Boletim do Suíno: Preços começaram a reagir na metade de junho, diz Cepea

Publicado em 11/07/2011 11:27 297 exibições
Na primeira quinzena de junho, a desvalorização  tanto do animal vivo quanto da carne se aprofundou  na maioria das regiões pesquisadas pelo Cepea segunda metade do mês, os preços começaram a  reagir em algumas praças. Mesmo assim, as médias  do mês (vivo e carne) ficaram abaixo das verificadas  em maio. O motivo para as quedas foi mesmo o  excesso de oferta e, num primeiro momento, a  suspeita era que uma possível frustração das  exportações para Rússia e Ucrânia, que proibiram os  embarques de carnes de três estados em junho,  teriam resultado em aumento da disponibilidade interna. 

No entanto, com a divulgação dos dados da Secex  apontando aumento nos embarques, inclusive para a  Rússia, a constatação é que o excesso de oferta  esteve atrelado ao volume de animais abatidos. As  quedas sucessivas do preço ao produtor combinadas  com os custos relativamente altos de produção ajudariam a entender a oferta concentrada de animais para abate, já que os
produtores temiam prejuízos ainda maiores. 

Reflexo das incertezas em relação às exportações,  as maiores desvalorizações foram em Mato Grosso e  Rio Grande do Sul, estados que, junto com o Paraná,  foram impedidos de exportar carnes para a Rússia. As  maiores quedas foram nas regiões de Rondonópolis  (MT), de 19,5%, e no Vale do Taquari (RS), de 17,3%,  com os preços médios do suíno vivo fechando em
R$1,45/kg e R$ 1,82, respectivamente, no dia 30 de  junho.
 
O poder de compra do suinocultor seguiu recuando  em junho frente aos principais insumos, milho e  farelo de soja. Com os insumos em patamares  elevados e os preços do suíno  vivo relativamente  baixos, o produtor paulista perdeu cerca de 5% do seu  poder de compra  frente ao milho e 2,4% frente ao farelo de soja ao longo do mês – preços dos insumos  na região de Campinas. Quanto ao suinocultor do  oeste catarinense, a perda foi de 4,5% em relação ao
milho e de 4,8% para o farelo de soja  entre 31 de maio e 30 de junho.
 
Na primeira quinzena de junho, a desvalorização  tanto do animal vivo quanto da carne se aprofundou  na maioria das regiões pesquisadas pelo Cepea. Já na  segunda metade do mês, os preços começaram a  reagir em algumas praças. Mesmo assim, as médias  do mês (vivo e carne) ficaram abaixo das verificadas  em maio. O motivo para as quedas foi mesmo o  excesso de oferta e, num primeiro momento, a que uma possível frustração das  exportações para Rússia e Ucrânia, que proibiram os  embarques de carnes de três estados em junho,  teriam resultado em aumento da disponibilidade  No entanto, com a divulgação dos dados da Secex  os embarques, inclusive para a  Rússia, a constatação é que o excesso de oferta  esteve atrelado ao volume de animais abatidos.

As  quedas sucessivas do preço ao produtor combinadas  com os custos relativamente altos de produção  ajudariam a entender a oferta relativamente  concentrada de animais para abate, já que os  produtores temiam prejuízos ainda maiores.
 
Reflexo das incertezas em relação às exportações,  as maiores desvalorizações foram em Mato Grosso e  Rio Grande do Sul, estados que, junto com o Paraná,  ram impedidos de exportar carnes para a Rússia. As  maiores quedas foram nas regiões de Rondonópolis  (MT), de 19,5%, e no Vale do Taquari (RS), de 17,3%,  com os preços médios do suíno vivo fechando em
R$1,45/kg e R$ 1,82, respectivamente, no dia 30 de  O poder de compra do suinocultor seguiu recuando  em junho frente aos principais insumos, milho e  farelo de soja. Com os insumos em patamares  vivo relativamente  baixos, o produtor paulista perdeu cerca de 5% do seu frente ao milho e 2,4% frente ao  preços dos insumos  na região de Campinas. Quanto ao suinocultor do
oeste catarinense, a perda foi de 4,5% em relação ao  milho e de 4,8% para o farelo de soja – comparações entre 31 de maio e 30 de junho.

No link abaixo, confira o boletim na íntregra:

>> Boletim do Suíno - Junho - Cepea

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Cepea

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