Produtores baianos criam instituto para auxiliar setor cacaueiro

Publicado em 10/03/2011 15:12 551 exibições
Nos últimos anos, assuntos de grande  relevância para a cacauicultura baiana  têm sido mal conduzidos e até mesmo  evitados de forma injustificada e sistemática pelos interlocutores que representam os cacauicultores nas conversações com o  Governo.

Diante de tal postura e dos prejuízos que  isso tem ocasionado, vimos a necessidade  e o direito legítimo de reivindicar um lugar  à mesa de negociações para defender  nossos próprios argumentos, pois o cacauicultor baiano não deve aceitar mais a  condição que lhe é imposta, uma vez que  além de ser vítima de um ato criminoso  que trouxe e disseminou a vassoura-de-bruxa, ainda foi submetido aos fracassados planos de recuperação, fatos reconhecidos respectivamente pela Polícia  Federal, no seu relatório e pela própria  CEPLAC, através das notas técnicas e que
jamais podem ser ignorados, pois contribuíram de forma decisiva para o endividamento do setor.

É nesse cenário que o Instituto Pensar  Cacau nasce, imbuído na certeza das suas  convicções e decidido a lutar em defesa dos interesses prioritários do cacauicultor,  com a missão de buscar desde soluções  tecnológicas que o setor carece, até ações  para a resolução do endividamento, pois  não reconhece como legítimas as dívidas  geradas ou não pagas em razão das conseqüências do ato criminoso e, como forma de comprometimento, dentre tantos, prioriza e faz constar no seu estatuto social os seguintes objetivos:

I - Reconhecimento formal por parte do Governo de que a Região Cacaueira da Bahia e o povo que nela vive são vítimas de um ato criminoso que introduziu e disseminou a vassoura-de-bruxa na região.

II - Desconstituição, anulação ou inexigibilidade das dívidas da cacauicultura baiana, geradas ou não pagas em razão da introdução e disseminação da doença vassoura-de-bruxa na lavoura cacaueira da Bahia, bem como em razão da aplicação dos programas oficiais pelo Poder Público;

III - Reparação de todos os danos causados aos cacauicultores em razão da introdução e disseminação da doença vassoura-de-bruxa na lavoura cacaueira da Bahia, bem como daqueles causados em razão da aplicação dos programas oficiais pelo
Poder Público.

Com estes e tantos outros argumentos e, comprometido com uma proposta séria e  consistente, o Instituto Pensar Cacau apresenta a minuta do seu estatuto para que seja submetido à sua análise, cujas sugestões devem ser enviadas para o e-mail: [email protected], até o dia
10/03/2011, ao tempo em que faz um  chamamento a todos cacauicultores para  que se juntem em torno deste movimento, que certamente será o grande divisor de águas da cacauicultura baiana.
Caso V.S. sinta-se identificado(a) com nosso pensamento e queira compor o quadro de sócios fundadores do Instituto Pensar Cacau, solicitamos que entre em contato com a comissão provisória do futuro IPC através dos telefones: (73) 9193-2834 - Águido Muniz ou (73) 9983-1691 – Paulo
Cortizo, ficando desde já convidado(a) a comparecer à solenidade de fundação do Instituto Pensar Cacau, a ser realizada no dia 15 de março de 2011, às 09h00min, na Associação Comercial de Itabuna, situada  à rua Osvaldo Cruz, 56 - Edifício União Comercial, 10º andar, Itabuna-BA, oportunidade em que será discutido o estatuto social e eleita a diretoria.

Clique AQUI e veja o estatuto completo do Instituto Pensar Cacau. 

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Fonte:
Instituto Pensar Cacau

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