Otimismo ou realismo no Feijão-carioca?

Publicado em 25/10/2019 15:30
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Apesar do momento de poucos negócios no campo em consequência de os consumidores sumirem dos supermercados, há um viés otimista para ser encarado nesta fase. Se, com tudo parado, os preços estão conseguindo ser mantidos, o raciocínio acaba sendo que, quando o consumo voltar ao normal, o comportamento dos preços poderá reagir.  Hoje, há regiões em que os empacotadores não ofertam mais do que R$ 150, como em Goiás, e, no estado de  São Paulo, pagou-se desde R$ 160 até R$ 180/185. Os supermercados estão buscando inclusive, em algumas situações, comprar fora do contrato que eles obrigam os fornecedores a assinar e que tem cláusulas que exigem percentuais altos de devolução. Tentam tirar a “gordura” que eles mesmos colocaram e que está no custo que os empacotadores embutem no momento da venda. O faturamento está muito abaixo do previsto pelo varejo. Por outro lado, a fiscalização no Paraná apareceu de repente, do nada, checando a qualidade do produto, ou seja, pacotes precisam ter produto de acordo com a classificação. Se a embalagem aponta Feijão Tipo 2 ou 3 ou Fora de Tipo tem que estar de acordo com o produto dentro do pacote. Parece óbvio, mas isso não ocorre. Aliás, você já viu pacote de Feijão tipo 2 em algum lugar? Se encontrar, fotografe e mande para o IBRAFE, pois será inédito.
Fonte: IBRAFE

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