VLI registra movimentação mensal recorde de cargas no Corredor Sudeste em maio

Publicado em 19/06/2026 10:46
Volume transportado pela companhia no período chegou a 1,14 bilhão de TKU, no trecho que conecta a região Centro-Oeste aos portos da Baixada Santista

A VLI, companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, registrou em maio a maior movimentação mensal de cargas de sua história no Corredor Sudeste. A malha ferroviária, que conecta o Centro-Oeste aos portos da Baixada Santista por meio da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), transportou, no período, 1,14 bilhão de TKU (toneladas por quilômetro útil) — indicador que considera o volume transportado e a distância percorrida.

“Esse recorde reflete a consistência da nossa operação no Corredor Sudeste. A integração entre ferrovia, terminais e porto, aliada a decisões de investimento bem direcionadas e à disciplina operacional, tem elevado os níveis de produtividade e confiabilidade. Isso se traduz em ganhos concretos para os clientes e em uma logística de baixo carbono cada vez mais eficiente”, afirma Marcelo Cardoso, diretor de Operações do Corredor Sudeste da VLI.

O Corredor Sudeste é um sistema logístico de alta eficiência que atende fluxos de importação e exportação por meio do Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam). Pelo corredor, a VLI transporta grãos — milho e soja —, farelo, açúcar e fertilizantes. A estrutura inclui ainda dois terminais integradores, localizados em Uberaba (MG) e Guará (SP), responsáveis pelo transbordo das cargas para o sistema ferroviário.

Investimentos recentes

Neste ano, a VLI concluiu a implantação de uma linha férrea adicional no Tiplam. Com investimento de R$ 38 milhões e 2 km de extensão, a nova estrutura foi adaptada para ampliar em até 30% a capacidade de carregamento ferroviário de fertilizantes, que abastecem as cadeias produtivas no interior do país, especialmente nas regiões do Mato Grosso.

No ano passado, o terminal já havia recebido obras para o aumento do calado dos berços 2, 3 e 4, além do canal Piaçaguera, com investimento de quase R$ 35 milhões. A intervenção elevou o calado máximo — distância entre a linha de flutuação e o fundo da embarcação — de 13,35 m para 14,10 m, permitindo um aumento de cerca de 10% na capacidade de carga dos navios que operam no local.

Fonte: VLI

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