Ibrafe: Comerciantes e empacotadores têm relatado que a demanda do varejo está bastante retraída

Publicado em 28/06/2024 08:50

De maneira geral, os comerciantes e empacotadores têm relatado, durante os últimos 10 dias, que a demanda do varejo está bastante retraída. A demanda tende a aumentar quando chega à prateleira o Feijão-carioca novo, produzido sob irrigação. Por outro lado, os produtores estão convictos de que vale a pena esperar pelos próximos dias para vender, caso os preços não alcancem R$ 310 ou mais em Minas Gerais e Goiás. A grande maioria dos empacotadores tem como máximo R$ 300. Eles temem que, entre comprar, empacotar e entregar, os preços recuem no campo. Esse risco realmente faz parte do momento de início de colheita. O Feijão-preto tem como referência o mínimo de R$ 300 no Paraná. 

Uma curiosidade para os amantes do Feijão: ontem, em pesquisa que realizei no YouTube, encontrei três vídeos que, na minha pesquisa, foram os mais acessados naquela plataforma. Veja abaixo os prints das postagens, sendo o maior deles da YouTuber Fran Dutra, com 3.265.386 visualizações o link é: 

Outros dois vídeos também alcançaram milhões de visualizações, veja abaixo quais foram. Se você achar algo interessante ou algum com mais visualizações conte pra gente. Estes números expressivos ocorrem apesar de haver novas postagens todas as semanas com milhares de visualizações, o assunto não se esgota. O brasileiro realmente ama Feijão. E isso faz todo o esforço que vocês e nós fazemos pelo Feijão valer a pena. Viva o Feijão do Brasil!

Fonte: Ibrafe

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Soja fecha semana com portos testando R$ 138/sc, acima da paridade; milho tem pressão mais acentuada
Soja fecha semana com portos testando R$ 138/sc, acima da paridade; milho tem pressão mais acentuada
Santa Catarina avança na preparação do solo para receber próxima safra de arroz
IAC comemora 139 anos com feijão gourmet tolerante ao escurecimento do grão
Chuvas no Paraná limitam colheita do milho e aumentam risco de doenças no trigo
Feijão/Cepea Qualidade dos lotes sustenta valorização