Concessionária de energia investe em reflorestamento

Publicado em 18/01/2017 16:35
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Nos últimos 15 anos, a Rio Grande Energia investiu R$ 4,6 milhões na distribuição e no plantio de 1,32 milhão de mudas de árvores nobres e nativas da flora gaúcha nos 255 municípios onde a concessionária está presente. Com os plantios realizados ao longo das campanhas foram neutralizadas 47.770,80 toneladas de CO2.

Os projetos da RGE nasceram da preocupação ambiental com as comunidades onde ela está inserida. Devido a obras de expansão e melhoria do sistema elétrico, como construções de subestações e linhas de transmissão, existem demandas de supressão de vegetação nativa e a respectiva necessidade de reposição florestal, conforme prevê a legislação vigente. Entretanto, a RGE sempre foi além dos números exigidos pela lei justamente por entender que a proteção e a conservação do meio ambiente devem ser pilares de suas ações estratégicas.

Hoje, as campanhas da RGE representam uma importante ferramenta para o repovoamento florestal do estado com árvores nativas e com espécies ameaçadas de extinção, como a Araucária e a Grápia.

De acordo com o consultor ambiental da RGE, Fabrício Hoeltz Steffens, a Campanha de Repovoamento da Araucária é a maior do gênero no Rio Grande do Sul, e a cada ano contempla novos municípios da área de concessão que tenham interesse no plantio das mudas. “Desde o começo da campanha, já foram entregues 852 mil mudas a prefeituras e consumidores. A espécie é fundamental para uma significativa porção dos ecossistemas gaúchos e, através da campanha, devolvemos à natureza uma herança genética da nossa flora regional”, explica Steffens.

A segunda maior campanha da RGE é a Campanha Plante Árvores Nobres, que neste ano chegará à 14ª edição. Na ação, que repôs ao meio ambiente 462 mil árvores, a distribuidora faz o repasse de mudas de espécies raras e nobres que, além de recompor a paisagem em seus habitats de origem, ainda oferecem a possibilidade de benefícios econômicos para agricultores como a venda da madeira nativa do futuro.

 

Fonte: Agência CanalEnergia

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