PT x Evangélicos: 2 milhões de acessos na internet

Publicado em 21/09/2010 19:04
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Um vídeo de um pastor da 1ª Igreja Batista em Curitiba pedindo para fiéis não votarem no PT já teve dois milhões de acessos no YouTube desde 31 de agosto. Na semana passada, a gravação ganhou ainda mais popularidade quando o pastor Silas Malafaia pediu, em seu programa de TV Vitória em Cristo na Band, que os evangélicos assistissem ao vídeo.

O PT já enviou uma carta para Malafaia reclamando das acusações feitas pelo pastor Paschoal Piragine no vídeo. Afirmou Piragine:

- Dois deputados federais já foram expulsos do PT por se manifestarem contra o aborto. (). Não estou dizendo para votar em A ou B, vou dizer em quem não votar.

Por Lauro Jardim

Cesar Maia, candidato ao Senado no Rio de Janeiro, vai usar as mensagens de apoio de Caetano Veloso e Paulo Coelho no seu programa eleitoral de quarta-feira. Sem conseguir gravar vídeos de apoio, a propaganda vai usar um locutor para ler os textos que ambos escreveram a favor de Cesar.

Por Lauro Jardim

Na onda do escândalo de favorecimento do empresário Raimundo de Morais caso investigado pela PF e revelado por VEJA desta semana, Cid Gomes tremeu ontem ao vivo no debate de candidatos ao governo promovido pela TV Cidade, retransmissora da Record no Ceará. O sempre articulado e calmo Cid foi bombardeado e errou o nome de um candidato, pediu direito de resposta, gaguejou.

Por Lauro Jardim

Está nas mãos de Tereza Cruvinel a carta de exoneração do diretor geral da Empresa Brasil de Comunicação, Paulo Rufino. A situação repete 2008 quando o antecessor Orlando Senna pediu para sair do mesmo cargo. Na época, Senna reclamou de falta de autonomia para exercer a função. 

Ontem, a Folha de S. Paulo revelou que funcionários da TV NBR (que integra a EBC)  eram obrigados a gravar comícios de Lula e  Dilma Rousseff.

Procurado, Rufino nega discordâncias com a presidência da TV Brasil e justifica a saída por motivos pessoais. Ele também afirma que continuará trabalhando na unidade da EBC em São Paulo.

Por Lauro Jardim

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, acaba de enviar parecer ao Supremo em que se diz contrário à candidatura de Joaquim Roriz ao governo do DF. Nas 23 páginas da manifestação, Gurgel opina para que os ministros rejeitem o recurso de Roriz, considerado ficha-suja pelo TSE. O caso será julgado depois de amanhã pelo plenário do STF.

O ex-governador tornou-se, para o Ministério Público, inelegível depois de ter renunciado ao mandato de senador em 2007 para escapar da cassação. Gurgel discordou de todos os argumentos apresentados pela defesa de Roriz. Disse o chefe do MP no parecer encaminhado ao relator Carlos Ayres Britto sobre a renúncia do candidato:

Essa espécie de burla, rejeitada por toda a sociedade, levou o Poder Legislativo a inserir na Lei de Inelegibilides a alínea k. O projeto de lei, aliás, teve o impulso da iniciativa popular e constitui inovação que se harmoniza com os valores democráticos e republicanos, afastando, ainda que temporariamente, da administração pública aqueles que denotem vida pregressa incompatível com o exercício do mandato.

Por Lauro Jardim

Erenice Guerra foi defenestrada da Casa Civil. Beleza. Mas e quanto suas funções nos conselhos de administração do BNDES e da Eletrobras? Quatro dias depois de sair da Casa Civil, Erenice ainda pemanece intocada nesses conselhos. A saída de Erenice do BNDES, onde recebe 5 122 reais por mês para participar de uma reunião a cada três meses, é iminente.

Mas na Eletrobras não ocorre o mesmo. A estatal do setor elétrico informa que não há sinalização por parte do governo para demitir Erenice de seu conselho. Lá, Erenice recebe 33 934 reais por ano.

A manutenção de Erenice no Conselho de Administração da Eletrobras, que tem ações negociadas no mercado, não representaria exatamente uma mudança de postura do governo. Silas Rondeau, por exemplo, permaneceu no Conselho de Administração da Petrobras mesmo depois de deixar o Ministério de Minas e Energia na esteira de um escândalo.

Por Lauro Jardim

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Fonte: Blog Lauro Jardim, veja.com

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