Cadeia produtiva do arroz reúne-se com Ministro da Agricultura

Publicado em 12/07/2011 07:36 309 exibições
O objetivo foi encontrar soluções para a crise que atinge o setor. O governo apresentou uma proposta de renegociação de dívidas.
Pela proposta, os produtores pagariam 20% do valor da parcela da dívida de custeio da safra 2010/2011, que vence este ano, e o restante em quatro anos. A parcela de dívidas de custeio de safras anteriores, mais a parcela que vence este ano do investimento da safra 2010/2011, ficariam para o final dos contratos.

Foi a primeira vez que o Ministério da Agricultura admitiu que pretende adotar medidas para renegociar as dívidas de todos os produtores de arroz, mas a solução ainda precisa ser discutida com o Ministério da Fazenda e depois aprovada pelo Conselho Monetário Nacional.

De acordo com o Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Carlos Vaz, a preocupação do governo é garantir preços melhores ao produtor. “De que forma? Reduzindo a oferta de arroz às indústrias em geral, retirando os estoques do governo e fazendo com que o produtor possa segurar a oferta na medida em que os compromissos financeiros sejam adiados e a oferta de arroz seja sustentada até que os preços melhorem".

A próxima reunião do Conselho Monetário Nacional está marcada para o dia 28 de julho, mas uma reunião extraordinária pode ser convocada para discutir o tema.

Tags:
Fonte:
Globo Rural

1 comentário

  • claudio heleno cassol santa maria - RS

    DIA 12 07 2011, POR CLAUDIO HELENO CASSOL.

    SOBRED, AS RENEGOCIAÇOES DAS DÍVIDAS DOS ARROZEIROS, AGORA SOBRE O ACIMA DIVULGADO. TENHO A DIZER QUE OS FATOS SOBRE A NOSSA RENTABILIDADE NESTA SAFRA 2010/2011, JÁ FOI COMPROMETIDA. Nesta sexta feira que possou, só para exemplificar um FATO LAMENTÁVEL, um Produtor de Arroz, tradicional e eficiente, na sua cultura de ARROZ, conto-me,de forma triste e constrangedora, que havia feito negócio de custeio de arroz com sua Cooperativa, para pagamento até dia 30 de Maio de 2011. E, QUAL FOI A SUA SURPRESA - quando fez o encontro de Contas deste Custeio. O gerente comercial, passou-lhe o recibo de pagamento. Onde constatou que o PREÇO PAGO PARA QUITAR este CUSTEIO, foi de R$ 16,00 ( Dezesseis Reais) ao saco de 50kgs, arroz de tipo I, o que, deixou-o, fora de si em seu estado emocional. Achando, que pelo menos, a Cooperativa Iria, fazer seu encontro de Contas, pelo Preço Mínimo, mas não o foi. A cooperativa, justificou-lhe, que não poderia pagar-lhe, mais neste momento. Pois, o arroz importado dos paises asiáticos e Mercosul, esta entrando, por preços bem melhores. Ressaltando, que nada adintaria, as medidas do Governo Federal, pois, o CÂMBIO É FAVORÁVEL, para que Empresas, Importem. E a cooperativa, se fizesse ao contrário. Estaria, a beira da Falência. E, que foi alvo de Prejuízos no ano safra de 2009/2010. Por causa do Câmbio Desfavóral. O qual, ainda, não permiltia, nem que pussem, escoar com exportação, pois, os custos se pela faviável Cambial, se tornariam, mais altos do que as Receitas. Observem, então, como estamos, sendo egolidos, pelo Comércio Exterior, e, um CÂMBIO PREDATÓRIO, sustentado pelo Governo Federal, retirando-nos, as nossas possibilidades, de receita positiva. Sou plantador de arroz,a mais de 40 anos, mas nunca estivemos, numa situação, tão penosa e triste. Pois, somos, entrincheirados na Miséria pelo Governo de Nosso Próprio País. Somos, penalizados por sermos eficientes. É uma tristeza e constrangimentos, sem precedentes. E, mais, como ficariam as Nossas Dívidas, pelas quais forma, nenegociadas COM A UNIÃO e OUTRAS, as quais - foram - Passadas de Dívidas de Custeio Rural para Dívidas Fiscais. E, como pagarmos as Parcelas, se estamos, Impedidos pelo Própro, Credor que é o GOVERNO FEDERAL. Como Dívidas Fiscais, com acréscimos, que chegam a 4( quatro vezes) mais altas as contas. E, sem Receitas do que Produzimos e Retiramos nosso Sustento e de Nossos Empregados. Que, a culra do ARROZ. Por favor, precisamos, de muita sensibilidade das Autoridades Públicas, tanto, municipais,estaduais e de modo Especial do Governo Federal. Obrigado pelo Espaço.Espero,que alguém possa, transmitir, nossa impotência e sofrimentos, a Quem de Direito, da Área Agrícola, no Governo Federal.

    0