Café abre a segunda-feira realizando lucros em Nova Iorque

Publicado em 05/01/2026 10:23
Apesar dos recuos, mercado segue sustentando pela queda nos estoques

A segunda-feira (5) começou com os preços internacionais do café recuando na Bolsa de Nova Iorque, registrando perdas por volta das 10h20 (horário de Brasília). 

O vencimento março/26 era cotado a 354,65 cents/lb com queda de 265 pontos, o maio/26 valia 337,80 cents/lb com perda de 365 pontos, o julho/26 era negociado por 330,50 cents/lb com baixa de 375 pontos e o setembro/26 tinha valor de 324,70 cents/lb com desvalorização de 375 pontos. 

Após as elevações registradas nos últimos dias, as cotações abriram o pregão realizando lucros, mas o cenário de fundamentos segue sendo positivo para o mercado. 

De acordo com informações da Agência Reuters, “operadores disseram que o mercado continuava a ser sustentado pelos baixos estoques certificados em bolsa”. 

Os estoques de café arábica certificados pela ICE totalizaram 453.155 sacas em 31 de dezembro, uma queda em relação às 979.967 sacas do ano anterior.  

“Os especuladores de café arábica na ICE reduziram sua posição comprada líquida em 5.129 contratos, para 13.741, na semana encerrada em 23 de dezembro, segundo dados da CFTC divulgados na noite de quarta-feira. O café robusta caiu 1,5%, para US$ 3.888 a tonelada”, destaca a publicação. 

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Café fecha em alta em Nova York nesta segunda (9) e mercado segue sustentado por riscos logísticos e queda nas exportações do Brasil
Café inicia semana com alta nas bolsas e mercado segue atento às incertezas sobre safra e oferta global
Café fecha em alta nas bolsas internacionais e mercado reage a riscos logísticos e queda nas exportações do Brasil
Com foco em sustentabilidade, agrônoma assume compromisso de modernizar produção cafeeira da família em MG
Café mantém viés de alta ao longo da sexta-feira (6), com avanço do arábica em NY e do robusta em Londres
Café tem 6ª feira (6) de variações em NY e altas para o robusta em Londres; mercado acompanha exportações do Brasil