Presidente da Farsul avalia vetos ao Código Florestal

Publicado em 25/05/2012 20:44 1699 exibições
O presidente do Sistema Farsul, Carlos Sperotto, manifestou preocupação com o anúncio dos vetos da presidência da República ao projeto de lei do novo Código Florestal Brasileiro, anunciados nessa sexta-feira, 25/05. “Estamos preocupados com a posição de incerteza, indefinição com que o ato foi praticado pelo governo, anunciando 12 vetos, sem explicá-los. Vamos ter que esperar os detalhes na próxima segunda-feira, 28/05. Por enquanto, perdura a dúvida sobre os artigos que serão vetados, se será total ou parcial”, salientou Sperotto. 

Segundo ele, há preocupação especial com a afirmação da Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que os médios e grandes produtores serão penalizados porque produzem com lucratividade. “Hoje existem duas leis, uma para pequenos produtores com até quatro módulos fiscais, e outra para os demais. Entendíamos que não existiria mais esta prática de governo embasada na máxima de que dividir é melhor para administrar. Para a Farsul, produtor rural não tem tamanho”, disse Sperotto.

O presidente do Sistema Farsul informou que a partir da próxima semana, quando houver detalhes dos vetos, serão adotados procedimentos pela CNA e no Congresso Nacional, na tentativa de recompor a situação ideal para todos os produtores, seja com a derrubada dos vetos ou trabalhando em cima da Medida Provisória que virá do executivo.
Fonte:
Farsul

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5 comentários

  • ronel da silva gobbi Mamborê - PR

    acho que esse codigo florestal ja virou um uma novela e a presidente dilma está ai sendo influenciada por pessoas que não tem conhecimento algum de agricultura por isso mais uma vez a agricultura brasileira fica sem rumo e sem saber o que fazer pra esta dentro da legalidade vivendo somente de expectativa.

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR

    Todo apoio à iniciativa de Ronaldo Caiado + Todos são iguais perante a lei,

    Mas o governo federal vem se distanciando desse preceito constitucional, tentando por medidas provisórias distinguir direitos entre os cidadãos, de acordo com a sua classificação econômica. Já vimos que até o STF dobrou-se à conveniência, na questão das cotas raciais, onde não prevalece o grau de conhecimento, mas a cor da pele, para mim, um verdadeiro preconceito racial às avessas, um ato racista contra os brancos.

    Agora, uma divisão de direitos, na escala econômica, de uma medida e vários pesos, no lugar do dito popular, uma medida e dois pesos ou dois pesos e uma medida, de acordo com uma escala de tamanhos, na quantia de módulos possuído pelos diferentes cidadãos. Ora , chega a ser engraçado tudo isso, mas na realidade é triste ver que estão, com isso, incutindo na mente dos cidadãos a LUTA DE CLASSES.

    Todo apoio à iniciativa de Ronaldo Caiado, para rechaçar A medida provisória do executivo contra a prerrogativa do congresso nacional, quem tem o poder para legislar, e o fez, nessa questão do código florestal, o que torna uma intromissão indevida do executivo querendo também legislar.

    INACREDITÁVEL pensar que todas as benfeitorias realizadas ao longo da história da colonização brasileira feitas nas margens dos rios sejam destruídas para se atender ao capricho, sanhas e sonhos de ambientalistas equivocados ou mal intencionados, onguistas, entreguistas, esquisitos, eco-talibans, eco-chiitas, eco-artistas, eco-marinistas e outros ecos mais. CAIAM NA REAL, tentem adivinhar quantos agricultores trabalharam para que vocês tenham aqueles alimentos que estão em suas mesas do café da manhã, almoço e janta, se forem capazes para isso.

    GRITO DE GUERRA DOS AGRICULTORES: FORÇA AO CAIADO, NÃO ACEITEM OS VETOS, JUSTIFIQUEM SUAS ATRIBUIÇÕES CONSTITUCIONAIS.

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA

    Onde esta escrito.TODOS SAO IGUAIS PERANTE A LEI?

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  • roberto carlos maurer Almirante Tamandaré do Sul - RS

    Só quero ver buscar apoio na CNA ha´,há,há com a dona Kátia Abreu se amancebando com os petralhas não sei mais acho que futuramente terá alguma coligação entre as partes. Que bela representante os agricultores tem.

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  • Claudio Luiz Galvão Cuiabá - MT

    Somente no Brasil existe isso de não pode crescer, pois se crescer vc já passa a ser perseguido, com código florestal, trabalho escravo , etc.. etc..., Já na industria automobilística basta um represamento nos estoques de carros novos no pátio, o Governo corre e baixa impostos, diminui IOF.

    Para o produtor rural só sobra bucha, infelizmente nós ainda somos considerados uma sub classe onde a Rainha manda e os Plebeus obedecem.

    Só nos resta uma esperança, a de que o Congresso imponha sua autoridade de legislar.

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