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Lideranças apresentam demandas para aumentar a produção de milho em MT

Publicado em 15/03/2013 17:22 597 exibições
Presidente da Abramilho, Alysson Paolinelli, esteve em Mato Grosso para ouvir entidades e traçar plano de políticas públicas para entregar ao governo
O presidente da Aprosoja, Carlos Fávaro, participou nesta sexta (15) da reunião com a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), no auditório da Famato. A associação nacional veio buscar informações sobre as demandas do setor e, posteriormente, formular um estudo e entregar ao governo federal para sanar os gargalos. “Nos últimos anos conseguimos nos tornar competitivos com a produção de milho, mas temos muitas deficiências. Nós estamos procurando ajudar o governo a formular políticas públicas para garantir uma produção sustentável”, disse Alysson Paolinelli, presidente da Abramilho.

Carlos Fávaro lembrou que o grande gargalo para a produção é a infraestrutura logística, mas há outros pontos que precisam de atenção. “A logística vai nos dar competitividade para exercer nossa vocação de grande produtor de milho, mas também precisamos da verticalização da produção”, explicou.

O preço mínimo também foi ressaltado pelo presidente da Aprosoja. Segundo Fávaro, em 2011 o governo federal baixou o preço mínimo do milho para um valor que, hoje, não cobre o custo de produção. “Precisamos atualizar isto, pois os produtores não venderão por este preço e o próprio governo precisa comprar para recompor seus estoques”, ressaltou. Ele também salientou a necessidade de outros modelos de comercialização, como os contratos de opção com o governo e particulares.

O chefe-geral da Embrapa Milho e Sorgo, Antônio Álvaro Purcino, participa do projeto e está percorrendo o país ouvindo das necessidades dos produtores rurais. Ele explicou que, em geral, as demandas são relativas ao manejo de pragas. “O produtor está pedindo melhorias no manejo integrado de pragas, porque os insetos, doenças e plantas daninhas aumentam muito o custo da lavoura. Também relatam resistência destas pragas aos inseticidas, herbicidas e fungicidas, o que encarece ainda mais a produção”, explicou.
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Aprosoja

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