Feijão, por Ibrafe: Mercado travou. E agora, o que fazer?

Publicado em 13/09/2022 08:39

Empacotadores ontem procuravam explicação para a parada na reposição dos últimos dias. Até agora, segundo a maioria, não tem a ver com o fato de que o Mato Grosso está colhendo e que tenham saído negócios lá por volta de R$ 250. “O volume que foi colhido e vendido até agora não foi suficiente para afetar as cotações em Minas e Goiás”, comentou um empacotador do interior de São Paulo, “e a gente sabe que tem Feijão em Unaí e Paracatu, mas o produtor sentou em cima e não está aceitando valores mais baixos”. Na verdade, os supermercados estão deixando zerar algumas marcas, esperando para ver se o empacotador baixa o valor do fardo. O varejo não fica sem Feijão, mas o preço pode cair mais. Ainda mais quando erroneamente a CONAB vai a público e declara que este ano teremos mais de 3 milhões de toneladas, o que não é verdade. Está lá no site da CONAB que ficará abaixo deste número. Então, o que vem pela frente? O que fazer com este cenário?

Fonte: Ibrafe

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