Manga/Cepea: Frutificação elevada em MG promete segundo semestre positivo

Publicado em 23/07/2026 13:06

As áreas de manga seguem apresentando boas condições no Norte de Minas, o que deve favorecer os resultados produtivos no segundo semestre. Segundo colaboradores do Hortifrúti/Cepea, a maior parte dos pomares já está em fase de frutificação, com a produção favorecida pelas condições climáticas. A expectativa é de aumento na produtividade e de melhora na qualidade dos frutos em relação ao primeiro semestre, cenário que já vem sendo observado ao longo do mês de julho nos pomares da região. No início do ano, vale destacar que o elevado volume de chuvas aumentou os problemas fitossanitários, como a antracnose, comprometendo a qualidade das frutas ao longo dos primeiros meses de 2026. Além disso, casos de reindução floral nas mangueiras também foram mais frequentes na região, condição que inclusive aumentou os custos de produção na primeira metade do ano.

Caso as condições climáticas permaneçam favoráveis, a expectativa é de produção mais regular e de frutos de melhor qualidade, em especial nos últimos meses do ano. Mesmo com maior oferta prevista para o segundo semestre, colaboradores do Hortifrúti/Cepea acreditam que a melhora da qualidade deve ajudar a comercialização. Além disso, como a tendência é de avanço no ritmo das exportações do Vale do São Francisco (BA/PE), a oferta nacional deverá ser destinada de forma mais intensa ao mercado externo, condição que favorece preços internos mais atrativos.

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Cenoura/Cepea: Temporada 25/26 fecha com rendimentos abaixo devido às chuvas
Manga/Cepea: Frutificação elevada em MG promete segundo semestre positivo
Às vésperas da principal janela de exportações do segundo semestre, tarifa de 35% sobre a uva acende alerta no Vale do São Francisco
The Brazil Conference & Expo: conteúdo abordará novas exigências globais, IA e perspectivas para a área de produtos frescos com as mudanças no consumo
Preços do cacau caem 5% na bolsa ICE
Preço médio do tomate Carmem cai 62% em um mês no atacado da CEAGESP