Citros/Cepea: Qualidade segue abaixo do ideal, e indústria limita recebimento

Publicado em 27/07/2026 08:21

Este mês de julho segue marcado por relatos de que grande parte das laranjas ainda não atingiu os padrões de qualidade (ratio e brix) considerados ideais pela indústria para processamento. Como os estoques ainda estão relativamente elevados, agentes das processadoras têm tido baixa urgência de compras e aguardam a melhora dos padrões das frutas.

Diante da heterogeneidade de qualidade dos pomares, os valores pagos podem variar de maneira significativa. Contudo, a média da laranja pera destinada à indústria continua sendo negociada a R$ 31,41/caixa de 40,8 kg, posta na indústria, praticamente o mesmo patamar observado no início deste mês.

Para o mercado semanal, de 20 a 24 de julho, a laranja pera in natura na árvore foi negociada à média de R$ 32,96/caixa de 40,8 kg, baixa de 0,73% em relação à da semana anterior. Quanto às precoces, a westin teve preço médio de R$ 27,00/caixa de 40,8 kg, redução de 4,71%; a hamlin foi negociada por R$ 28,00/caixa, sem variação. Já para a rubi, a negociação média foi de R$ 25,60/caixa, baixa de 3,03% no mesmo comparativo. A laranja lima foi negociada por R$ 60,30/cx, avanço de 11,54% de 20 a 24 de julho. Para a lima ácida tahiti, a média semanal foi de R$ 54,87/cx de 27,2 kg, elevação de 9,16%.

Fonte: Cepea

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