“Na Trilha do Cacau” apresenta dados sobre capacidade produtiva da indústria processadora no Brasil

Publicado em 09/12/2021 14:55
Infográfico educativo trata sobre o processamento de cacau nacional e a importância das importações para a saúde da cadeia

O novo episódio da Série “Na Trilha do Cacau” traz para os leitores informações sobre a capacidade produtiva das indústrias moageiras versus o volume de recebimento de cacau nacional. Produzido pela Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), o infográfico informa que enquanto a capacidade de moagem da indústria processadora é de 275 mil toneladas, o recebimento médio dos últimos cinco anos não ultrapssou as 166 mil toneladas, ficando bem abaixo da demanda da indústria. Esse é, inclusive, o motivo pelo qual as empresas do setor recorrem à importação de amêndoas. “A importação ainda é fundamental para que as indústrias operem em patamares saudáveis e possam atender os clientes do mercado externo. Um dos desafios do setor é justamento fomentar o aumento da produção de amêndoas nos próximos anos”, explica a diretora-executiva da AIPC Anna Paula Losi. 

De forma resumida, com linguagem simples e didática, o material apresenta dados sobre a quantidade de indústrias e fábricas instaladas no Brasil e o tamanho da capacidade ociosa das fábricas caso o setor processasse apenas as amêndoas nacionais. A importação de amêndoas, como mostra o card, contribui para operações saudáveis das indústrias e continuidade do desenvolvimento das regiões onde a atividade é desenvolvida, evitando fechamento de fábricas, cortes de orçamento e empregos.

Capacidade produtiva da indústria brasileira | Fonte: AIPC

 
Sobre a série:

Com material inédito lançado todas as quintas-feiras no Portal Notícias Agrícolas, a série “Na Trilha do Cacau” abordará temas sobre o cacau no país, como fatos históricos, produtividade, funcionamento da cadeia, desafios e as perspectivas para o setor. As postagens da série estarão disponíveis para download no site da AIPC: www.aipc.com.br/materiais/
 

Fonte: AIPC

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