A Nova Korin: Dobrar a Produção de Frangos e Crescer nos Bioinsumos até 2030
A empresa aposta em ampliar sua produção de aves sem antibióticos, expandir o portfólio de bioinsumos e conquistar novos mercados incluindo exportações para o Oriente Médio. Mais do que crescimento, é uma revolução silenciosa que une tradição, filosofia e inovação.
Expansão na produção de frangos
Meta: dobrar a produção até 2030, chegando a cerca de 30 mil aves/dia.
Modelo diferenciado: aves criadas com ração sem transgênicos e sem antibióticos.
Estratégia: manter rigor no controle da cadeia produtiva, mesmo crescendo em escala.
Crescimento nos bioinsumos
Foco: equilíbrio do solo e agricultura natural, em vez de simples substituição de defensivos químicos.
Produto chave: bokashi, composto de micro-organismos que reorganiza o microbioma do solo.
Aplicações: frutas no Vale do São Francisco, café em Minas, arroz no RS, grãos no Centro-Oeste.
Expansão: já atende 750 produtores fiéis e busca ampliar para pequenos e médios agricultores em transição para o orgânico.
Reestruturação e marketing
Nova gestão: divisão em verticais (Alimentos e Agricultura/Biotecnologia).
Contratação de Adriana Cury (ex-Ogilvy e McCann Erickson) para liderar o marketing e dar visibilidade à marca.
Objetivo: sair da “timidez institucional” e ocupar espaço nos debates sobre alimentação e sustentabilidade.
Filosofia e legado
Baseada nos princípios de Mokiti Okada e da Igreja Messiânica Mundial.
Respeito ao tempo da natureza e ao solo como fertilizante vivo.
Mantém coerência entre crescimento e valores originais.
Novos mercados e internacionalização
Primeiras exportações previstas para o Oriente Médio, com adequação halal.
Expansão também em bioinsumos ambientais (biorremediadores para água e efluentes, bioestimuladores para granjas).