Feijão-preto sem qualidade e quebra de 30%

Publicado em 06/06/2019 15:30
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Feijão-carioca  Com o período de maior oferta da segunda safra já superado, há uma sensação geral de que aquilo que está por ser colhido e consumido nos próximos 60 dias não será suficiente para atender toda a demanda. É sintomático que este ciclo de alta tem sido lento e constante. Não tem havido, até agora, a influência dos especuladores ou das fake news de WhatsApp. Assim, há risco bem menor de quedas abruptas, efeito da liquidação de posições dos especuladores. A experiência mostra que os preços poderão oscilar até mesmo negativamente em algum momento, mas logo em seguida deverão retomar o viés de alta. Ontem, os relatos mostraram negócios realizados entre R$ 170/180 em Minas Gerais, Feijão-carioca 9 ou melhor.    
Feijão-Preto Começam a mudar também as opiniões baseadas nas últimas avaliações sobre o Feijão-preto. Há Feijão-preto na região produtora, mas a qualidade não atende à necessidade da grande maioria das marcas. A quebra na produtividade vai se aproximando de 30% a menos. Assim, a possibilidade de importação da Argentina começa a aumentar. Na lavoura, ao produtor, por Feijão-preto comercial, foi pago até R$ 130 em pequenas quantidades. Já para lotes processados ao redor de R$ 150 FOB, com poucos negócios.
Fonte: IBRAFE

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