Feijão- Milhares enganados, milhões de prejuízo

Publicado em 01/11/2018 16:30
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O que leva algumas pessoas, relativamente esclarecidas, a divulgarem fake news do Feijão? E, por outro lado, tanta gente prestar a atenção e fazer negócios baseados em informações sem sentido? Isso ocorre todos os dias com as informações que vêm da Bolsa do Brás. Antes de ontem, havia 15.000 sacos sendo ofertados acompanhados da observação de “venda fraca”. Tudo calmo e, no dia seguinte, havia 9.000 sacas. Primeiro que não existe nenhum pregão, nem nunca houve. Segundo que as empresas procuram comprar nas fontes e, somente quando no Brás está mais barato, adquirem lá. Mas ninguém explica o desaparecimento de 6.000 sacas. Como é controlada a quantidade de oferta? Quais são as placas dos caminhões que dizem ter chegado lá de madrugada ou, melhor ainda, onde está o edital com número das notas fiscais? Há muitos produtores que descobriram que não é importante aquela referência de preço, mas ainda há quem perca dinheiro acreditando. Esta é a razão de existir o PNF - Preço Nacional do Feijão - do IBRAFE. É fruto da declaração de venda de produtores, comerciantes e corretores. Visite a sede do IBRAFE em Curitiba e entenda como se processam as informações. Ontem, por exemplo, no final da tarde, diversos produtores relataram vendas entre R$ 100/105 em Minas Gerais e em Goiás e, em São Paulo, os preços variaram, muito mais pela umidade do que pela cor, entre R$ 100/110 por saca de 60 quilos.
Fonte: IBRAFE

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