Chegou a hora do Feijão, diz o Ibrafe

Publicado em 09/06/2019 15:30 e atualizado em 10/06/2019 06:18
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Quanta água rolou para que o Brasil um dia chegasse a ser reconhecido não somente como produtor de Feijão, mas como um sério aspirante a grande fornecedor de Pulses, recebendo uma reunião como a Pulses 19 da GPC - Global Pulse Confederation.

A história é recente, mas é forte e constante.

De 2010 para cá, deixamos de exportar apenas 2 tipos de Feijões e exportamos 9 tipos diferentes de pulses o ano passado: quatro tipos diferentes de fradinhos, rajado, vermelho, mungo, azuki e grão-de-bico.

Após esta semana, as portas estarão abertas para seguir crescendo em volume e, quem sabe, novas alternativas virão.

Mais países estarão conhecendo o produto brasileiro.

O Feijão-carioca está sendo ofertado e degustado neste evento.

Porém, a demanda dificilmente será  suficientemente importante para fazer diferença nas cotações.

Seguiremos com a necessidade de desenvolver o consumo interno.

Temos o privilégio de ter 77% dos brasileiros consumindo Feijão pelo menos 5 vezes por semana.

Isso garante que, em momentos de diminuição de oferta, o preço reaja rapidamente, como aconteceu na semana passada, quando bateu os R$ 190, e durante o sábado até R$ 200 por saca de 60 quilos de Feijão-carioca extra, raro.

Fonte: IBRAFE

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