E se a gente começasse a produzir menos comida, para recuperar mata nativa???

Publicado em 15/07/2010 16:51 e atualizado em 19/07/2010 10:41 642 exibições
E aprendesse a fazer micagem e a se pendurar em árvores?

O deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) foi a um evento numa central sindical ontem  — a CGT — e defendeu o relatório que fez do Código Florestal, um bom relatório diga-se. O Brasil está se tornando um país tão esquisito em certas áreas que cabe a um comunista — teoricamente ao menos, ele ainda é… stalinista! — defender a produção agrícola. É bem verdade que, em certa medida, isso nem é assim tão despropositado. No que pode haver de virtuoso no idealismo comunista — aquele papo de “igualdade”, que, não obstante, já matou tanta gente —, o produtor rural brasileiro até que é bem camarada, né? A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da CNA, relatou uma conversa que teve dia desses com um potentado da indústria brasileira. Conversa das mais curiosas. Num dado momento, disse ele à interlocutora:

— Vocês, produtores rurais, precisam pensar mais como negociantes.  Vocês não são governo! Se o consenso dos políticos é pela redução da área plantada, se é isso o que majoritariamente quer a imprensa, que vive malhando vocês, se ninguém tem coragem de defender a produção agropecuária, conformem-se, plantem ou produzam carne na área que eles consideram a ideal. Vocês podem lucrar o mesmo produzindo em menos terras. É verdade que a produção vai cair. Mas o preço vai subir. Pra que ficar dando murro em ponta de faca? Vocês também têm o direito de parecer chiques e preocupados com o futuro da humanidade.

Pois é… Não é que faz sentido? Trata-se de uma das leis mais antigas da humanidade a definir o preço de alguma coisa: a lei da oferta e da procura. Aldo Rebelo, para o bem dos pobres brasileiros (vejam: na falta de políticos “liberais” que tenham coragem de defender o relatório do Código Florestal, cá estou eu a elogiar um comunista), decidiu eliminar do seu texto algumas medidas que DIMINUIRIAM A ÁREA DESTINADA À AGRICULTURA E À PECUÁRIA NO BRASIL. Se, em vez de “x” toneladas de comida (para ser genérico), o país produzir x-y, o que sobe é o preço. E quem se dana é o pobre, que terá uma comida mais cara e sofrerá os efeitos da inflação, que sempre pune menos os mais ricos porque conseguem encontrar alternativas.

Essa é, sem dúvida, uma das loucuras brasileiras. O setor que garante a comida mais barata do mundo e que tem respondido pela estabilidade da economia — é ele que impede que a balança comercial brasileira naufrague — é tratado como a Geni do país. Kátia Abreu, é bem verdade, é boa de briga. Mas, às vezes, eu a vejo quase solitária a dizer o óbvio. E os que exercitam aquela glossolalia ambientalista, descolados da realidade, são tratados como deuses, como entidades que tivessem descoberto “a coisa”.

Talvez o Brasil tenha cometido mesmo um grande pecado quando fez a agricultura avançar no cerrado. Aquela região toda deveria ter permanecido intacta. Os brasileiros, hoje em da, em vez de gastar 18% de sua renda — na média — com alimentação, continuariam a torrar os mesmos 48% do fim dos anos 60 e início dos 70. Comida barata, vejam que fabuloso!, significa mais renda para o pobre. Mas, se não querem, por que os produtores devem continuar a ser os alvos das ONGs, dos politicamente corretos e da Marina Silva? Chega de mártires e heróis, não é? Vamos ser todos ambientalistas. É isso aí. Querem diminuir a área plantada em São Paulo? Diminua-se. Querem diminuir a área plantada em Goiás e Mato Grosso? Diminua-se. No aperto, a gente se reúne em torno daquela sábia árvore do filme Avatar e começa dizer coisas estranhas…

A gente também pode mudar de ramo e direcionar o país para uma nova janela de negócios, que seria, assim, o turismo de entretenimento. Os brasileiros todos se especializariam em malabares, saltos ginásticos, atividades circenses — a gente pode até botar uns rabos postiços para ficar brincando de se pendurar em arvores; em breve teríamos a nossa cauda natural, fiquem certos —, e os turistas pagariam para nos ver num cercadinho, em nossos alegres folguedos. Os mais divertidos fariam micagens; os mais enfezados jogariam frutas e cocô nos visitantes. Tudo isso em meio a uma natureza exuberante. De volta a seu país, no aeroporto, ganhariam de presente um creme anti-rugas,  que produziríamos com nossa baba nativista.

É isso aí. O interlocutor de Kátia Abreu está certo. Eu também virei ecologista agora, desse tipo que, diante do Código Florestal, sai gritando feito Bambi: “Fogo! Fogo na floresta!” Talvez a senadora deva fazer o mesmo. Como a redução da área destinada à agropecuária não eliminaria a lei da oferta e da procura, os ditos “ruralistas” lucrariam a mesma coisa. É verdade que os pobres iriam se danar com comida mais cara e inflação. Pobre, vocês sabem, nunca está contente: você oferece uma natureza exuberante pra eles, e eles logo vão querendo comida barata.

AS UTOPIAS CIVILIZATÓRIAS DO ÚLTIMO REACIONÁRIO. OU: ELES NOS QUEREM FAZENDO XIXI NOS PRÓPRIOS PÉS

Publiquei às 13h01 um post sobre a perseguição que se empreende ao agronegócio no Brasil. Houve quem não atentasse para a ironia… Huummm. Reduzindo-se a área plantada no Brasil, como querem os ambientalistas, cairia também a demanda por mão-de-obra, o que geraria desemprego no campo. Seria uma boa para o MST, que, então, passaria a invadir, ainda com mais ímpeto e mais “eficiência”, o que restasse de áreas realmente produtivas no país. E a gente ficaria a um passo de, como diria Stedile, uma “verdadeira” reforma agrária: a cada homem o seu pedacinho de terra para plantar sua comidinha. Essa coisa neoliberal e produtivista de produção de escala desapareceria. O Brasil ficaria esfaimando certamente. Mas como seríamos felizes em nossas casinhas, de cócoras, como o Jeca da crônica de Monteiro Lobato, que gerou um verdadeiro saber, a olhar o tempo passar, só “escuitano” o Curupira no mato a fazer a trilha sonora de nossa vasta solidão.

Sim, o texto acima pertence ao gênero da Escatologia. Apenas projeto o mundo a partir das ambições dos revolucionários do MST e dos pós-modernos do ambientalismo. Uma amiga me conta que o Leão de Ouro da publicidade em Cannes, neste ano, foi para um filminho que ensina como fazer xixi no chuveiro para economizar água.

Então complemento a minha Escatologia com um requinte um tanto escatológico, agora no outro sentido: os de menos sorte ficariam esfaimando nos campos; os mais fortes e com bons dentes seriam enviados para aqueles parques a que me referi, para fazer micagem e malabarismo para turistas. Em qualquer caso, a gente ficaria se mijando em nome da Mãe Natureza.

Não contem comigo pra isso. Se preciso, começarei a redigir cartas para o futuro: “As utopias civilizatórias do último reacionário”.

Por Reinaldo Azevedo

LULA NAS ELEIÇÕES: DESFAÇATEZ SEM PARALELO. UM EDITORIAL IMPECÁVEL DO ESTADÃO

Leia editorial do Estadão intitulado “A transgressão consagrada”

Luiz Inácio Lula da Silva entrará para a história das eleições presidenciais brasileiras sob o Estado Democrático de Direito pela desfaçatez sem paralelo com que se conduz. Ele não apenas colocou os recursos de poder próprios do cargo que exerce à disposição de sua candidata — escolhida, de resto, por um ato de vontade imperial —, como ainda assume ostensivamente o abuso e disso se jacta.

A demolição das leis e das instituições destinadas a separar Estado, governo e campanhas políticas não se fez em um dia. Lula começou a pensar no segundo mandato, e a se guiar rigorosamente por essa meta, mal tirou a faixa recebida do antecessor em 1.º de janeiro de 2003 — se não antes. E começou a pensar no nome do sucessor, e a subordinar a administração federal aos seus cálculos eleitorais, tão logo descartou definitivamente, decerto ao concluir que se tratava de uma aventura de desfecho incerto, a possibilidade de um terceiro período no Planalto.

Depois que os dois grandes escândalos do lulismo — o mensalão e a perseguição a um caseiro — excluíram da lista dos presidenciáveis do presidente os cabeças de seu governo, José Dirceu e Antonio Palocci, a solitária decisão de lançar a candidatura da ministra Dilma Rousseff, com experiência zero em competições pelo voto popular, embutia uma consequência que só o seu patrono poderia barrar. Desde que, bem entendido, tivesse ele um mínimo de apreço pelos valores republicanos dos quais fala de boca cheia.

A consequência, evidentemente, era a conversão do Estado e do governo em materiais de construção da campanha dilmista — numa escala e com uma intensidade que talvez fossem menos extremadas se o candidato se chamasse Dirceu ou Palocci. Diga-se o que se queira deles, um e outro têm bagagem partidária e milhagem na rota das urnas bastantes para não depender, tanto quanto Dilma, do sistemático abuso de poder do chefe (ou, no caso dela, chefe e criador). Em outras palavras, a fragilidade eleitoral intrínseca da ex-ministra clamava pelo vale-tudo para ser neutralizada — e não seria Lula quem deixaria de fazê-lo.

Assim que ele bateu o martelo em seu favor, aflorou no mundo político e na imprensa a questão da transferência de votos. Seria o mais popular dos presidentes brasileiros capaz de eleger a candidata tida como um poste? Seria o seu formidável carisma suficiente para impedir que ela naufragasse por seus próprios méritos, por assim dizer? Perguntas pertinentes — e enganadoras. Do modo como foram formuladas, tendem a fazer crer que os eventuais efeitos, em 3 de outubro, do poder de persuasão de Lula independem da sua gana de atrelar o comando do Executivo aos seus interesses eleitorais.

É bem verdade que Lula chegou lá da primeira vez (na quarta tentativa) concorrendo pela oposição. Mas, em 2002, o desejo de mudança que ele encarnava provavelmente prevaleceria ainda que o então presidente Fernando Henrique, com a mesma falta de escrúpulos que o sucessor exibiria, transformasse o seu gabinete em quartel-general da campanha do candidato José Serra. Agora, chega a ser intrigante, nas análises políticas, a dissociação entre o uso da popularidade de Lula e a sua desmesurada desenvoltura em entrelaçá-lo com o abuso de sua posição.

Não foi por falta de aviso. Já não bastassem as transgressões que cometia ao carregar Dilma nos ombros presidenciais para cima e para baixo, ele anunciou no congresso do PT, em maio passado, que a sua prioridade este ano — como presidente da República — era eleger a sua protegida. Para quem tem a caradura de escarnecer tão desbragadamente do decoro político elementar, nada mais natural do que proclamar que sabe que transgride a lei e nem por isso deixará de transgredi-la.

Foi o que fez anteontem em um evento oficial na sede temporária do governo, numa dependência do Banco do Brasil. “Eu nem poderia falar o nome dela (Dilma) porque tem um processo eleitoral”, reconheceu, “mas a história (da alegada atuação da ministra no projeto do trem-bala) a gente também não pode esconder por causa de eleição.” Sob medida para os telejornais e o horário de propaganda.

Perto disso, que diferença fará uma multa a mais?

LULA QUER ESTATIZAR OS NOSSOS FILHOS; NÃO SÓ ISSO: QUER PUNIR OS PAIS DECENTES, JÁ QUE OS INDECENTES CONTINUARÃO A FAZER O QUE SEMPRE FIZERAM

Antes de Lula se declarar Deus e ter escolhido Dilma como a ungida, ele vivia dizendo que os brasileiros eram seus filhos. “Papai” é o rei do mau exemplo. Já foi multado pelo TSE seis vezes, abusa da autoridade para fazer campanha eleitoral, passa a mão em cabeça de mensaleiro, lidera um governo que quebra ilegalmente o sigilo bancário de caseiro e o fiscal de dirigente da oposição. Irmãos! Não sigamos papai nos maus exemplos! Pois bem, como somos seus “filhos”, ele decidiu estatizar os seus netos — no caso, os nossos filhos. Agora eles todos pertencem a… Lula!

O governo enviou um projeto ao Congresso que proíbe a palmada — e os beliscões. Pai que der um tapa da bunda do moleque que se joga no chão no shopping porque cismou de comprar um escafandro pode ser denunciado. O tapa na bunda, meu amigo, passou a ser um assunto de estado. Agora, esse estado tanto pode fazer sozinho a usina de Belo Monte e arcar com o seguro da operação como pode criminalizar o tapa — chinelada, então, deve passar à condição de crime hediondo. Vale para crianças e adolescentes também.

Como sabemos, um dos problemas da educação é a passividade dos adolescentes quando recebem uma ordem dos pais. Isso acabou! Agora eles já podem ir à delegacia mais próxima e denunciar aqueles monstros por “castigo corporal”. “Doutor, ele me deu um tapa no traseiro!”

“Nossa preocupação não é com a palmada. Nossa preocupação é com as palmadas reiteradas e a tendência de que a palmada evolua para surras, queimaduras, fraturas, ameaças de morte”.
Uau! A fala é da subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, da Secretaria de Direitos Humanos. Ah, é uma subordinada de Paulo Vannuchi. Tudo faz sentido. Em que mundo vive esta senhora? Que diabo de fantasia é essa?

Projeto de Lula, é? Fico aqui pensando: terá sido a falta de palmadas que levou Lulinha a criar a Gamecorp? Ou palmadas terão faltado antes, no pai do rapaz? Naquele filme micado, a mãe de Lula protege o filho da surra do pai alcoólatra. Agora o Brasil tem de pagar o pato porque o presidente, parece, teve um pai  ausente e violento — ao menos é o que ele diz —, o que o impediu de ter superego. Essa última constatação não é parte das minhas ironias, não! Isso é uma verdade psicanalítica. Consultem um especialista.

Agora vem a segunda parte da minha tese: sabem quem Lula elegeu para pai? Sabem quem é o Laio deste Édipo de Garanhuns com registro distorcido? FHC!!! Lula só consegue se entender inteiro se matar FHC, o que ele faz todo dia, tentando eliminá-lo da história. A falta de superego explica essa vaidade desmesurada e esse complexo de Deus. Mas deixo essa mente fascinante para mais tarde.

Volto agora ao projeto. Pais que imponham hoje um castigo cruel aos filhos já são punidos. Se, a despeito das punições previstas, o espancamento ou maltrato acontecem, estamos diante da evidência de que a lei não os intimida. É uma questão de lógica: se o sujeito não teme a lei que proíbe o mais, não vai temer a lei que proíbe o menos.

Logo, a lei de Lula, que estatiza os nossos filhos, busca punir os pais do tapa eventual, às vezes necessário, para coibir um comportamento inconveniente. O Babalorixá propôs uma lei que deixa os violentos, psicopatas ou bandidos onde sempre estiveram e que passa a punir as pessoas normais. A rigor, é o mesmo mecanismo mental estúpido que resultou naquele referendo sobre o desarmamento. Queria proibir a venda de armas legais — geralmente comprada por cidadãos de bem. Ocorre que o problema do Brasil eram e são as armas ilegais, da bandidagem. Bem, nesse caso, o Estado não podia fazer nada… Quem é Lula para dizer como devemos criar os nossos filhos? As leis existentes já são suficientes para punir os violentos.

Tenho duas filhas, 13 e 15 anos, e meu blog é público. Elas podem me ler. Nunca lhes dei nem uma palmada sequer. Uma vez ou outra, raras, cheguei no “quase”. Eu apanhei dos meus pais uma vez ou outra. Tenho 48 anos já. Não sou de um tempo em que a criança era uma majestade intocável, candidata a pequeno terrorista doméstica — e, depois, do convívio social. Às vezes, eu sabia bem por que estava tomando uns petelecos; noutras, achava uma tremenda injustiça. Aprendi, também ali, a distinguir o justo do injusto? É possível.

Se me fosse dado aconselhar, diria: “Façam como faço; evitem até mesmo a palmada; tentem a conversa e outras formas de punição”. Mas isso é uma decisão que, nos limites das leis já existentes, só cabe às famílias. O estado não tem de se meter nessa relação. Daqui a pouco, uma dessas senhoras ensandecidas, metidas a dizer como devemos cuidar dos nossos lares, também vai querer se meter na alimentação das nossas crianças — idiotas que somos, precisamos de especialistas e ONGs para cuidar até disso. Alguém vai propor punir os pais porque os filhos ou são muito magros ou são obesos.

Em novembro do ano passado, estive no Programa do Jô. Muitos de vocês assistiram à entrevista ou já viram no Youtube. Costumo dizer que, em matéria de Lula e PT, eu jamais erro; só me antecipo um pouco. Se não quiserem ver tudo, recomendo,  ilustrando este post e também o que está abaixo,  só os 50 segundos finais, a partir dos 7min13s.

Lula ainda não diz como devemos fazer sexo, mas já andou nos aconselhando, por esses dias, sobre como devemos tratar desse assunto com nossos filhos. Considerando umas confissões que ele fez à revista Playboy em 1978, que reproduzo abaixo, acho que dispenso o professor.
“Um moleque, naquele tempo [sua infância], com 10, 12 anos, já tinha experiência sexual com animais… A gente fazia muito mais sacanagem do que a molecada faz hoje. O mundo era mais livre.”

Lula não me parece um bom professor na educação dos filhos ou na educação sexual. Que fique longe das nossas famílias. Já seria um ganho para a República se ele controlasse a dele.

PS: Nos comentários, se possível, ignorem a questão zoológica. O que está em debate é até onde o estado pode se meter nas nossas vidas.

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Fonte:
Blog Reinaldo Azevedo (Veja)

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3 comentários

  • Valter Ambiel Itanhangá - MT

    Esse jornalista malha muito o PT, criticas sérias, substanciais, eu concordo, mas não pode esquecer que quem institucionalizou o ambientalismo no Brasil foi o FHC, Parque Nacional do Tucumaque no Amapá foi ele que criou, tem 3,6 milhões de hectares, Medida provisória 2.166/2001 que aumentou área de reserva legal na amazônia de 50% para 80% é do FHC também. Ricardo Trípole Dep. Federal do PSDB votou contra o relatório de Aldo Rebelo, Xico Graziano coordenador da campanha do Serra é ambientalista, basta entrar em seu site pra ver! tem link do greenpeace e sos mata atlantica no site dele!(xicograziano.com.br).

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  • Anderson Gonçalves de Souza Posse - GO

    QUE PRODUTOR QUER MAIS DO QUE GANHA ATUALMENTE???

    Boa noite..

    Uma idéia para a CNA, que contribuimos todo o ano para manter a representatividade do setor junto à sociedade e defender os interesses dos produtores junto aos nossos governantes.

    Vamos fazer um estudo para saber o quanto poderemos reduzir de plantio de soja e milho, para que reflita no mercado a ponto de ganharmos mais, com menor área produzida.

    Depois faremos um plebecito para apoio da maioria dos produtores em diminuir a área plantada.

    E por fim, estipular uma campanha para diminuição de área, com aplicação de multa para os que não apoiarem a maioria.

    Essas multas serão rateadas entre os produtores que aderirem ao movimento FORÇA DO CAMPO - O BRASIL PRECISA DO PRODUTOR.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO

    Já não é de hoje que eu venho dizendo, escrevendo e afirmando: A linguagem que os nossos opositores entendem com muita facilidade é a linguagem das gôndolas [Preteleiras] dos Supermercados. Fazemos entre nós uma competição para ver quem vai "quebrar por ultimo" mas como o ultimo não quebra, a crise é cada vez maior porque a oferta "abunda"... e com isso avilta os preços. Como seremos ouvidos se não falarmos a linguagem que eles entendem? Em vez de reclamar da diminuição do Preço Mínimo do Trigo, porque teimamos em não responder na linguagem proposta? Somos uns idiotas, 95% de T O L O S. Idem para o milho, milhões de toneladas sobrando Brasil a fora... e nós chorando "de barriga cheia" é a imagem que transmitimos. Muitos de nós fazem por mercer a situação em que nos encontramos, vamos e viemos - fala a verdade!!!, sinceramente... A mesma resposta serviria para economistas, onguistas, ambientalistas e até industrialistas e outros especialistas. Adelante...

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