Exportação de carne bovina ganha ritmo na quarta semana de dezembro/21; volume alcança 96,6 mil toneladas

Publicado em 27/12/2021 15:13 e atualizado em 28/12/2021 08:58

O desempenho dos embarques de carne bovina fresca, refrigerada e congelada registraram um bom ritmo após a retirada do embargo chinês sobre a carne brasileira. O  volume exportado da proteína alcançou 96,9 mil toneladas até a quarta semana de dezembro/21, sendo que o total exportado no mês de dezembro do ano passado atingiu 142,5 mil toneladas. 

Nesta segunda-feira (27), a Secretária Comércio Exterior (Secex) reportou que a média diária exportada de carne bovina fresca, refrigerada e congelada ficou em 5,3  mil toneladas na quarta semana de dezembro, na qual teve um recuo  de 16,85% frente à média exportada no mês de dezembro do ano passado, que ficou em 6,4 mil toneladas.

Os preços médios na quarta semana de dezembro ficaram próximos de US$ 4.890,5 mil por tonelada, na qual teve uma alta de 8,53% frente aos dados divulgados em dezembro de 2020, em que os preços médios registraram o valor médio de US$ 4.506,1 mil por tonelada.

O valor negociado para o produto na quarta semana de dezembro ficou em US$ 474,164 milhões, tendo em vista que o preço comercializado durante o mês de dezembro do ano anterior foi de US$ 642.233 milhões. A média diária ficou em US$ 26.342 milhões e registrou uma desvalorização de 9,76%, frente ao observado no mês de dezembro  do ano passado, que ficou em US$ 29.192 milhões. 

Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Teste de eficiência com o Nelore atrai interesse das centrais de genética
Abate de fêmeas recua quase 10% em janeiro, mas volume total de animais ainda é grande
Abate de fêmeas recua quase 10% em janeiro e reforça mudança do ciclo pecuária
Dobradinha Milho X Capim para reestruturar solo e aprimorar nutrição dos animais em períodos de restrição
Semana começa com valorização da carne no atacado, o que pode abrir espaço para novas altas da arroba
Alta de até 4% da carne no atacado no final de semana abre margem para evolução da arroba