Milho: Com o risco de racionamento do consumo, EUA se distancia do mercado exportador

Publicado em 02/10/2012 08:54 657 exibições
A maior potência de milho do mundo enfraqueceu na produção  da safra 2012/13 e  está ameaçada  a ter produto o suficiente somente para o consumo e manutenção dos estoques internos, deixando uma abertura no mercado de exportação para outros grandes produtores. Dando suporte à situação, o novo relatório de estoque dos EUA apontou o menor  volume (sem contar a produção atual) dos últimos sete anos. Como consumo e exportação do país somam 285,8 milhões de toneladas e a produção somada ao novo estoque inicial de 24,9 milhões 
de t somam 297,4, restarão ao país norte-americano 11,6 milhões de t, estoque inferior ao brasileiro. Esse sentimento de falta do cereal já faz com que tradicionais empresas consumidoras de ração animal comecem a focar o Brasil como potencial fornecedor do produto. O reflexo do espaço vago ocupado pelos EUA no mercado exportador foi a evolução da exportação nacional, que atingiu 2,7 milhões de t em agosto. Disso, quase metade, 49,0%, saiu de Mato Grosso. Esse 
espaço no mercado do milho, no contexto atual, necessita do suporte do cereal  amparado em grande parte pela produção mato-grossense e isso pode dar um apoio aos preços regionais que desaceleram sem um claro motivo.

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Imea

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