Bancos com US$ 47 tri em ativos ameaçam abandonar financiamento ao agronegócio brasileiro por causa do clima

Publicado em 22/09/2019 21:06 e atualizado em 23/09/2019 12:38
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Bancos com mais de US$ 47 tri em ativos aderem a princípios do clima promovidos pela ONU

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - Bancos com mais de 47 trilhões de dólares em ativos aderiram neste domingo a novos princípios responsáveis de operação promovidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para combater mudanças climáticas, o que deve desviar seus recursos dos combustíveis fósseis.

Deutsche Bank, Citigroup e Barclays estão entre os 130 bancos que aderiram ao novo compromisso de trabalho, na véspera de uma cúpula de líderes da ONU, em Nova York, cuja meta é pressionar governos e empresas a agirem com rapidez para reverter o catastrófico aquecimento global.

"Esses princípios significam que os bancos precisam considerar o impacto de seus financiamentos sobre a sociedade – não apenas seu portfólio", disse à Reuters Simone Dettling, representante líder dos bancos na Iniciativa das Nações Unidas para o Financiamento do Meio Ambiente.

Sob pressão de investidores, reguladores e ativistas do clima, alguns bancos grandes reconheceram o papel que financiadores precisam desempenhar numa rápida transição para uma economia de baixo carbono.

Os financiamentos para os setores de petróleo, gás e carvão se tornaram alvo de escrutínio, em especial após cientistas do clima intensificarem o clamor por uma mudança na alta dependência da economia global de combustíveis fósseis, de modo a evitar um aquecimento desastroso.

Os principais defensores dos princípios dizem que as normas devem encorajar os bancos a direcionar seus portfólios de investimentos para longe de ativos intensivos em carbono, e redirecionar seu capital para indústrias mais verdes.

Os críticos argumentam que os bancos deveriam ir além, comprometendo-se explicitamente a abandonar de modo paulatino o financiamento de projetos ligados aos combustíveis fósseis e ao agronegócio que provoque desmatamento da Amazônia, do sul da Ásia e de outras regiões.

Contudo, os novos padrões podem também forçar os bancos aderentes a escolher entre os precedentes negócios de clientes em setores intensivos em carbono e as acusações de não cumprirem os princípios caso continuem a financiar tais empreendimentos.

Embora a adesão seja voluntária, Dettling, que teve papel central durante os 18 meses de negociações com um grupo principal de 30 bancos fundadores, disse que os financiadores ficarão relutantes em aceitar o risco à sua reputação caso percam o status de signatários da iniciativa.

"Eles precisam demonstrar que estão progredindo – e um progresso dentro de um cronograma prévio", disse ela.

"Brasil fará discurso de esclarecimento e oportunidades na ONU", diz Ministro Ricardo Salles ao Estadão

NOVA YORK - O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o Brasil quer transmitir para a comunidade internacional um esclarecimento sobre o que de fato está acontecendo no território brasileiro na questão ambiental - em especial na Amazônia - e exaltar as oportunidades de investimento no País.

Ele está nos Estados Unidos desde quinta-feira, onde tem se reunido com investidores e autoridades locais, e recebeu o Estado para um café no hotel em que está hospedado no sábado, 21, em Nova York. 

A presença do ministro coincide com a greve do clima, que mobilizou milhões de jovens em 130 países na sexta, e permeia o período da cúpula global de mudanças climáticas, na segunda, e da Assembleia-Geral das Nações Unidas, onde o presidente Jair Bolsonaro discursará na terça, 24. Em ambas as ocasiões, o governo brasileiro vai procurar rebater as críticas que têm recebido.

Durante a semana, diplomatas ouvidos reservadamente pela reportagem na ONU demonstraram preocupação com o que consideram um possível retrocesso na política ambiental brasileira. 

"(Queremos) Desmistificar essa falsa ideia de que houve um desmonte do sistema ambiental, de que houve flexibilização da legislação ou da fiscalização, de que o Brasil não se importa com meio ambiente. Não é verdade. Temos que esclarecer tudo isso para que essas mentiras ou desinformações não continuem a ser repetidas", afirmou. 

O ministro disse ainda que é preciso mostrar o potencial de investimentos ambientais no País, em áreas como créditos de carbono e pagamentos por serviços ambientais. "Há uma gama enorme de oportunidades e o Brasil é o principal canal privilegiado para receber esses recursos", afirmou o ministro, que também já foi secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo no governo Geraldo Alckmin (PSDB). 

Em reportagem recente, o jornal britânico de economia Financial Times afirmou que o Brasil ficou de fora da cúpula do clima por não ter mostrado interesse, assim como Austrália, Arábia Saudita e Estados Unidos. Antônio Guterres, secretário-geral da ONU, tem defendido que os países deveriam apresentar, nesta cúpula, ações e não discursos. Sobre a questão, Salles disse que, se abrirem uma oportunidade para o Brasil falar, está pronto para apresentar suas colocações. 

Ricardo Salles MMA Direto de NY: entrevistas à ABC, Fox News, jornalistas brasileiros e reuniões com investidores e formadores de opinião. É o Governo do Pres. @jairbolsonaro em defesa do Brasil, dos brasileiros e do meio ambiente.

Vídeo incorporado

O Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, participou neste fim de semana de entrevistas em Nova York, nos Estados Unidos, para as redes televisivas ABC e Fox News. Em publicação no Twitter, Salles explicou que o objetivo foi apresentar os verdadeiros fatos sobre as queimadas no Brasil e os resultados dos esforços para conter os incêndios na Amazônia.


“(Queremos mostrar) Os bons resultados desse esforço e também a necessidade de recursos e investimentos para desenvolvermos a agenda da bioeconomia enquanto fazemos a regularização fundiária, o zoneamento econômico-ecológico e pagamento por serviços ambientais”, disse. 

Nessa rápida entrevista à FOX NEWS, fica claro o completo desconhecimento da jornalista acerca do que é a Amazônia e do que lá está acontecendo. Fundamental esclarecer tudo isso.

Líder ambiental

Questionado sobre a avaliação de que o Brasil teria perdido seu papel de líder na defesa do desenvolvimento sustentável e do meio ambiente com o novo governo  - especialmente após o aumento dos incêndios na Amazônia -, o ministro negou e lembrou que o Brasil tem um Código Florestal restritivo e um "volume enorme" de recursos sendo utilizados para a manutenção das reservas legais e das áreas de proteção permanente "sem nenhum tipo de apoio de compensação pública". 

Destacou, em ambos os casos, que outros países não fazem isso. Salles também citou os números da preservação da Amazônia  e da mata nativa ao redor do Brasil. "Dizer que perdermos uma liderança em desenvolvimento sustentável é simplesmente ignorar que as coisas continuam. São coisas que o brasileiro faz".  

Ele disse ainda que houve uma alteração de paradigma na política ambiental. "Colocamos a defesa do desenvolvimento econômico sustentável, a harmonização entre a parte econômica e ambiental como prioridade", disse, afirmando que governos anteriores pensavam o tema ambiental de forma isolada, sem a preocupação econômica. "Nós deixamos 20 milhões de brasileiros para trás na Amazônia, que é a região mais rica do Brasil em termos de recursos naturais, mas com o pior índice de econômico. Entendemos que essa não é a maneira adequada". 

Cooperação internacional 

Nesta semana, o enviado especial sobre mudanças climáticas na 74ª Assembleia-Geral da ONU, Luís Alfonso de Alba, disse ao Estado que a instituição está destacando a importância de uma ação coordenada dos países afetados pelos incêndios na Amazônia. Perguntado sobre se o País aceitaria recursos externos ou uma cooperação internacional, Salles afirmou que sim e que tratou do tema em reunião com o Banco Interamericano de Desenvolvimento. 

"Mas tem um ponto: o Brasil não abre mão de escolher como usar os recursos recebidos de qualquer forma - fundo perdido, cooperação, financiamento, empréstimo. Nenhum estrangeiro vai dizer qual política pública nós temos que adotar", afirmou, destacando que a destinação dos recursos vai ter "viés de preservação" e prestigiar a visão de desenvolvimento econômico sustentável. 

*O repórter viajou a convite da Organização das Nações Unidas.

Eventos de alto nível da Assembleia Geral da ONU começam nesta segunda-feira (23)

A 74ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que começou no dia 17 de setembro sob a presidência do nigeriano Tijjani Muhammad-Bande, vai realizar cinco eventos de alto nível entre amanhã (23) e sexta-feira (27) e reunir os líderes para uma cúpula sobre o clima, convocada pelo secretário-geral da ONU, António Guterres.

Essa edição tem como tema a união de esforços multilaterais para a erradicação da pobreza, educação de qualidade, ação climática e inclusão e espera a participação de 196 membros. Uma cúpula, um fórum político, um diálogo e três reuniões de alto nível completam a semana preparada pela Assembleia Geral.

Cúpula climática

A semana começa com a Cúpula da Ação Climática, depois de um fim de semana dedicado às vozes dos jovens ativistas pelo ambiente. Na reunião de alto nível, deverão discursar, líderes políticos e organizações com planos mais ambiciosos para a sustentabilidade do mundo, o combate às alterações climáticas e para uma economia verde.

Cobertura universal de saúde

A primeira reunião de alto nível da ONU sobre cobertura universal de saúde realiza-se também amanhã (23) com o lema "unidos para construir um mundo mais saudável". Esta reunião, denominada "Universal Health Coverage", acontece pela primeira vez na ONU, num contexto em que todos os países se comprometeram em tentar prestar uma cobertura de saúde universal até 2030, assegurando o acesso a serviços de saúde de qualidade, acesso a medicina e vacinas seguras, efetivas e económicas e também a proteção contra riscos financeiros.

Debate geral

Nos primeiros dois dias do debate geral da Assembleia, terça (24) e quarta-feira (25), realiza-se o fórum político sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Este fórum é também o primeiro a analisar os progressos desde a assinatura da Agenda 2030 por mais de 190 países, há quatro anos, e da adoção de 17 ODS para um mundo mais sustentável e igualitário em assuntos de ambiente, trabalho digno, condições de vida, qualidade de serviços de saúde, igualdade social, acesso a educação e proteção da natureza.

Financiamento do desenvolvimento sustentável

Quinta-feira (26) é dia do encontro de alto nível para financiamento do desenvolvimento sustentável e também da reunião de alto nível para promover o dia internacional da eliminação total das armas nucleares, celebrado anualmente em 26 de agosto.

Num esforço para que a Agenda 2030 e os ODS sejam respeitados, a Assembleia Geral realiza o encontro de alto nível para financiamento do desenvolvimento sustentável, que deverá abordar assuntos como a utilização de recursos públicos para sociedades mais inclusivas e igualitárias, o combate à corrupção e a fluxos financeiros ilícitos ou iniciativas de ação climática para conter a dívida pública.

Sexta-feira, a Assembleia Geral realiza uma reunião de alto nível sobre o progresso dos países em desenvolvimento das pequenas ilhas pelas Modalidades de Ação Acelerada (SAMOA).

A 74ª Assembleia Geral da ONU deve ter a participação de 91 Chefes de Estado, seis vice-presidentes, 45 chefes de governo, cinco vice-primeiros-ministros, 44 ministros, dois chefes de delegação e três observadores. Com a presença de 196 delegações mundiais, a Assembleia Geral vai intermediar outras 630 reuniões oficiais.

* Emissora pública de televisão de Portugal.

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  • Manifestantes participam de protesto em Paris. 21/9/2019. REUTERS/Charles Platiau

Polícia dispersa protestos de coletes amarelos e black blocs em Paris

PARIS (Reuters) - A polícia francesa disparou gás lacrimogêneo e prendeu mais de 100 pessoas em Paris neste sábado, dispersando manifestações dos "coletes amarelos", além de pessoas com as caras encobertas e que atrapalharam uma marcha sobre o clima.

    A polícia deteve 137 pessoas em Paris e dispersou cerca de 100 manifestantes que se juntaram na avenida de Champs-Elysees, disse a polícia da prefeitura de Paris.

    O governo destacou muitos policiais por temer que os coletes amarelos e outros ativistas, incluindo anarquistas "black blocs", aproveitariam manifestações contra as mudanças climáticas e a reforma da Previdência para espalhar violência.

    Cerca de 7.500 policiais foram mobilizados. Vários bairros, incluindo Champs-Elysees, foram cercados para os protestos, e mais de 30 estações de metrô fecharam.

    O protesto contra as mudanças climáticas teve confrontos esporádicos entre a polícia e pessoas mascaradas que se infiltraram na marcha.

    Grupos de pessoas com os rostos cobertos, associados aos black blocs formaram barricadas atearam fogo em caixas e a uma motocicleta, e atiraram tinta na fachada de um banco.

    Atos similares ocorreram em março, e a prefeitura novamente atribuiu a violência aos black blocs. A polícia respondeu com gás lacrimogêneo.

    A violência manchou um protesto pacífico que juntou milhares de pessoas, um dia após marchas em Paris e outros lugares do mundo exigindo uma ação enfática do setor público contra as mudanças climáticas.

    Os coletes amarelos, assim chamados devido às vestimentas fosforescentes de motoristas, estão no 45º sábado seguido de ações. O movimento surgiu no ano passado, causado por aumento em impostos sobre os combustíveis e se transformando em uma revolta contra o estilo de governar do presidente Emmanuel Macron.

    Alguns dos protestos do grupo foram marcados por violência, parcialmente atribuída aos black blocs.

Protestos em Hong Kong terminam em violência em duas cidades

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  • Manifestantes anti-governo enfrentam a polícia em Hong Kong. 21/9/2019. REUTERS/Jorge Silva

HONG KONG (Reuters) - A polícia de Hong Kong disparou neste sábado gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes pró-democracia depois de grupos favoráveis a uma maior ligação com a China terem arrancado mensagens contra o governo do "muro de John Lennon", em uma revolta que já dura mais de três meses.

    O primeiro tubete de gás lacrimogêneo foi atirado quando os manifestantes arremessaram bombas de gasolina em direção aos policiais na cidade de Tuen Mun, e pela noite em Yuen Long.

    Sob forte sol, manifestantes em Tuen Mun incendiaram uma bandeira chinesa e derrubaram cercas de madeira e de metal e tomaram materiais de controle de tráfego e os usaram para bloquear ruas, uma das quais ficou sob chamas.

    Alguns manifestantes depredaram uma estação de trem, desenterraram tijolos e pegaram pedras na linha de trem para servirem como arma. Outros usaram extintores de incêndio contra a polícia, que prendeu várias pessoas.

    Centenas de manifestantes recuaram quando o gás lacrimogêneo foi atirado, espalhando-se sobre uma avenida para depois se reagrupar. Outros se dispersaram em shoppings e ruas paralelas.

    Dezenas de partidários de Pequim destruíram partes do moisaico de papéis colantes que pediam por democracia e denunciavam a intromissão chinesa na ex-colônia britânica, que retornou ao controle da China em 1997. 

Fonte: Reuters

5 comentários

  • Joacir A. Stedile Passo Fundo - RS

    "Catastrófico aquecimento global" segundo a Reuters! Essa agência seria como uma "Folha de São Paulo" mundial! Ou seja, se ela propaga, é uma catastrófica mentira!

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  • VINICIUS CAETANO MARTIN Curitiba - PR

    Este desgaste politico que o Brasil esta atravessando, transformando a questão ambiental em questão ideológica irresponsavelmente, quando deveria agir com diplomacia e concatenar com os diferentes grupos humanos que fazem parte de nosso país, torna as coisas mais difíceis. Não estamos isolados no mundo... precisamos ter boas relações de trabalhos com nossos vizinhos, sejam eles consumidores de nossos produtos ou fornecedores de produtos para nós. Nos acostumamos como nação de uma natureza abundante e pródiga a achar que tudo gira ao nosso redor. Os bancos que aparentemente não financiam diretamente o agronegócio financiam milhares de atividades relacionadas a ele e sim podem fazer um estrago bem grande... Nosso presidente, já foi dito por seus assessores, não vai mudar seu "jeitão" que , sinceramente...prefiro, pois de politicos dissimulados estamos cheios. Apenas gostaria que ele vislumbrasse que se houvesse uma proposta de redirecionamento da agricultura e pecuária para sistemas mais inteligentes que convivem com a floresta...todos sairíamos ganhando. Em vez de teimosamente batermos o pé como crianças mimadas e querer impor somente um modelo de agronegócio...colocássemos em pratica tantos ensinamentos mais eficientes de uso desta biodiversidade que temos...a verdadeira abundância aconteceria. Infelizmente eu perdi o nome de quem comentou que eu não tinha nunca participado de uma queimada ou de uma abertura de mata para plantio, por isso eu estava colocando soluções impraticáveis, pois justamente por saber como a coisa funciona, é que eu estou aqui comentando este artigo. A maneira correta de se fazer uma sistematização de área passa longe desta maneira trágica que estamos vendo nos tirar a Amazônia das mãos. Ainda está em tempo presidente...se eu tivesse voz para chegar a seu conhecimento, gostaria de propor uma alternativa mais inteligente que esta que temos hoje....mas se eu conseguir mudar uma pessoa ...a semente em terra boa será abundante.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Com esse comentario, Vinicius, você perdeu muitos pontos comigo ... EU TINHA VOCÊ COMO PESSOA MAIS INTELIGENTE... Um artigo que menciona os ativos do banco mas nao menciona a miseria que emprestam, E" UM ARTIGO TENDENCIOSO... Repito, pensava que você fosse mais inteligente ... de agora em diante va' defender sua DIVERSIDADE nas paradas LGBT.

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    • VINICIUS CAETANO MARTIN Curitiba - PR

      Caro Meloni, neste meio de comunicação lemos o que queremos, comentamos o que nos motiva e concordamos com aquilo que está de acordo com nossas convicções, mas acrescentaria também: aprendemos, pois nunca é tarde para aprender. Prefiro ainda a diversidade ao comunismo.

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  • Augusto Mumbach Goiânia - GO

    "Deutsche Bank, Citigroup e Barclays estão entre os 130 bancos que aderiram ao novo compromisso de trabalho". Alguém já pegou financiamento com esses bancos? Eu nem sabia que financiavam o agronegócio.

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  • Fábio Perez Tanner

    A Reuters é comunista, deve ser ignorada.

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    • Gilberto Rossetto Brianorte - MT

      No minimo contraditória a posição desses fundos; se eles querem que as empresas abandonem o petroleo como energia, deveriam apoiar o Brasil com a produção dos biocombustíveis, extraídos do soja, mamona, cana de açucar, milho e tantas outras culturas.... Mas, o fato é que atualmente o preço do petroleo está baixo, portanto, energia barata para os paises em desenvolvimento. Então como impedir o desenvolvimento desses países? ora, está evidente; proibindo o uso desse combustível.

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  • Cassiano aozane Vila nova do sul - RS

    Buenas, só blá blá blá, banco investe onde dá lucro, o acionista cobra dividendos, luuuuucros,... o Brasil é o mais lucrativo e a Amazônia a mais lucrativa, eles só não querem a participação dos brasileiros, ... hipocrisia.

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