Federarroz reforça negociação na AL e em Brasília

Publicado em 04/04/2011 13:15 244 exibições

Entidade  se reúne com bancada gaúcha no Congresso na Assembleia Legislativa e com  técnicos do Mapa e CONAB nesta semana
 Representantes  da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz),  Fetag e Farsul cumprem extensa agenda nesta semana, hoje à tarde na Assembleia  Legislativa e na terça-feira na Capital Federal para buscar ações que amenizem a crise de comercialização do arroz. A média de preços da saca de 50 quilos, em  casca, segundo pesquisa da Federarroz (01/04), chegou a R$
19,37 no Rio Grande  do Sul no final da última semana. O preço mínimo de garantia do governo federal  é de R$ 25,80 para o mesmo padrão de arroz. 

 O  primeiro compromisso das lideranças arrozeiras é no Plenarinho da Assembleia  Legislativa, nesta segunda-feira, às 14h, onde mantém reunião com os  deputados(as) e senadores(as) da Bancada Gaúcha no Congresso Nacional,  coordenada pela deputada federal Manoela D´Ávila. Os arrozeiros apresentarão o  atual cenário de comercialização, as medidas solicitadas ao governo federal, as  que já foram adotadas e as que estão pendente, como forma de sensibilizar e  subsidiar os parlamentares. “Enquanto há uma negociação via governo do Estado e  diretamente entre o setor e o governo federal, é importante que haja um reforço  das demandas e pressão nos Ministérios por meio de nossos representantes no Congresso para agilizar os mecanismos e a tomada de decisão, quando for o caso,  explica Renato Rocha, presidente da Federarroz.  
Vamos  mostrar os nossos deputados que os arrozeiros e os 140 municípios que produzem  arroz não têm mais como suportar esta crise e que medidas de urgência são mais  do que necessárias”, acrescenta Rocha. Este encontro terá ainda a presença de  dirigentes
da Fetag e Farsul, entre outras entidades convidadas.  

Além  de ratificar os cinco pleitos já encaminhados a presidente Dilma Rousseff pelo  Governador Tarso Genro, estamos incluindo mais três pleitos: adoção do PREÇO  META ao custo de produção, suspensão das importações de arroz do MERCOSUL e  reescalonamento do endividamento, acrescenta Rocha. 
 Nesta  terça-feira, diretores e o presidente da Federarroz participam de reuniões na  Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e  Abastecimento (MAPA) para solicitar ajustes no PEP, detalhes das opções públicas  e privadas recentemente anunciadas, entre outros temas, como a suspensão das novas regras de comercialização e aplicação da lei anterior, a portaria 269. Em  seguida, haverá uma reunião na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com  o objetivo de resolver o impasse sobre o credenciamento de silos da CESA, entre  outros, no Rio Grande do Sul. “Com a queda do dólar, voltaremos a negociar  ajustes no PEP,
pois o cenário foi alterado”, argumenta o líder setorial.  
 Por  fim, os representantes da Federarroz vão participar de uma mobilização das  diversas cadeias produtivas em torno da votação do Novo Código Florestal  Brasileiro. A Federarroz participou ativamente da elaboração do novo conjunto de  leis, com diversas sugestões encaminhadas por sua área técnica que foram  aprovadas e incluídas no processo por parte do relator, o deputado Aldo Rebelo. 

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Federarroz

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