem Serra são carismáticos. ‘Carisma não é o nome dessa eleição’, afirmou. Ele listou alguns fatores que, na sua avaliação, devem decidir a disputa eleitoral. O primeiro seria a economia: se estiver ruim, a tendência é de mudança - mas a economia é o principal trunfo do governo Lula. Em segundo, o aspecto ideológico - nesse caso, diz ele, 56% das pessoas se definem como sendo de esquerda e 30% como eleitores do PT.

Além disso, ele lembra o tempo de TV como decisivo - e a construção das alianças deve garantir um tempo maior à candidata governista. Por último ele cita algum acidente, debate ou fato inesperado que possa alterar a opinião dos eleitores. Sua avaliação é parecida com a de Ricardo Guedes, do Sensus. Segundo ele, “Dilma tem produto para mostrar, a economia. O Serra não tem. Hoje a tendência é muito mais pró-Dilma”.

Cautela
Já Márcia Cavallari, do Ibope, e Mauro Paulino, do Datafolha, adotaram um pouco mais de cautela em suas exposições, embora tenham admitido cenário favorável à Dilma. Os dois usaram a mesma expressão para definir o caso: “pesquisa é diagnóstico, não prognóstico”.

“O comportamento do eleitor não é matemático. A campanha ainda tem muita coisa para acontecer. O que a gente sabe é que o eleitor se sente muito confortável de ter votado no Lula e agora fazer essa avaliação de que acertou. Ele pensa: ‘Acertei, e o País está tendo avanços’. O eleitor considera que os avanços foram muito mais profundos no governo Lula. A comparação com o governo FHC é prejudicial para o Serra”, afirmou a diretora do Ibope.

De acordo com Márcia, um terço está com Serra, um terço está com Dilma e um terço que vai decidir a eleição. Reservadamente, porém, ela destacou que não só a Dilma está crescendo, como há tendência de queda de Serra, ainda que dentro da margem de erro. Já Paulino lembrou que na pesquisa Datafolha de dezembro de 2009, 15% dos eleitores não sabiam que a Dilma era a candidata do Lula, mas queriam votar na candidata do Lula. “E o que nós observamos em fevereiro, é que ainda há margem de crescimento para Dilma”, afirmou.

Segundo ele, a dúvida é saber se Dilma vai transmitir ao eleitorado que tem a mesma capacidade de administração que o Lula tem.”O eleitor vai poder comparar Serra com Dilma, Dilma com Lula”. Paulino ainda defendeu que os institutos divulguem sempre sua base de dados, sua metodologia. “A pesquisa não faz prognóstico, mostra o que acontece naquele dia. Na pesquisa de véspera, [Paulo] Maluf ainda estava na frente da [Luíza] Erundina [na eleição para a prefeitura de São Paulo, em 1988, vencida por Erundina]. Deixar de iludir quem consome pesquisa: a gente faz diagnóstico”, afirmou.

Já o professor Marcus Figueiredo, do Instituto Universitário do Rio de Janeiro (Iuperj), também presente ao debate, previu um repeteco de 2002, caso o deputado federal Ciro Gomes (PSB) continue na disputa, com o cearense brigando com Serra. Para Figueiredo, “Serra e Dilma são igualmente antipáticos e igualmente feios. Ideologicamente estão muito próximos. O projeto deverá ser exatamente o mesmo”.

Erros em pesquisa
Meira foi questionado também pelo fato de o Vox Populi ter apontado, em 2006, vitória de Paulo Souto (então PFL) no primeiro turno, contra o petista Jaques Wagner, que acabou vencendo as eleições em segundo turno. “Às vezes você erra. Só que você nunca ouve um médico dizendo qual a margem de erro de uma operação de apendicite. O pessoal respondia que queria Paulo Souto, mas já estava pensando em mudar de ideia. Mas eu não estava perguntando para ele se ele queria mudar de ideia”, justificou.

Voltei
E então? Noto que essa não é a primeira versão. A anterior, que ficou no ar um bom tempo, trazia um título que generalizava o palpite do tal João Francisco Meira, do Vox Populi, e atribuía a TODOS os especialistas a chance de Dilma Rousseff vencer a disputa no primeiro turno. Quem lesse o texto, entenderia que não.

Digam-me: alguém ainda está “surpreso” com a ascensão de Dilma? Não é possível. Então não merece ser autoridade técnica num instituto de pesquisa. Não são eles próprios a fazer o elenco das circunstâncias favoráveis à petista, como o desempenho da economia e a popularidade de Lula? O que há, então, de surpreendente nos números?  Com quem essa gente teve aula de lógica? Com o professor de matemática Delúbio Soares? Quer dizer que o não-surpreendente seria Serra ainda disparado na frente? Por quê?

Com “pesquisólogos” eu brigo; com pesquisas, não! É perda de tempo. E a razão é simples: esses “especialistas” estão sempre certos, como se nota. Se o resultado das urnas coincide com o seu diagnóstico, estamos diante da evidência de sua competência técnica; se não coincide, há sempre a “Saída Meira”. Vejam ali como ele justifica o erro brutal que a sua empresa cometeu na Bahia: “O pessoal respondia que queria Paulo Souto, mas já estava pensando em mudar de idéia. Mas eu não estava perguntando para ele se ele queria mudar de idéia”. Esse “pessoal” é fogo!!! Quando Meira acerta, Meira é um gênio; quando Meira erra, a culpa é do eleitor. Se esse especialista lesse cartas, mãos e bola de cristal, daria na mesma. Já para Ricardo Guedes, do Sensus (considerando que  o resumo de seu pensamento feito pelo Estadão Online esteja correto), “Dilma tem produto para mostrar, a economia. O Serra não tem. Hoje a tendência é muito mais pró-Dilma”.

Nem vou discutir se a tendência é pró-Dilma porque isso seria ocioso. É evidente que as condições são mais favoráveis à petista — incluindo imprensa e… institutos de pesquisa!!! O fato é que a fala de Guedes é um misto de estupidez e campanha eleitoral pró-PT. Ora, Dilma como “dona da economia” já é uma escolha partidária, não? E Serra? Não sendo “o dono da economia”, então não tem mais nada a mostrar? Observem que, para Guedes, a eleição se dá, mesmo, entre… FHC e Lula, não entre Serra e Dilma.

Guedes e Meira acabam de fundar o moto contínuo-eleitoral: um governo bem-sucedido na economia fará sempre o seu sucessor. A oposição nunca terá “nada” a mostrar. E se eles errarem? Já sabemos que eles não erram. Só o eleitor erra.

Márcia Cavallari, do Ibope, e Mauro Paulino, do Datafolha, foram um pouco mais contidos, preferindo, segundo o relato ao menos, apontar os fatores que contam em favor de Dilma, sem, no entanto, se comportar como assessores de imprensa da candidatura da petista. Quanto a Marcus Figueiredo, dizer o quê? Ligue a tecla SAP, leitor: seguindo seus próprios critérios, ele me parece muito feio para dizer algo inteligente…

Encerro
Boa parte do que vai acima já integra a campanha eleitoral  — a favor da candidata oficial, é claro. Se os critérios com quais Meira e Guedes analisam a realidade (E ISSO NADA TEM A VER COM O FAVORTIISMO DESTA CANDIDATURA OU DAQUELA) estivessem corretos, então a democracia já teria mudado de patamar. Ela teria descido muitos degraus.

Fossem as coisas como eles dizem, Serra deveria ter ficado em São Paulo mesmo, disputando a reeleição para o governo — vênia máxima, o Vox Populi e o Sensus bem que tentaram… Política não é matemática, adverte Márcia Cavallari, repetindo frase já escrita aqui tantas vezes (não estou dizendo que ela me copiou; não precisa disso; aponto a coincidência). Não é mesmo! Michele Bachelet tinha no Chile a popularidade de Lula e não fez o sucessor. Sim, as circunstâncias lá são diferentes das daqui. As circunstâncias, diga-se, sempre são particulares.  Fossem as coisas como quer a dupla, esse novo patamar da democracia dispensaria eleições. Afinal, por que haver oposição se o governo é popular e “tem a economia”?

É isto: há algum tempo, fazer oposição ao governo Lula é considerado quase um crime. Estamos chegando ao estágio em que já se pergunta, por vias oblíquas, por que fazer eleições.

CUIDADO AO ENCOMEDAR UMA PIZZA, KÁTIA ABREU!


A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), com efeito, começou a incomodar o statu quo da política — e em várias áreas e setores, é bom notar.

No Painel de hoje, na Folha, lê-se:
Um tucano aecista desdenha da especulação em torno da possibilidade de a senadora Kátia Abreu (DEM) vir a compor chapa com José Serra: “Seria fazer como os republicanos quando escolheram Sarah Palin para vice de John McCain”.

Evidentemente, o “aecista” não se refere ao impacto inicialmente positivo daquela escolha, mas à Sarah que foi moída pela canalhice da imprensa democrata. Pois é. O deputado deve estar entre aqueles que não querem Aécio como vice de Serra. Mas, pelo visto, não querendo Aécio, prefere o dilúvio, para lembrar frase antiga. Não quer aquela que seria hoje a solução eleitoralmente mais viável, mas não parece empenhado em viabilizar um nome alternativo.

Na coluna “Panorama Político”, de o Globo, lê-se:
A presidente da Confederação Nacional da Agricultura, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), está descartada como vice na chapa presidencial do governador José Serra. O vice tucano sairá de um grande colégio eleitoral. Serra não quer um ruralista como vice, pois considera que terá os votos da direita por gravidade. E avalia que perderia os eleitores de Marina Silva (PV) no segundo turno.

De onde veio a plantação? Pode ter vindo de qualquer lugar, inclusive do DEM. A consideração atribuída a Serra está no terreno da pura fofoca. Os jornalistas que cobrem política sabem que ele jamais externaria uma avaliação como essa. Note-se como se dá de barato que a senadora representa “o voto da direita”.

Alguém aí já leu que Lula queria o “voto da direita” quando foi buscar José Alencar? Alguém aí já leu que Marina quer o bilionário Guilherme Leal — sua fortuna certamente é algumas dezenas de vezes (centena talvez) maior do que a da “direitista” Kátia Abreu — para conquistar votos à direita? Não! ELES REPRESENTAM O SETOR PRODUTIVO, ENTENDERAM?

Produzir comida é coisa “de direita”. Produzir tecido e creme anti-rugas é coisa de  “progressista”.

No caso da nota do Globo, além da plantação muito típica do meio político, tem-se também o mais descarado preconceito.

PS - Já que a plantação e a patrulha estão em curso, isso assanha a minha disposição para o confronto, hehe. Acho que Kátia Abreu é uma excelente candidata a vice-presidente? Sim! Em 2010! Em 2014, penso que há espaço para vôo próprio, pouco importa quem vença agora. Não sou só eu a antever isso, não! Há muita gente incomodada com a “saliência” da senadora e presidente da CNA. Daí o trabalho, que já é sistemático, para queimá-la. A etapa seguinte será vender a certo “jornalismo investigativo” alguma grave denúncia. É uma questão de tempo.

Vida dura! Kátia, a esta altura, não consegue encomendar uma pizza sem o diligente acompanhamento de uma dúzia de arapongas!  Cuidado, senadora! Ao pedir a dita-cuja “com orégano”, deixe claro que é aquele de comer, não o de fumar. Se bem que, na hipótese viciosa, isso, acredite, contaria a seu favor em certos círculos. Feio, no Brasil, é produzir carne, soja e feijão…

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Fonte:
Blog Reinaldo Azevedo (Veja)

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