Monitorando condições climáticas, arábica testa novas altas na manhã desta 4ª feira

Publicado em 09/11/2022 08:46
Em Londres, o conilon abriu com estabilidade

Depois de dois dias de desvalorização na Bolsa de Nova York (ICE Future US), o mercado futuro do café arábica abriu esta quarta-feira (9) testando novas altas.

As atenções do mercado seguem voltadas para as condições climáticas e o café volta a subir um dia depois de uma intensa chuva de granizo no parque cafeeiro do Brasil na tarde de ontem.  Ainda de acordo com relatos dos produtores, as chuvas não estão chegando com os volumes necessários em boa parte da área, mas sim com muita intensidade e trazendo preocupações para 2023. Desde a semana o café opera no campo negativo, pressionado pelas previsões de chuva no Brasil. 

Por volta das 08h39 (horário de Brasília), março/23 tinha alta de 160 pontos, negociado por 165,75 cents/lbp, maio/23 tinha alta de 135 pontos, valendo 164,75 cents/lbp, julho/23 tinha alta de 150 pontos, cotado por 164,05 cents/lbp e setembro/23 tinha valorização de 150 pontos, cotado por 164,05 cents/lbp. 

Em Londres, o conilon abriu com estabilidade. Janeiro/23 tinha alta de US$ 2 por tonelada, negociado por US$ 1833, março/23 tinha alta de US$ 4 por tonelada, negociado por US$ 1820, maio/23 avançava US$ 6 por tonelada, negociado por US$ 1812 e julho/23 tinha alta de US$ 6 por tonelada, negociado por US$ 1806.

Mercado Interno - Última sessão 

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 1,06% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 930,00, Patrocínio/MG teve baixa de 1,09%, valendo R$ 910,00, Araguarí/MG teve baixa de 1,05%, cotado por R$ 940,00, Varginha/MG teve queda de 1,05%, valendo R$ 940,00 e Campos Gerais/MG registrou queda de 2,08%, negociado por R$ 940,00. 

O tipo cereja descascado teve queda de 0,94% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.050,00, Patrocínio/MG teve baixa de 1,55%, cotado por R$ 950,00, Varginha/MG recuou 3,85%, negociado por R$ 1.000,00 e Campos Gerais/MG teve queda de 1,96%, negociado por R$ 1.000,00. 

Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

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