Abiec aposta em ampliação de mercados para a carne bovina em 2011

Publicado em 12/01/2011 07:58 720 exibições
Exportadores trabalham para encontrar alternativas ao restrito mercado europeu.
A carne bovina brasileira deve aumentar a presença em mercados considerados importantes, como China e a Rússia. A informação é da Abiec, que representa os exportadores. De acordo com a entidade, os governos desses países estariam próximos de liberar plantas frigoríficas brasileiras. Otimistas para este ano, os exportadores brasileiros ainda trabalham para encontrar alternativas ao restrito mercado europeu.

Segundo a Abiec, o Brasil domina pelo menos um terço do mercado mundial de carne bovina, e a expectativa do setor é crescer entre 8% e 10% em relação a 2010. Uma das apostas é ampliar a presença em mercados já abertos. O presidente da Abiec não fala em prazos, mas diz que existe também a expectativa de liberação de mais frigoríficos brasileiros por países como Rússia e China.

–Temos notícias do mercado chinês, que aumentou de três para nove ou 10 plantas e, sequencialmente, devem entrar mais 15. Amplia-se um mercado extremamente comprador. E também podemos citar o caso da Rússia, com um avanço das negociações entre os serviços e a criação de um ambiente conjunto de trabalho, abre o ano aumentando a lista em mais cinco estabelecimentos . O Brasil é o país ímpar em relação a suportar uma demanda de qualquer ordem, seja no aspecto quantitativo, seja no qualitativo – afirmou o presidente da Abiec, Antônio Camardelli.

Outra notícia positiva foi a retomada das compras de carne industrializada pelos Estados Unidos. Mas a principal dificuldade ainda é a União Europeia, que impõe barreiras que os exportadores consideram abusivas. Antônio Camardelli afirma que estão sendo avaliados mercados que comprem cortes nobres de carne in natura e paguem mais: entre os alvos, Estados Unidos, México, Japão e Indonésia.

– O Brasil caminha célere para a abertura dos 43% dos mercados que são os maiores importadores e que praticam os melhores preços e para quem o Brasil não exporta nenhum quilo de carne in natura – declarou.

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Fonte:
Canal Rural

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