Exportações de frutas e nozes seguem abaixo de 2025, mas preço médio sobe 14,7% até a 4ª semana de julho
As exportações brasileiras de frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas continuam em ritmo inferior ao observado no mesmo período do ano passado, segundo dados atualizados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
Até a 4ª semana de julho de 2026, o Brasil embarcou 54,56 mil toneladas desses produtos, volume abaixo das 110,70 mil toneladas registradas no mesmo intervalo de julho de 2025.
Na comparação da média diária de embarques, a retração foi de 38,4%, passando de 4.427,9 toneladas por dia útil em julho de 2025 para 2.727,9 toneladas diárias neste mês.
Em receita, as exportações somaram US$ 75,36 milhões, frente a US$ 133,34 milhões no mesmo período do ano passado. Considerando a média diária, a queda foi de 29,3%, passando de US$ 5,33 milhões para US$ 3,77 milhões por dia útil.
Apesar da redução no volume embarcado e na receita, o preço médio de exportação apresentou valorização. A cotação média passou de US$ 1.204,5 por tonelada em julho de 2025 para US$ 1.381,3 por tonelada em julho de 2026, alta de 14,7%.
Os dados da Secex são referentes aos embarques acumulados até a quarta semana de julho, considerando 20 dias úteis em julho de 2026 e 25 dias úteis em julho de 2025.