Em visita ao Senado, Ideli Salvatti diz que Código Florestal deve ser prioridade da Casa

Publicado em 15/06/2011 09:08 477 exibições
Após encontro, relatores e presidentes das comissões envolvidas na análise do texto traçaram agenda inicial de debates.
Em Brasília, os debates sobre o Código Florestal começam a tomar forma no Senado. O tema foi citado nesta terça, dia 14, pela nova ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, como prioridade.

Em uma visita de cortesia, a ministra conversou com o presidente do Senado, José Sarney, sobre pontos polêmicos em análise na Casa, entre eles o Código Florestal.

– Eu tenho certeza que as modificações serão feitas aqui no Senado e o projeto voltará à Câmara – disse Ideli.

Após o encontro com a ministra, os relatores e presidentes das comissões envolvidas na análise do Código traçaram uma agenda inicial para os debates. Eles querem que a votação da matéria e os possíveis ajustes aconteçam ainda no segundo semestre.

– Estamos organizando um calendário de trabalho procurando estabelecer uma agenda comum no que for possível, olhando sempre para o horizonte do tempo. Porque essa matéria é muito importante e há uma expectativa muito grande por parte dos brasileiros – frisou o senador Jorge Viana (PT-AC).

Os senadores devem ouvir nos próximos dias a ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, e o relator do projeto na Câmara, deputado Aldo Rebelo.

– Se por ventura lá na frente não se conseguir convergência total, vamos decidir em plenário os pontos que forem divergentes – falou o senador Luiz Henrique da Silveira, (PMDB-SC).

No Ministério do Meio Ambiente, representantes de ONGs e da agricultura familiar explicaram o esperam mudar na proposta.

– A gente veio fazer uma avaliação do que precisa ser aprimorado na negociação agora no Senado. Qual o caminho que o governo vai adotar efetivamente? Porque houve uma posição ambígua do governo na Câmara. O PMDB indo para um lado e o PT rachado para o outro. Então, é importante juntar os cacos e trabalhar para aprimorar a proposta – conclui o ambientalista André Lima.

Fonte:
Canal Rural

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